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Ministro da Saúde da Bolívia pedem que as crianças sejam imunizadas contra o sarampo no país
Ministério da Saúde declarou alerta epidemiológico nacional, e confirmar um novo caso positivo de sarampo, apresentado em uma criança de dois anos e três meses do departamento de Oruro.

O vice-ministro da Bolívia explicou que esta doença é evitável com a aplicação da vacina. Uma primeira dose aos 12 meses e outra entre 18 e 23 meses.
Com Perla Del Acre
O vice-ministro da Promoção e Vigilância Epidemiológica, Max Enríquez, apelou aos pais para que levem os filhos aos centros de saúde para imunização contra o sarampo e recomendou que caso ocorra algum sintoma da doença não se automediquem e dirijam-se a um estabelecimento médico de toda Bolívia.
“A vacina está disponível em todas as unidades de saúde para crianças e qualquer sinal que indique que possa ser sarampo para ser abordado na unidade de saúde e não automedicado. No centro de saúde serão colhidas amostras para análise laboratorial e, caso se confirme, será administrado o tratamento adequado para evitar complicações”, disse Enríquez.
O Ministério da Saúde declarou alerta epidemiológico nacional, e confirmar um novo caso positivo de sarampo, apresentado em uma criança de dois anos e três meses do departamento de Oruro.
Perante este alerta, foi desencadeada uma mobilização imediata dos sistemas de saúde para intensificar a imunização contra o sarampo, que é mais contagioso que a Covid-19, transmitindo a doença a 12 a 18 pessoas.
O vice-ministro explicou que esta doença é evitável com a aplicação da vacina. Uma primeira dose aos 12 meses e outra entre 18 e 23 meses.
Ministro alertou que, com a doença, aparecem espinhas sem líquido ou pus no corpo das crianças; Eles aparecem inicialmente atrás das orelhas, depois na face, tronco e membros inferiores e superiores.
Os sintomas incluem febre alta, tosse, coriza e erupção cutânea que se espalha por todo o corpo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
No momento, foi acionado o bloqueio epidemiológico em Colquiri, onde reside o menor e seu entorno e as pessoas com quem a criança teve contato também serão monitorados por 21 dias, atualmente estável.
“A criança está em observação, aguardamos o desenvolvimento da doença, que sempre traz complicações, e esperamos que, esperançosamente, ela não desenvolva pneumonia, que é a mais grave; Por enquanto está estável”, disse Enríquez.
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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco
Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol
Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima
Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada
Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .
Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .
De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .
De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .
As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .
Alerta da polícia
Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .
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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil
2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.
Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.
Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.
Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.
O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.
Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001












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