Brasil
Medicamentos terão alta de 12% na sexta
A partir desta quinta-feira (31) os medicamentos estarão mais caros. Segundo a indústria farmacêutica, é de um aumento em torno de 12%, autorizado pelo Ministério da Saúde. O aumento é acima da inflação. No Conselho Regional de Farmácia do Acre ninguém falou sobre o assunto. Marcos Lameira, do Sindicato dos donos de farmácias não atendeu as chamadas feitas pela reportagem para o seu telefone celular.
A alta da energia elétrica e as variações no câmbio foram os principais fatores que influenciaram o índice deste ano. O repasse é feito de forma automática para o consumidor, mas esse valor vai depender das distribuidoras.
A orientação de representantes de laboratórios em nível nacional é que o consumidor compre medicamentos ainda hoje (31) já que o repasse começa a valer para o consumidor a partir de amanhã (1/4).
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Apoio da direita a Flávio não está certo, diz líder dos Republicanos

O deputado federal e presidente do Republicanos, Marcos Pereira (Republicanos-SP)(foto em destaque), afirmou, na sexta-feira (23/1), que o apoio da direita ao senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ainda é incerto.
“Quando você diz que a direita fecha com o Bolsonaro, com o Flávio Bolsonaro, não está tudo certo ainda. O Caiado, o governador de Goiás, tem dito que vai ser candidato, o Romeu Zema, de Minas, tem dito que vai ser candidato, o Ratinho está sinalizando que pode ser candidato. Eu acho que ainda não está fechado; pelo contrário, está dividido”, avaliou o republicano.
A declaração é feita em meio a ataques de figuras da direita, como o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ao partido de centro e ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).
Na semana passada, Cavalcante chegou a dizer que Tarcísio não é o sucessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para concorrer à vaga mais alta do Executivo e criticou a falta de apoio público do governador de SP ao senador Flávio.
Flávio Bolsonaro afirmou, em pronunciamentos recentes, que deve buscar apoio do Centrão nos próximos meses para dar força à candidatura. Até o momento, o único apoio público que o senador tem é o da própria sigla, o Partido Liberal.
Resposta a Eduardo
Pereira também rebateu uma fala de Eduardo Bolsonaro referente ao chefe do Executivo estadual de São Paulo. “O Tarcísio até ontem era um servidor público, um desconhecido da sociedade. Ganhou notoriedade sendo ministro da Infraestrutura e, depois, foi eleito em São Paulo graças ao presidente Jair Bolsonaro. Ele não tem a opção de ir contra o Bolsonaro”, afirmou Eduardo.
O deputado federal Marcos Pereira respondeu com a seguinte declaração: “Achei uma fala extremamente deselegante e arrogante. Ele disse que Tarcísio é apenas um servidor público, e ele também é apenas um escrivão da Polícia Federal fugitivo, está foragido nos Estados Unidos”.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Basta de ordens de Washington”, diz presidente interina da Venezuela
Delcy Rodriguez, presidente interina da Venezuela, disse durante um evento neste domingo (25) com petroleiros que não deseja mais receber ordens do governo norte-americano.

“Já basta de ordens de Washington sobre políticos na Venezuela. Que seja a política Venezuelana que resolva nossas divergências e nossos conflitos internos. Já basta de potências estrangeiras”. Esta declaração de Rodriguez foi registrada e transmitida também pela Telesur, TV estatal venezuelana.
A reunião com os trabalhadores aconteceu no estado de Anzoátegui.
Delcy afirmou ainda que “já custou muito caro à República ter que encarar as consequências do fascismo e extremismo em nosso país”.
Desde que sequestrou o presidente Nicolás Maduro, no dia 3 de janeiro, o governo dos Estados Unidos, através de Donald Trump, vem afirmando que está no controle da Venezuela. Os EUA também passaram a gerenciam o petróleo produzido pelo país sul-americano.
Desde que Delcy assumiu a presidência houve uma cooperação com o governo Trump, que decidiu manter no poder a vice-presidente de Maduro. A atual mandatária da Venezuela já foi ameaçada por Trump, que afirmou que “se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto”.
Mas o líder norte-americano também já elogiou a presidente venezuelana e até a convidou para uma visita à Casa Branca.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL
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País tem maior déficit em contas externas em 11 anos: US$ 68,8 bilhões

O déficit das contas externas do Brasil foi de US$ 68,8 bilhões em 2025, conforme dados do Banco Central (BC). O resultado foi o maior em 11 anos. O balanço do ano passado representa 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB).
O número de 2025 foi alcançado diante de um crescimento de 3,92% ante 2024. Naquele ano o déficit somou US$ 66,2 bilhões (3,03% do PIB).
As informações fazem parte do relatório de estatísticas do setor externo, publicado nesta segunda-feira (26/1) pelo Banco Central. O documento reúne os valores desses tipos de movimentações financeiras mês a mês.
Entenda as contas externas
- As contas externas (ou transações correntes) são um dos principais indicadores sobre o setor externo do Brasil.
- O resultado das transações correntes é formado pelo balanço de pagamentos da compra e venda de mercadorias, balança de serviços e as transferências unilaterais.
- Um saldo negativo (déficit) nas contas externas significa que o país enviou mais dinheiro para o exterior do que recebeu. Enquanto um saldo positivo (superávit) indica que o Brasil recebeu mais dinheiro do que transferiu para outros países.
- Em 2024, o saldo negativo somou quase US$ 66,2 bilhões — o equivalente a 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB).
O resultado anual de 2025 foi fechado com os números de dezembro, quando houve um déficit de US$ 3,4 bilhões ante um déficit de US$ 10,2 bilhões no mesmo mês de 2024. Os valores indicam que o Brasil gasta mais do que recebe do exterior.
Para o cálculo mensal das transações correntes, o Banco Central considera o saldo da balança comercial (diferença entre os valores das importações e das exportações), os serviços e a movimentação de renda para outros países.
A balança comercial foi superavitária em US$ 60 bilhões em 2025. O resultado do ano passado representa uma redução de 8,9% em relação ao apurado em 2024. As exportações totalizaram US$ 350,9 bilhões (+3,2%), enquanto as importações somaram US$ 290,9 bilhões (6,2%).
Investimentos e reserva internacional
Os investimentos diretos no país registraram saídas líquidas de US$5,2 bilhões em dezembro de 2025. No mesmo mês de 2024, o valor apurado foi de US$ 160 milhões.
O Banco Central também informou que o saldo das reservas internacionais do país aumentou US$ 28,5 bilhões de 2024 para 2025, resultando em US$ 358,2 bilhões. O valor tem a função de proteger o país contra crises externas.
Os destaques foram as contribuições positivas de variações por paridades, US$12,9 bilhões, receita de juros, US$8,9 bilhões, e variações por preço, US$6,8 bilhões.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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