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Acre

Mailza reforça compromisso da gestão com a Segurança Pública no Juruá

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Ao lado do coordenador local do CICC, Mailza celebrou os investimentos que melhoraram a sensação de segurança da população do Juruá. Foto: Marcos Santos/Secom

A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, visitou neste sábado, 19, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em Cruzeiro do Sul, onde reforçou o compromisso do Executivo do Estado com a segurança pública no Vale do Juruá.

“Esse é um importante equipamento, que demonstra o compromisso do governo de melhorar a vida das pessoas. E, para isso, é fundamental garantir o amplo acesso aos serviços de segurança, pois estamos comprometidos em atuar de forma firme para proteger o povo acreano”, ratificou a governante acreana.

No local, Mailza conheceu ações de enfrentamento à criminalidade em execução na região e atividades sociais desenvolvidas pelas forças de segurança, além de debater o aprimoramento de políticas destinadas à garantia do direito de ir e vir e à promoção da sensação de segurança aos quase 200 mil habitantes da região.

Vice-governadora conheceu as instalações e os serviços ofertados pela unidade. Foto: Marcos Santos/Secom

“Esse centro é o resultado dos nossos esforços. Aqui, retornamos, após dois anos, com o serviço do 190; e implantamos o sistema de monitoramento do município, por meios de câmeras de última geração; na região, enviamos o helicóptero Harpia 3, que está à disposição do povo do Juruá; reformamos os espaços físicos utilizados pelas forças de segurança; e melhoraramos as condições de trabalho, com oferta de novos equipamentos, veículos, aumento salarial e o reforço do quadro efetivo das polícias e do Corpo de Bombeiros”, destacou a vice-governadora.

A instalação do CICC, entregue em 27 de junho de 2022, é estratégica no enfrentamento ao narcotráfico e à violência na região. Para construir e equipar a estrutura, o Estado, em parceria com o governo federal, investiu quase R$ 3 milhões.

“O CICC do Juruá é um Centro moderno, que beneficia toda a região e propiciou grandes avanços nos serviços de segurança. Em nome do titular da Sejusp, coronel Américo Gaia, agradecemos a presença da vice-governadora e os investimentos que têm feito a diferença nessa região”, disse o coordenador local do CICC, major Clélio Moura Pinto.

 

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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Acre

Polícia Civil prende três suspeitos de homicídio em Tarauacá; dois são irmãos da etnia Kaxinawá

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Crimes foram esclarecidos após mais de um mês de investigação; suspeitos confessaram participação no assassinato de Gilberlândio de Castro Souza

Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra M.A.O.V. e dois irmãos pertencentes à etnia Kaxinawá. Foto: captadas

A Polícia Civil do Acre prendeu, nesta segunda-feira (12), três pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato de Gilberlândio de Castro Souza, ocorrido há mais de um mês em Tarauacá. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra M.A.O.V. e dois irmãos da etnia Kaxinawá, que confessaram a participação no crime durante as investigações.

O delegado José Ronério, responsável pelo inquérito, destacou que o caso foi solucionado após diligências como oitiva de testemunhas, análises de provas e conduções à delegacia. Com base nas confissões e no conjunto de evidências, a polícia solicitou e obteve autorização judicial para a prisão preventiva dos três.

Os três suspeitos encontram-se sob custódia e permanecem à disposição da Justiça do acre, onde deverão responder pelo crime, conforme previsto na legislação penal.

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Acre

Feijó, no Acre, lidera rebanho suíno da Região Norte e sinaliza nova fase da produção de carne na Amazônia, aponta IBGE

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Dados do IBGE de 2024 mostram transição da criação de subsistência para modelo comercial; interiorização da atividade ganha força no estado e em Rondônia

Em um cenário de recordes nacionais de produção e abate, o ranking liderado por Feijó mostra que a Amazônia, aos poucos, entra no mapa da suinocultura brasileira. Foto: captada 

Feijó, município do Acre, é o maior produtor de suínos da Região Norte, superando cidades tradicionais do Pará e colocando o estado no centro da nova geografia da carne suína na Amazônia. Dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do IBGE, processados em 2026 com base em 2024, mostram que a região vive uma virada: de criação de subsistência, avança para um perfil comercial, com investimentos em genética, manejo e organização da cadeia.

