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Mestre de taekwondo posta vídeo dando chute no rosto de aluna e gera revolta entre professores; ele diz que é vítima de perseguição

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Um vídeo publicado por Jay Machienzle, segundo se denomina mestre de taekwondo, tem dado o que falar entre praticantes da arte marcial no Acre.

Nas imagens postadas no Instagram, Mestre Jay dá um golpe violento na cabeça de uma (mulher), aluna, que cai desacordada. Foi o suficiente para que outros professores reagissem ao vídeo em grupos de WhatsApp chamando o ato de irresponsabilidade. Eles também dizem que o vídeo tem o tom de “deboche”.

“Um professor de taekwondo desqualificado dando um chute no rosto de uma aluna deixando-a desacordada. Isso deixou nossa classe revoltada com tal atitude, pois nós profissionais sérios das artes marciais não compactuamos com essa postura nem atitude de um professor, pois nossa obrigação é zelar pela integridade física de nossos praticantes”, disse um mestre de taekwondo à reportagem.

O jornal Notícias da Hora procurou Jay Machienzle. O professor disse que é vítima de perseguição e citou ser alvo da Federação Acreana de Taekwondo.

Jay diz que é perseguido “por não ser federado”, ou seja, não ser filiado à entidade.

O mestre de taekwondo se esquivou com o brutal chute, esclarecendo que a aluna é faixa azul e campeã sul-americana. Ele lembrou que ela está com um capacete de proteção.

“Acho que antes de falar qualquer coisa, acho que eles esqueceram o que é taekwondo. A minha aluna ali é faixa azul e treino de faixa azul pode cabeça. Em nenhum momento ali eu não conservei a integridade da minha aluna. Você pode observar no vídeo que eu não tenho capacete e ela tem capacete. Tecnicamente eu não chutei de verdade. Eu só giro e pega na cabeça dela. Ela fica tonta, cai pra trás, eu paro levando ela, normal. Acho que eles esqueceram o que taekwondo. É uma arte marcial. A minha aluna é faixa azul. Mês que vem já está fazendo 18 anos. Todos os alunos o treinamento é daquele jeito. Pra quem conhece o que é taekwondo a partir das faixa azul pode chutar a cabeça e ali não tem nenhuma questão de não conservar a integridade. Até porque aquela aluna ali é campeã sul-americana. Em vez de se preocupar com os seus alunos estão se preocupando com os alunos dos outros”, responde o mestre de taekwondo.

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Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

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A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25)

Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

Uma moradora da zona rural de Sena Madureira, no Acre, está pedindo ajuda para retirar seus pertences da residência onde vivia com o marido, no ramal do Mucuripe, no projeto Joaquim de Matos. A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25) e conseguiu fugir apenas dois dias depois, em busca de socorro.

Com o rosto completamente lesionado pelas agressões, a vítima chegou à casa de vizinhos na quinta-feira (27), onde pediu ajuda para acionar a polícia. Em depoimento, a mulher relatou que foi espancada de forma cruel e temia pela própria vida. “Meu marido quase me matou, estou precisando de ajuda. Nem minhas coisas consegui tirar”, disse a vítima, ainda muito abalada.

A Polícia Militar foi acionada e está apurando o caso. Até o momento, o nome do agressor não foi divulgado. A mulher espera contar com o apoio das autoridades para retirar sua mobília da residência e garantir uma medida protetiva contra o marido. A motivação da agressão não foi divulgada. O homem continua em liberdade, e a mulher teme pela própria vida.

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Mulher é presa por levar filhas de 1 e 12 anos para motel no interior do Acre; veja detalhes

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Ela estava há dois dias com as duas filhas, uma de 1 e a outra de 12 anos, em um quarto de motel

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Cotas trans são questionadas na justiça por Associação de Mulheres

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A Associação MATRIA – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil entrou com uma Ação Civil Pública contra a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), questionando a legalidade da reserva de vagas para transgêneros em concursos públicos e vestibulares  da instituição.

A ação, movida na Justiça Federal, pede a nulidade da Resolução Normativa 181/2023 e a suspensão do item 6.4 do Edital nº 049/2024/DDP, que prevê a destinação de vagas específicas para candidatos que se autodeclaram transexuais, travestis, transmasculinos, transgêneros e/ou não binários.

Segundo a MATRIA, a medida fere princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade e segurança jurídica, além de impactar negativamente políticas afirmativas já existentes e os recursos da universidade.

A política foi implementada sem o respaldo de dados e estatísticas oficiais que comprovem sua necessidade e eficácia. Além da ausência de informações oficiais sobre o tamanho da população trans no Brasil e sua suposta exclusão social, estudos existentes indicam que essa população apresenta um nível de escolaridade superior à média nacional e está super-representada nas universidades.

“A política de cotas deve ser baseada em dados concretos e fundamentação legal. No caso das cotas trans, não há estatísticas oficiais que demonstrem a necessidade dessa reserva de vagas, o que compromete a transparência e a equidade das políticas públicas”, afirma a associação.

A ação também questiona a autodeclaração de identidade de gênero como critério para concorrer às vagas reservadas, argumentando que ela é subjetiva, imprecisa e impossível de verificação imparcial, violando o princípio da objetividade que deve nortear as seleções públicas.

Finalmente, a MATRIA aponta que esta mesma resolução viola a liberdade de expressão e de cátedra, ao interditar o debate e a discussão sobre a teoria da identidade de gênero no ambiente acadêmico, impondo sanções ao seu questionamento.

A UFSC ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ação judicial.

Para mais informações, entre em contato:

Associação MATRIA
E-mail: matria@associacaomatria.com
Whats: 031-95714004

Site: www.associacaomatria.com

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