Cotidiano
Mâncio Lima vence Supertaça Acreana de Futebol em final emocionante na Arena do Juruá
A competição contou com jogadores de diferentes regiões do estado, representando suas cidades e demonstrando o potencial do futebol acreano

O campeonato, que reuniu equipes de todas as regiões do Acre, consagrou o time de Mâncio Lima como campeão após uma vitória apertada por 1 a 0 contra a equipe de Marechal Thaumaturgo.
O governo do Acre, por intermédio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), promoveu a grande final da Supertaça Acreana de Futebol, neste domingo, 16, no estádio Arena do Juruá, em Cruzeiro do Sul. O campeonato, que reuniu equipes de todas as regiões do Acre, consagrou o time de Mâncio Lima como campeão após uma vitória apertada por 1 a 0 contra a equipe de Marechal Thaumaturgo.
A competição, voltada para o futebol amador, foi dividida em três fases: municipais, com 64 equipes participantes; regionais, com 43 times; e a fase final, que reuniu os 16 melhores times do estado. Além do troféu e da conquista estadual, a equipe campeã levou para casa uma premiação de 35 mil.

Grande festa da final da Super Taça Acreana no estádio Arena do Juruá. Foto: Marcos Santos/Secom
Como parte da festa do futebol, a organização do evento distribuiu bolas para os torcedores na arquibancada, incentivando a participação popular e o apreço pelo esporte.
Investimento no esporte e impacto no interior do estado
O torneio reitera o compromisso do governo do Acre com o desenvolvimento do futebol amador e a valorização dos talentos regionais. O secretário de Esporte, Ney Amorim, destacou a importância da competição para os municípios do Acre: “A Supertaça Acreana é uma oportunidade para revelar talentos, incentivar a prática esportiva e promover integração entre as cidades. O futebol amador tem um papel fundamental no interior do estado, e por isso estamos investindo em estrutura e apoio às equipes. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais o esporte e criar novas oportunidades para os atletas acreanos”.

Fomento ao esporte amador é uma das políticas públicas da atual gestão governamental. Foto: Marcos Santos/Secom
A competição contou com jogadores de diferentes regiões do estado, representando suas cidades e demonstrando o potencial do futebol acreano. Um dos atletas destaque da equipe campeã de Mâncio Lima, Devilson Abreu, comemorou a conquista e ressaltou a superação do time ao longo do torneio: “Foi uma caminhada difícil, com adversários muito fortes, mas conseguimos dar o nosso melhor e conquistar esse título para a nossa cidade. É um orgulho representar Mâncio Lima e levar esse troféu para casa”.

Atleta do time campeão fala da importância do futebol em sua vida, especialmente para quem mora em comunidades mais distantes. Foto: Marcos Santos/Secom
Por outro lado, o técnico da equipe vice-campeã de Marechal Thaumaturgo, Elenilson Lopes, lamentou a derrota, mas valorizou a participação no torneio. “Fizemos uma grande campanha e chegamos à final com muito esforço. Infelizmente, não conseguimos o título, mas saímos de cabeça erguida. O futebol amador é sobre paixão e dedicação, e estamos orgulhosos do que fizemos”, disse.

Torcedores animaram a final da Supertaça Acreana. Foto: Marcos Santos/Secom
Com a edição deste ano encerrada, a expectativa agora é para a próxima edição da Supertaça Acreana, que segue como um dos principais torneios de futebol amador do estado, movimentando torcidas e revelando talentos.
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Governo do Acre envia projeto à Aleac para corrigir ausência de anexo de emendas na LOA 2026
Mensagem governamental propõe alteração na lei orçamentária para permitir que execução das emendas parlamentares ocorra por créditos especiais e consolidação por decreto; cada deputado tem direito a R$ 4,1 milhões

A proposta deve ser analisada em regime de urgência na Aleac, mas aguarda ainda a pauta do parlamento seja destravado já que existem 10 projetos de leis vetados pelo governador que estão na fila para análise. Foto: captada
O governador Gladson Cameli encaminhou nesta terça-feira (3) à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) um projeto de lei que altera a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 para tratar dos demonstrativos de emendas parlamentares que não puderam ser anexados em tempo hábil no final do ano passado. De acordo com apuração, o orçamento foi sancionado sem o anexo completo por falta de tempo para consolidar a relação de destinatários.
Pela nova redação, o governo altera dispositivo para permitir que a implementação das emendas ocorra por meio de créditos especiais e que a consolidação dos demonstrativos seja realizada por decreto do Poder Executivo. Na redação anterior da LOA, esse procedimento não seria possível, o que poderia inviabilizar a execução das emendas.
Cada um dos 24 deputados estaduais tem direito a R$ 4,1 milhões em emendas parlamentares impositivas, o que totaliza pouco mais de R$ 98 milhões do orçamento estadual. No ano passado, a Mesa Diretora da Aleac se comprometeu a assumir a execução de parte dessas emendas para que cada parlamentar pudesse chegar ao montante de R$ 5 milhões.
Na mensagem encaminhada ao parlamento, o governador justifica que foi verificada “a impossibilidade temporal e jurídica de se publicar a consolidação das emendas parlamentares como anexo originário da LOA 2026”, uma vez que essas emendas serão atendidas mediante abertura de créditos adicionais e não foram aprovadas oportunamente pelo Legislativo durante a apreciação do texto original da lei.
“Diante disso, propõe-se a alteração da LDO 2026 a fim de permitir que a implementação das emendas ocorra via créditos adicionais especiais durante a execução orçamentária, autorizando-se a consolidação do demonstrativo das emendas parlamentares ao orçamento do exercício de 2026 mediante ato do Poder Executivo”, diz trecho da mensagem assinada pelo chefe do Palácio Rio Branco.
A proposta deve ser analisada em regime de urgência na Aleac, mas aguarda a pauta do parlamento ser destravada, já que existem dez projetos de lei vetados pelo governador que estão na fila para análise. A expectativa é que a alteração da LOA ocorra ainda esta semana.
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Prefeitura de Xapuri abre cinco seleções simplificadas com vagas para Educação, Saúde e áreas administrativas
Editais contemplam níveis fundamental, médio, técnico e superior; salários chegam a R$ 4,3 mil e inscrições vão até 11 de março

