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MEC divulga primeira chamada do Universidade para Todos

Estudantes pré-selecionados devem confirmar as informações prestadas até a próxima semana; a lista da segunda chamada sai no dia 21
Em mais uma iniciativa importante para estimular o acesso e a permanência de jovens de baixa renda no ensino superior, o Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (7/3) o resultado da primeira chamada do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni).
Em 2023, o programa de concessão de bolsas de estudo — integrais e parciais — em instituições privadas de ensino superior, com foco na primeira graduação, deve atingir número recorde, com mais de 290 mil bolsas ofertadas. A seleção referente ao primeiro semestre reuniu 574.548 inscritos e mais de 1,1 milhão de inscrições foram registradas, uma vez que cada interessado pode concorrer em até dois cursos. O número superou os 544.755 candidatos do mesmo período em 2022.
Para confirmar o benefício, os pré-selecionados precisam comprovar as informações prestadas no momento da inscrição até a próxima quinta-feira (16/3). Detalhes sobre os procedimentos específicos devem ser confirmados com as instituições de ensino. No dia 21 de março, o MEC divulgará os nomes dos pré-selecionados na segunda chamada, que também precisarão comprovar as informações prestadas até dia 30.
Estudantes que ficarem de fora das duas listas iniciais podem se credenciar à lista de espera, nos dias 5 e 6 de abril. O resultado sai no dia 10, com prazo de comprovação até 19/4. Entre 20 de abril e 2 de maio é o prazo para registro no Prouni dos candidatos aprovados e reprovados na etapa de comprovação e documentos.
Criado no primeiro governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o Prouni foi uma das políticas públicas determinantes para a democratização do acesso ao ensino superior, o que fez com que o número de jovens nas universidades brasileiras saltasse de 3,5 milhões, em 2002, para mais de 8 milhões em 2015.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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