Acre
MPAC recomenda Imac a estabelecer diretrizes para compensação ambiental em áreas urbanas

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo, emitiu a Recomendação nº 0002/2025, na qual alerta para a necessidade de normativas específicas para a compensação ambiental em empreendimentos urbanos. O documento visa garantir o equilíbrio ecológico e a função socioambiental da propriedade.
A recomendação destaca que a política urbana deve assegurar cidades sustentáveis, conforme previsto no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001), garantindo infraestrutura adequada, transporte público eficiente e saneamento ambiental. O MPAC enfatiza que qualquer empreendimento deve estar alinhado ao Plano Diretor do Município e à legislação ambiental vigente, evitando impactos negativos ao meio ambiente e à ordem urbanística.
Segundo o MPAC, a ausência de diretrizes claras para compensação e reposição florestal em áreas urbanas tem causado atrasos nos procedimentos de licenciamento ambiental pelo Instituto de Meio Ambiente do Estado do Acre (Imac).
A recomendação também ressalta que, conforme a Lei Federal 9.985/2000, empreendimentos de significativo impacto ambiental devem destinar recursos à implantação e manutenção de unidades de conservação. O percentual desses recursos, que não pode ser inferior a 0,5% dos custos totais do empreendimento, deve ser definido pelo órgão ambiental competente.
Diante desse cenário, o MPAC recomenda a elaboração de um ato normativo estadual que estabeleça diretrizes claras para a compensação ambiental em áreas urbanas, garantindo maior celeridade e segurança jurídica nos processos de licenciamento.
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Acre
TJAC implanta extensão de Libras e descrição de imagens no site para ampliar acessibilidade comunicacional
Aplicativo funciona com acesso pelo computador ou celular e fornece auxílio para pessoas surdas, cegas, com baixa visão, dislexia e outras necessidades
O uso da tecnologia para garantir direitos e promover inclusão é o objetivo do novo sistema adotado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que amplia a acessibilidade no site da instituição. O aplicativo facilita a navegação de pessoas surdas, cegas, com baixa visão, dislexia, transtorno do déficit de atenção e outras necessidades.
A ferramenta, chamada Rybená, pode ser utilizada tanto no computador quanto no celular. Com a extensão, textos em português são traduzidos para Libras. O sistema também conta com recurso de voz, que sintetiza o conteúdo selecionado, além de funcionalidades voltadas a pessoas com deficiência visual, como descrição de imagens, ajuste de contraste e saturação, e personalização de cores em textos, fundos e títulos.
Ao empregar tecnologia, o TJAC busca ampliar a inclusão e o acesso à informação, além de atender às orientações e normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa também contribui para uma comunicação mais clara, com linguagem simples, promovendo a inclusão de forma mais ampla.
Com a modernização, o Judiciário acreano atende a um dos principais princípios do modelo de excelência em gestão, implantado pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, que é a priorização das pessoas que necessitam dos serviços da Justiça.
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Acre
1ª etapa do complexo viário no centro de Rio Branco deverá ser inaugurada pelo Governo do Acre nesta quinta
O Governo do Acre, por meio da Secretaria de Obras Públicas (Seop), inaugura nesta quinta-feira (26) a primeira etapa do Complexo Viário da Avenida Ceará, localizado no Centro de Rio Branco.
Essa fase inicial compreende a via elevada sobre a Avenida Getúlio Vargas, que vai da Ladeira da Maternidade até perto da sede da Prefeitura.
Com a liberação desse trecho, espera-se uma melhora significativa no fluxo de veículos e uma redução dos congestionamentos frequentes na região central da capital.
A obra ainda está em andamento, mas sua conclusão total promete transformar a mobilidade urbana no centro de Rio Branco, impactando positivamente o dia a dia dos motoristas e pedestres.
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Acre
Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional





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