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Motorista de Uber é acusado de assédio sexual contra passageira dentro de carro no Acre

A acadêmica de psicologia Helena Moura, que reside em Rio Branco, capital do Acre, denunciou na noite desse domingo, 6, ter sido vítima de assédio sexual provocado por um motorista de aplicativo Uber, enquanto a mesma estava na condição de passageira.
Trêmula e abalada emocionalmente, a jovem publicou vídeos por meio da ferramenta ‘stories’, em seu perfil no Instagram, e contou como o caso aconteceu. “Peguei um Uber e ele começou a mexer comigo. Eu ignorei. O homem pediu para me dar um beijo e perguntou se eu teria coragem de transar com ele”, contou.
A estudante revelou que seu celular não pega chip, pois comprou no exterior e chegou bloqueado, por isso, não conseguiu ligar para ninguém no momento do ocorrido. “Fiquei tão desesperada, que eu não conseguia falar nada. Eu só dizia: ‘moço, eu sou uma passageira’”.
De acordo com a denunciante, o motorista havia lhe falado: “eu garanto que se você transar comigo uma vez, você não vai se arrepender e eu muito menos eu”. Em vídeo, Helena pediu que suas seguidoras ficassem atentas e tomassem cuidado.
“Isso é muito sério, fiquei muito desesperada e vou tentar entrar em contato com a Uber. Na hora eu fiquei com tanto medo que não consegui ter nenhuma reação. É muito assustador e desesperador, a gente fica realmente sem ter o que fazer”, afirmou.
A vítima chegou a divulgar a fotografia do motorista em sua rede social, mas preferiu apagar. Ela garante que irá procurar o suporte da Uber para relatar o caso.
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Monitorado é preso com revólver calibre 38 e drogas após denúncia de “disciplina” em bairro da cidade
Suspeito tentou se livrar da arma com a chegada da Polícia Civil e foi autuado em flagrante por tráfico e posse ilegal 
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.






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