Brasil
Lula admite disputar reeleição se estiver com boa saúde e a energia que tem hoje
Sobre apoio no Congresso, Lula disse que os novos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), vão “ajudar muito” o governo federal nos próximos dois anos

Presidente Lula condiciona disputar reeleição à boa saúde. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu a possibilidade de disputar a reeleição em 2026, mas condicionou a decisão à sua saúde. Lula, que tem 79 anos, disse que “se eu estiver legal e achar que posso ser candidato, eu posso ser candidato”.
“Se eu vou ser candidato ou não em 2026, tem uma discussão com muitos partidos políticos, com a sociedade brasileira. Eu tenho 79 anos, tenho que ter consciência comigo mesmo, não posso mentir para ninguém, e muito menos pra mim”, afirmou Lula em entrevista à Rádio Clube do Pará nesta sexta-feira (14).
“Se eu estiver com 100% de saúde, se eu tiver com a energia que eu tenho hoje, inclusive de cabeça limpa. Sabe por quê? Eu caí um tombo em outubro de 2024, machuquei a cabeça, e eu fiz um tratamento, limpei a cabeça. Tirei tudo o que era bobagem que tinha na cabeça, só ficou coisa boa agora e pensamento positivo. Então, é esse país que a gente vai discutir em 2026. Se eu estiver legal e achar que posso ser candidato, eu posso ser candidato, mas não é minha prioridade agora”, completou. Na resposta, o presidente ponderou ser “muito cedo” para falar sobre o próximo pleito eleitoral.
Câmara e Senado
Sobre apoio no Congresso, Lula disse que os novos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), vão “ajudar muito” o governo federal nos próximos dois anos. Lula também agradeceu os antecessores dos dois, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
“Sou agradecido ao Congresso, ao Arthur Lira e ao Rodrigo Pacheco. E agora temos dois novos presidentes que vão nos ajudar muito, para que a gente coloque não a pauta do governo, mas a pauta das necessidades do povo, para votar”, disse.
“Quando a gente colocar a pauta do povo, tenho certeza de que o Congresso vai aprovar. Estou muito tranquilo quanto a isso”, completou o presidente.
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Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 41 milhões neste sábado

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
As seis dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 41 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.


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