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MP-AC alerta para golpes de criminosos que se passam por promotores para pedir dinheiro
Quadrilha se passa por servidores e membros do MP para pedir apoio logístico e depósitos em dinheiro a população ou prefeituras. No Acre, ainda não há registro da atuação dos criminosos, mas o MP-AC iniciou uma campanha para alerta a sociedade e instituições acreanas.

Criminosos se passam por servidores do MP para aplicar golpes e pedir depósitos em dinheiro — Foto: Reprodução/TV Bahia
Por Aline Nascimento
O Ministério Público do Acre (MP-AC) iniciou uma campanha para alertar a população e instituições acreanas sobre golpes de uma quadrilha que se passa por promotores e servidores do órgão e pede dinheiro pelo WhatsApp. No Acre, ainda há registro da atuação dos criminosos.
Contudo, o MP-AC foi orientado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para ficar atento e orientar a sociedade de que servidores e membros do órgão não fazem contato pedindo dinheiro a ninguém.
A coordenadora do Núcleo Apoio Técnico e representante do MP-AC na Comissão de Prevenção da Autonomia do Ministério Público, promotora Marcela Ozório, explicou que em outros estados os criminosos entraram em contato com algumas prefeituras e pediram apoio logístico com motorista.
“Teve um estado que foi feito uma solicitação de motorista, mas estão melhorando cada vez mais os golpes para envolver as pessoas para essa prática de estelionato. Se fazem passar por membros do Ministério Público, servidores da instituição e pedem apoio, criam toda uma conversa que no fim tem por objetivo que a pessoa faça um depósito em dinheiro. Tem toda uma articulação, não é mais como eram os golpes de antigamente que se pedia diretamente para fazer o depósito”, afirmou.
A promotora orientou também que as pessoas façam a checagem das informações ao receber esse tipo de ligação, seja pelo site do MP-AC ou ligando no telefone fixo do órgão para confirmar as ações informadas.
“A gente não tem esse tipo de conduta de fazer contato. O objetivo da campanha é esclarecer. Aqui ainda não tivemos, mas no Brasil já tivemos casos que se passaram por promotores e servidores. Em alguns estados eles também enviaram mandados de intimação pelo telefone, notificações para comparecimento e tudo isso é com objetivo de haja o depósito em dinheiro”, concluiu.
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Perseguição policial mobiliza PRF e assusta moradores em Rio Branco
Motociclista é detido após fugir de abordagem; ação terminou com confusão em bairro da capital
Uma perseguição policial movimentou a noite deste domingo (5) no bairro Calafate, em Rio Branco, e chamou a atenção de moradores da região. A ação envolveu agentes da Polícia Rodoviária Federal durante o acompanhamento de um motociclista em alta velocidade.
Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que a viatura percorre ruas do bairro em perseguição ao condutor, que, segundo relatos, teria desobedecido a uma ordem de parada, dando início ao acompanhamento tático.
A ocorrência terminou na Rua Castanheira, no conjunto Portal da Amazônia, onde os agentes conseguiram realizar a abordagem. No local, houve um princípio de confusão envolvendo policiais e pessoas que seriam familiares do jovem abordado.
O motociclista foi detido e encaminhado à Delegacia de Flagrantes, onde prestou esclarecimentos.
As circunstâncias da fuga e os possíveis crimes cometidos ainda devem ser apurados pelas autoridades.
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Em Rondônia, Defesa Sanitária manda destruir 80 hectares de soja por plantio irregular
Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução Idaron
A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) determinou a destruição de cerca de 80 hectares de lavoura de soja no estado após constatar o plantio irregular em sucessão, prática proibida pela legislação fitossanitária. A medida foi executada na última semana de março passado, e segundo o órgão, teve caráter obrigatório diante do risco sanitário envolvido.
De acordo com a agência, o cultivo de soja sobre soja na mesma área e no mesmo ano agrícola representa uma infração grave. “Por favorecer a disseminação da ferrugem asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi”, estacou a Idaron em nota oficial divulgada na segunda-feira (30/03).
O órgão explicou que o plantio irregular mantém plantas hospedeiras ativas, funcionando como “ponte verde”, o que aumenta a propagação do fungo e compromete a sanidade das lavouras na região. A Idaron reforçou que o cumprimento do vazio sanitário e do calendário agrícola é obrigatório e fundamental para a proteção do setor.
A agência afirmou que seguirá atuando com rigor diante de irregularidades e destacou que a colaboração dos produtores é essencial para garantir a sustentabilidade da produção. Órgão alerta que descumprimento das normas pode levar à eliminação de lavouras e penalidades severas, além de comprometer a competitividade do agronegócio no estado.
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Mulher em situação de rua é esfaqueada três vezes por ciúmes no bairro Papoco, em Rio Branco
Beatriz Monteiro Lopes, 28 anos, foi atingida no peito, perna e cabeça; suspeita fugiu e não foi localizada
Uma tentativa de homicídio foi registrada na madrugada deste sábado (4) no bairro Dom Giocondo, conhecido como Papoco, em Rio Branco. A vítima, Beatriz Monteiro Lopes, de 28 anos, moradora em situação de rua, foi atacada a facadas por uma mulher motivada por ciúmes do companheiro.

Durante a ação, Beatriz foi atingida por três golpes, que acertaram o peito, a perna esquerda e a cabeça. Foto: captada
Segundo a Polícia, o crime ocorreu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Entre os presentes estava o companheiro da suspeita. Em determinado momento, a autora chegou armada com uma faca e partiu para o ataque.
Beatriz foi atingida por três golpes: no peito, na perna esquerda e na cabeça. Mesmo ferida, ela conseguiu se afastar e pedir ajuda nas proximidades do “Cristo do Zamir”, na rua Piauí, ainda na mesma região.
Populares acionaram o Samu, que enviou equipe de suporte avançado. Após os primeiros atendimentos, a vítima foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, onde deu entrada com quadro clínico estável.
Policiais do 1º Batalhão realizaram buscas na área, mas a suspeita não foi localizada. A investigação inicial fica a cargo da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil, e o caso será posteriormente conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a Polícia, o caso aconteceu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Foto: captada


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