Acre
Moradores da fronteira encaminham documentos ao MP e BM sobre descaso de ponte na fronteira
AO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL e AO CORPO DE BOMBEIROS DO ALTOACRE – 5º BPCIF
Comandante MARCELO SARTUNINO DE SOUZA
Haja vista que como cidadãos moradores nesta municipalidade do Alto Acre, também nos cabe solicitar tais providências.
Vimos respeitosamente à presença de Vossa Senhoria, solicitar a realização de uma Visita Técnica com o intuito de verificar as condições estruturais das passarelas da Ponte José Augusto, que liga os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, nesta Regional.
Tal solicitação se faz necessária já que as mesmas oferecem riscos aos pedestres e ciclistas que por ai passam diuturnamente; pois é visível o estado precário que as mesmas se encontram.
Ressaltamos ainda, que em junho de 2013 uma moça caiu, devido a precariedade da passarela que a mesma utilizava; e que levou a justiça determinar ao Estado a pagar uma indenização a vítima.
Aproveitamos também para comunicar que a referida ponte foi construída para seu assoalho ser com madeiras e que após muitos anos, em 2013 com um reforço de peças de madeiras nas laterais, foi colocado um recapeamento asfáltico em sima da madeira sem proteção, como exemplo de um lençol metálico para que a maça asfáltica não saia pelas brechas das madeiras. Acontece que após a alagação de 2015, grande parte das peças de reforços se danificaram e não estão mais no local; sendo assim, acreditamos que a estrutura da ponte esteja abalada, diminuindo assim sua vida útil.
Certo de que a solicitação será atendida, fique com nossos votos de estima,consideração e apreço.
Atenciosamente
Gilberto da Silva Nobre e Carlos Portela Eduino
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Acre
MPAC pede indenização para vítimas do ‘crime da motosserra’ ocorrido na década de 1990: ‘Reparação histórica’
Promotoria cita o “crime da motosserra” e falha do Estado na proteção de pessoas vulneráveis; propostas incluem indenizações e pedido oficial de desculpas

A perda do filho e do marido em um dos crimes mais conhecidos do país ainda é um assunto dolorido para a família da aposentada Evanilda Firmino, de 63 anos. Foto: captada
O Ministério Público do Acre (MPAC) instaurou um Procedimento Preparatório para apurar a atuação de um grupo de extermínio que operou no estado na década de 1990, período marcado por graves violações aos direitos humanos. A Portaria nº 01/2026/PEDDHC, assinada pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira Costa, defende a necessidade de reparação histórica e indenização às vítimas e seus familiares.

Entre as medidas sugeridas estão indenizações às vítimas indiretas e um pedido formal de desculpas do Estado, reconhecendo os crimes e reparando simbolicamente os danos causados. Foto: captada
Entre os crimes citados está o conhecido “crime da motosserra”, descrito no documento como “um ato brutal, violento e desumano”, que permanece como uma das marcas mais graves da história recente do Acre. Segundo o MPAC, a maioria das vítimas era de pessoas em situação de vulnerabilidade social — incluindo adultos e crianças —, muitas vezes vistas como “indesejáveis” com base em critérios discriminatórios.
O procedimento tem como objetivo identificar os fatos com precisão e verificar a existência de investigações anteriores sobre o caso, inclusive as conduzidas pelo próprio MPAC. Testemunhas que denunciaram o grupo também teriam sofrido ameaças e perseguições.

“Crime da motosserra” é citado como um dos atos mais violentos e brutais da história recente do Acre. Foto: captada/The Crime
O promotor afirma que os fatos configuram grave violação à dignidade humana e causaram dano moral coletivo à sociedade acreana, evidenciando falha do Estado no dever de proteção. Além da responsabilização, a proposta inclui políticas públicas de memória e verdade, indenizações às vítimas indiretas e um pedido formal de desculpas por parte do Estado.
Com a abertura do procedimento, o MPAC determinará a expedição de ofício à Procuradoria-Geral de Justiça para levantamento de investigações anteriores e realizará pesquisa jornalística aprofundada para integrar os autos. A portaria será publicada no Diário Eletrônico do MPAC.

A manifestação consta na Portaria nº 01/2026/PEDDHC, que instaurou um Procedimento Preparatório no Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para apurar a atuação do grupo e as responsabilidades do Estado. Foto: captada/The Crime
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Acre
Ciclista motorizado fica ferido após invadir via preferencial e ser atingido por carro em Rio Branco
Acidente ocorreu na Via Chico Mendes, no bairro Comara; vítima foi socorrida e encaminhada ao Pronto-Socorro
Sidney Silva de Souza, de 47 anos, ficou ferido em um acidente de trânsito registrado na manhã deste sábado (10), na Via Chico Mendes, no bairro Comara, em Rio Branco.
De acordo com informações repassadas pelo motorista de um veículo modelo Corsa, de cor azul, envolvido na ocorrência, Sidney trafegava em uma bicicleta motorizada pela ciclovia quando, ao chegar à rotatória, não respeitou a sinalização de “pare” e acabou invadindo a via preferencial.
O condutor do automóvel relatou que ainda tentou frear para evitar a colisão, mas não conseguiu devido à aproximação repentina da vítima.
Uma guarnição da Polícia Militar que passava pelo local prestou o primeiro atendimento e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte básico e uma motolância. Após os procedimentos iniciais e estabilização, Sidney foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco.
A vítima sofreu cervicalgia, lombalgia e diversas escoriações pelo corpo. Apesar dos ferimentos, seu estado de saúde é considerado estável.
O Batalhão de Trânsito esteve no local para realizar os procedimentos de praxe, registrar a ocorrência e organizar o fluxo de veículos na região.

























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