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Morador reclama de fiação jogada em rua da capital; Energisa diz que já notificou empresas

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De acordo com o morador da Rua da Banana, bairro Mocinha Magalhães, desde o fim do mês de outubro, fios estão soltos no meio da rua, além de estarem muito baixos, o que pode causar um acidente

Fios estão jogados em rua de Rio Branco. Foto: Arquivo pessoal

Um morador da Rua da Banana, bairro Mocinha Magalhães, em Rio Branco, reclama de fios ligados em postes, jogados no meio da rua, além de mal colocados, que ficam tão baixos que podem causar um acidente no local.

O morador, que preferiu não se identificar, afirmou que a situação preocupa.

“No período de chuva forte, isso pode dar uma descarga elétrica, os portões são de ferro, os fios estão encostando nos portões das casas e não fazem nada. O pessoal tá vindo fazer instalação e ainda estão deixando as bobinas jogadas no chão”, disse ele.

De acordo com ele, o problema acontece desde o fim de outubro e ao tentar entrar em contato com a companhia elétrica Energisa, foi informado de que a fiação não é elétrica e os moradores deveriam buscar descobrir a qual empresa pertence a fiação e entrar em contato solicitando a correção.

A Energisa enviou uma nota onde afirma que cada empresa detentora dos fios é responsável por sua fiação. Frisou sobre o registro da denúncia e disse que sobre o caso ‘já notificou as empresas para que façam os reparos necessários e está atuando administrativamente para solucionar o problema’.

Nota da Energisa

“A Energisa informa que os postes são compartilhados entre a concessionária, companhias telefônicas e de internet e explica, ainda, que cada empresa detentora dos fios, é responsável por sua fiação.

A concessionária de energia frisa que é importante o registro oficial dos clientes em casos como este, incluindo os endereços dos locais, e que, caso sejam identificadas as irregularidades, a Energisa realiza a notificação do responsável, solicitando a regularização.

Para esse tipo de registro, estão disponíveis as Agências de Atendimento e o call center 0800 647 7196.

Sobre o local questionado, a Energisa informa que já notificou as empresas de telecomunicações para que façam os reparos necessários e está atuando administrativamente para solucionar o problema.”

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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco

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Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol

Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.

De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.

Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima

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Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada 

Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .

Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .

De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .

De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .

As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .

Alerta da polícia

Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .

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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil

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Imagem ilustrativa

2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.

Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.

Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.

Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001

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