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Morador de rua é morto com facada no peito na noite de sábado, no centro de Rio Branco

A polícia acredita que a motivação do crime teria sido um acerto de conta, pois a vítima também é suspeita de roubos na região
Um morador de rua, que é flanelinha, foi morto com uma facada no peito, na noite desta sexta-feira (31), a poucos metros do Palácio do Governo e do Comando Geral da Polícia Militar, na Avenida Getúlio Vargas, no centro de Rio Branco.
De acordo com informações da polícia, o acusado de cometer o crime foi outro morador de rua que, de posse de uma faca, se aproximou e desferiu um golpe no peito da vítima. A facada acertou o coração do homem, que não resistiu e morreu. O autor do crime fugiu após a ação.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi acionado, mas os socorristas só puderam constar que o morador de rua já estava sem vida. A área foi isolada para os trabalhos da perícia. O corpo do homem foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), para os exames cadavéricos.
Policiais militares estiveram no local do ocorrido, colheram informações sobre o autor do crime e fizeram buscas na região, mas ele não foi encontrado até o momento.
A polícia acredita que a motivação do crime teria sido um acerto de conta, pois a vítima também é suspeita de roubos na região e seu desafeto não teria concordado quando o morador de rua roubou um capacete.
O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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