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Menino de 3 anos é achado 24h após sumir em Sena e moradores creem em ação do “caboquinho da mata”
O sumiço de um menino de aproximadamente três anos de idade vem intrigando os moradores da comunidade Novo destino, localizada no alto rio Iaco, em Sena Madureira. Conforme o apurado, ele estava na companhia da avó quando desapareceu praticamente num ‘piscar de olhos’.
Familiares confirmaram que a avó estava cortando umas palhas e o menino ficou atrás dela, quando a mulher procurou pelo mesmo não o encontrou mais. “Foi algo, assim, praticamente sem explicação. Não sabemos o que aconteceu”, contou Francisco Silva, tio do menino.
Após o súbito sumiço, familiares e amigos começaram as buscas, passaram o sábado todo dentro da mata e não encontraram nenhum vestígio.
Em face das circunstâncias, chegaram a comentar de que o menino teria sido levado pelo “caboquinho da mata”, como havia ocorrido um episódio há muitos atrás. Diante disso, a família recorreu a um morador daquela região que faz sessões espíritas e ele indicou onde a criança estava. Somente na manhã deste domingo (21) o menino foi encontrado à margem de um igarapé que fica cerca de 15 minutos de ontem o mesmo desapareceu.
Os moradores acreditam que realmente houve alguma interferência ou ação de algum desconhecido já que pela idade o menino não teria condições de andar até esse igarapé. “Graças a Deus, apesar do susto ele foi encontrado com vida”, destacou Francisco.
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Adolescente é vítima de estupro coletivo em casa de amiga

Uma adolescente de 15 anos foi vítima de estupro coletivo ao visitar a casa de uma amiga no Bairro Jardim Esplanada, em Dourados (MS). A vítima buscou ajuda na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) por volta das 3h10 desse sábado (14/2), acompanhada da mãe.
Conforme relato, a menina foi convidada pela amiga, por meio das redes sociais, para ir até a sua casa. Ela chegou por volta das 18h no local, e foi recebida pelo irmão de 18 anos da adolescente e outros rapazes, que disseram que a menina havia saído e insistiram para a vítima esperar dentro da residência.
Leia a reportagem completa em Top Mídia News.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Motociclista por aplicativo reage a assalto e é brutalmente agredido na Gameleira, em Rio Branco
Vítima sofreu traumatismo cranioencefálico moderado após ser espancada por cinco criminosos
Auricelio Nascimento da Silva, de 44 anos, foi vítima de roubo e acabou violentamente agredido na madrugada deste sábado (14), na região da Gameleira, situada na Rua Cunha Matos, bairro 6 de Agosto, no Segundo Distrito de Rio Branco.
De acordo com relato da própria vítima, ele aguardava uma corrida enquanto trabalhava como motociclista por aplicativo quando foi surpreendido por cinco homens que se aproximaram a pé. O grupo anunciou o assalto e exigiu documentos, dinheiro, aparelho celular, capacete e a motocicleta.
Ao reagir e desferir um soco em um dos suspeitos, Auricelio passou a ser espancado pelos demais integrantes do grupo. Armados com uma ripa, os criminosos desferiram diversos golpes contra o trabalhador. Ele sofreu trauma ocular após ser atingido no rosto, além de pancadas na cabeça. Mesmo caído, continuou sendo agredido com socos, chutes e ripadas.
Durante a ação, os assaltantes conseguiram levar dois capacetes e fugiram correndo do local.
Ferido, Auricelio foi encontrado por populares com cortes profundos na cabeça e diversos hematomas pelo corpo. A pedido da própria vítima, conhecidos o levaram até sua residência, localizada no Ramal do Brindeiro, na região da Vila Acre.
Na manhã seguinte, o motociclista apresentou agravamento do quadro clínico, com desorientação, perda de memória recente e múltiplas escoriações. Vizinhos acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte básico. Após os primeiros atendimentos e estabilização, ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde recebeu diagnóstico de traumatismo cranioencefálico (TCE) de natureza moderada. O estado de saúde é considerado estável.
A Polícia Militar não foi acionada para atender à ocorrência.
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL




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