O desempenho de Feijó tem peso simbólico e econômico, acompanhado pela interiorização da produção em municípios como Porto Velho (RO), que também aparece entre os maiores rebanhos da região. Apesar de o Norte ainda representar fatia menor do total nacional comparado a estados como Santa Catarina e Paraná, a mudança de patamar é clara: produtores amazônicos começam a atuar como fornecedores regulares, abrindo espaço para frigoríficos, cooperativas e políticas de sanidade.

No Acre, o protagonismo de Feijó — somado a outros municípios locais no ranking — indica uma vocação produtiva que gera renda no campo, fortalece a agricultura familiar e reduz a dependência de carnes importadas. Em um cenário de recordes nacionais de abate, o estado deixa de ser coadjuvante para se tornar referência suinícola no Norte.

O protagonismo de Feijó não é isolado – reflete um movimento coletivo de municípios acreanos que estão redesenhando a economia rural da região. Foto: art

Mudança de patamar:
  • Do local para o regional: A produção, antes voltada para subsistência e mercado local, agora avança para um modelo comercial, com investimentos em genética, manejo, nutrição e organização da cadeia;

  • Interiorização: Além de Feijó, outros municípios acreanos e até capitais como Porto Velho (RO) começam a aparecer entre os maiores rebanhos, indicando uma diversificação produtiva fora do eixo Sul-Sudeste.

Impacto econômico e social:
  • Geração de renda no campo: A atividade fortalece a agricultura familiar e reduz a dependência de carnes importadas de outros estados;

  • Atração de investimentos: Aumenta a demanda por frigoríficos, cooperativas, crédito rural e políticas de sanidade;

  • Posicionamento estratégico: O Acre se torna referência regional em uma cadeia de valor com alto potencial de crescimento.

Apesar de o Norte ainda representar uma fatia modesta do rebanho brasileiro (ante gigantes como SC, PR e RS), a ascensão de Feijó simboliza a entrada da Amazônia no mapa nacional da suinocultura.

A Secretaria de Agricultura do Acre e entidades do setor devem estruturar políticas de fomento, incluindo assistência técnica, regularização fundiária e acesso a mercados formais.

O protagonismo de Feijó não é isolado – reflete um movimento coletivo de municípios acreanos que estão redesenhando a economia rural da região, com potencial para transformar o estado em um hub de proteína animal sustentável na Amazônia.

O avanço do município acreano indica transição para um perfil mais comercial, com produtores investindo em genética, manejo, ração e organização da cadeia. Foto: captada 

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Acre

Sucuri de grande porte é flagrada atravessando rua no bairro Pentecoste, em Cruzeiro do Sul

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Vídeo mostra serpente de cerca de três metros entrando em área de mata e chama atenção de moradores

Um vídeo enviado à redação no fim de semana chamou a atenção de moradores do bairro Pentecoste, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. As imagens mostram uma sucuri de grande porte, com aproximadamente três metros de comprimento, atravessando uma via urbana antes de entrar em uma área de mata.

No registro, o animal aparece se deslocando de forma tranquila pela rua, sem demonstrar comportamento agressivo, e em seguida desaparece na vegetação próxima. Pessoas que presenciaram a cena relataram surpresa com o tamanho da serpente e registraram o momento em celulares.

Apesar do susto, não houve registro de feridos nem de danos. Especialistas alertam que o aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas tem se tornado mais frequente devido à expansão das cidades sobre áreas naturais e às mudanças ambientais.

A recomendação das autoridades ambientais é que, ao encontrar animais silvestres, a população mantenha distância, não tente capturá-los ou afugentá-los por conta própria e acione os órgãos responsáveis, como o Corpo de Bombeiros ou o Batalhão de Policiamento Ambiental, para que o resgate seja feito de forma segura.

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