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MEC altera período de inscrições do Sisu e levantamento aponta faculdades mais procuradas

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O Stoodi, plataforma de educação à distância com foco em vestibular/Enem, divulgou levantamento com os principais dados da edição 2017 do Sisu,
que podem nortear a escolha neste ano, feita com base na nota do Enem, também divulgada nesta semana

São Paulo, 18 de janeiro de 2018 – Depois da divulgação da nota do Exame Nacional do Ensino Médio, (disponíveis neste link) nesta quinta-feira (18), muitos estudantes já começaram a pensar na inscrição no Sistema de Seleção Unificado (Sisu), iniciativa do Ministério da Educação pela qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas aos participantes do Enem. Outra novidade divulgada pelo Ministério da Educação foi a antecipação na data de inscrição para o Sisu. Antes previstas para o final do mês, agora as inscrições dos alunos interessados deverão ser efetuadas já na próxima semana, no período de 23 a 26 de janeiro.

Para auxiliar os futuros universitários, o Stoodi, plataforma de educação à distância com foco em vestibular/Enem, fez um levantamento dos principais dados da edição 2017 do Sisu, que podem nortear a escolha neste ano. Os números foram segmentados por instituições e cursos mais procurados, e maiores e menores notas de corte.

Com 171.825 inscrições, a instituição mais procurada pelos estudantes no ano passado foi a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), seguida pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 144.322 inscritos, e pela Universidade Federal do Ceará, com 140.849.

Em relação aos cursos com maior número de inscrições, o campeão foi o de Análise e Desenvolvimentos de Sistemas, com 21.787 estudantes inscritos. Em segundo e terceiro lugares, vêm as faculdades de Direito e de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, com 17.166 e 13.084 inscrições, respectivamente.

Quanto à nota de corte mais alta, o destaque vai para o curso de Direito da Universidade Federal Fluminense, que exige, no mínimo, 837,8 pontos no Enem. Quem enfrentou a segunda maior nota de corte (831,3) foram os candidatos ao curso de Medicina na Universidade de São Paulo. O terceiro lugar ficou com outro curso de Medicina, o da Universidade de Brasília, cuja nota de corte foi 829,6.

Já a menor nota de corte do Sisu 2017, no topo da lista que deve chamar a atenção dos alunos que não apresentaram um desempenho tão bom no Enem, foi a do curso de Física no Instituto Federal do Piauí (IFPI), no período noturno, com 547,05 pontos. Confira abaixo o levantamento completo do Stoodi:

As instituições com mais inscrições no Sisu 2017
1 – Universidade Federal de Minas Gerais: 171.825
2 – Universidade Federal de Pernambuco: 144.322
3 – Universidade Federal do Ceará: 140.849
4 – Universidade Federal do Maranhão: 131.899
5 – Universidade Federal de Goiás: 130.077
6 – Universidade Federal da Bahia: 118.998
7 – Universidade Federal do Rio de Janeiro: 117.315
8 – Universidade Federal da Paraíba: 117.256
9 – Universidade Federal Fluminense: 112.841
10 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo: 112.615

10 cursos com mais inscrições
1 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – Análise e Desenvolvimento de Sistemas: 21.787
2 – Universidade Federal de Minas Gerais – Direito: 17.166
3 – Universidade Federal de Minas Gerais – Medicina: 13.084
4 – Fundação Universidade Federal do ABC – Ciência Tecnológica: 12.714
5 – Universidade Estadual do Piauí – Pedagogia: 12.115
6 – Universidade Federal de Pernambuco – Educação Física: 11.397
7 – Universidade Federal do Maranhão Pedagogia: 11.112
8 – Universidade Federal de Goiás – Direito: 10.913
9 – Universidade Federal do Maranhão – Direito: 10.862
10 – Universidade Federal de Goiás – Medicina: 10.402

10 maiores notas de corte
1 – Universidade Federal Fluminense – Direito: 837,8
2 – Universidade de São Paulo – Medicina (cotas): 831,3
3 – Universidade de Brasília – Medicina: 829,6
4 – Universidade Federal do Paraná – Medicina: 826,2
5 – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Medicina: 822,31
6 – Universidade de São Paulo – Engenharia Mecânica: 821,1
7 – Universidade de São Paulo – Engenharia Mecatrônica: 819,3
8- Universidade Federal de Santa Catarina – Medicina – 818,5
9- Universidade Estadual de Minas Gerais – Medicina – 817,1
10- Universidade de Brasília – Medicina (cotas) – 814,1

10 menores notas de corte do Sisu 2017
1. IFPI – Física – Licenciatura Noturno Campus São Raimundo Nonato: 547,05
2. UFMT – Ciências Naturais e Matemática – Física Licenciatura Noturno 548,42
3. IFPI – Física – Licenciatura Noturno Campus Angical: 549,28
4. IFPI – Química – Licenciatura Noturno: 549,29
5. UESPI – Ciências Biológicas Licenciatura Noturno: 549,62
6. UNIPAMPA – Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia – Bacharelado Noturno: 549,86
7. UNICENTRO – Letras/Português Licenciatura Noturno: 549,96
8. UNIPAMPA Campus Caçapava do Sul – Ciências Exatas Licenciatura Integral: 550,56
9. UEPB – Física Licenciatura Integral – Ampla concorrência: 550,84
10. IFPI – Química – Licenciatura Vespertino – Ampla concorrência: 551,29

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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mega-Sena

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.

Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.

Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).

  • Mega-Sena:

01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;

  • Lotofácil:

03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;

Quina:

01 – 24 – 47 – 06 – 60;

  • Timemania:

07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;

Time do coração: 70 – São José/RS .

  • Dia de Sorte:

29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;

Mês da sorte: 10 – Outubro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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