Entre os cargos previstos estão funções de apoio operacional, técnicos administrativos, profissionais da área da saúde, além de professores e outros trabalhadores vinculados à rede municipal de ensino. Foto: captada
A Prefeitura de Xapuri publicou nesta terça-feira (3) cinco editais de processos seletivos simplificados para contratação temporária e formação de cadastro de reserva em diferentes setores da administração municipal. Os documentos foram divulgados no Diário Oficial e integram um único arquivo oficial.
Os certames contemplam vagas para áreas estratégicas como Educação, Saúde e setores administrativos, com oportunidades para profissionais de níveis fundamental, médio, técnico e superior. A iniciativa busca atender demandas emergenciais do serviço público, especialmente para garantir a continuidade de atividades essenciais nas zonas urbana e rural.
Entre os cargos previstos estão funções de apoio operacional, técnicos administrativos, profissionais da área da saúde, além de professores e outros trabalhadores vinculados à rede municipal de ensino.
As seleções ocorrerão por meio de análise curricular e avaliação de títulos, conforme critérios específicos de cada edital. As contratações serão em caráter temporário, com prazo determinado e possibilidade de convocações conforme a necessidade da administração.
Os salários variam entre R$ 1.621 e R$ 4.318,18, conforme a função e a carga horária. As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no período de 3 a 11 de março de 2026. As taxas variam de R$ 40 a R$ 80, de acordo com o nível de escolaridade exigido. Candidatos inscritos no CadÚnico poderão solicitar isenção nos dois primeiros dias do prazo de inscrição.
Confira:

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Prefeitura de Rio Branco reenvia à Câmara projeto que institui nova Lei Orgânica da Administração Tributária
Proposta em caráter de urgência disciplina carreira de auditor fiscal e estabelece normas para arrecadação e fiscalização no município; texto já havia tramitado anteriormente no Legislativo

Segundo o Executivo, os direitos e vantagens pecuniárias previstos já constam em legislações anteriores, como a Lei Geral da Fiscalização e o Regime Jurídico Estatutário dos Servidores. Foto: captada
A Prefeitura de Rio Branco encaminhou novamente à Câmara Municipal, em regime de urgência urgentíssima, o Projeto de Lei Complementar que institui a nova Lei Orgânica da Administração Tributária do Município e disciplina a carreira de Auditor Fiscal da Receita Municipal. O envio ocorre com base no artigo 39 da Lei Orgânica Municipal (LOM).
O projeto é acompanhado da Mensagem Governamental nº 59/2025, da Análise de Impacto Orçamentário-Financeiro (AIOF) e de parecer jurídico da Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos e Atos Oficiais (Sejur). A proposta estabelece normas sobre a organização da Administração Tributária, definindo competências, prerrogativas, princípios institucionais e a estrutura básica do órgão.
Entre os pontos centrais, a proposta detalha a carreira de Auditor Fiscal da Receita Municipal, com atribuições, direitos, deveres, garantias, vedações, remuneração e desenvolvimento funcional. A Administração Tributária é caracterizada como atividade essencial ao funcionamento do município, responsável pela constituição do crédito tributário, arrecadação, fiscalização e julgamento administrativo de processos fiscais.
O texto elenca como princípios institucionais a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência, justiça fiscal, equidade, autonomia técnica e preservação do sigilo fiscal. A proposta também prevê atuação integrada com administrações tributárias da União, estados e outros municípios, mas veda a terceirização de atividades privativas da carreira.

O prefeito Tião Bocalom afirma que a proposta não gera impacto financeiro aos cofres municipais. Foto: captada
Na justificativa enviada aos vereadores, o prefeito Tião Bocalom afirma que a proposta não gera impacto financeiro, uma vez que os direitos e vantagens previstos já constam em legislações anteriores. O Executivo argumenta que a medida corrige lacunas da atual Lei Complementar nº 30/2017, que não teria disciplinado adequadamente a carreira de auditor fiscal.
O texto também menciona o princípio da simetria federativa, defendendo organização própria para o Fisco municipal, assim como ocorre nas esferas federal e estadual. Segundo a mensagem governamental, a receita própria de Rio Branco tem apresentado crescimento, resultado atribuído, em parte, à atuação dos auditores fiscais.
O projeto volta a tramitar na Câmara Municipal e deve ser apreciado nas próximas sessões, em meio a debates sobre a estrutura administrativa e a organização das carreiras do serviço público municipal.

O projeto volta a tramitar na Câmara Municipal e deve ser apreciado nas próximas sessões, em meio a debates sobre a estrutura administrativa e a organização das carreiras do serviço público municipal. Foto: captada







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