Cotidiano
Lotofácil da Independência pode pagar prêmio recorde de R$ 200 milhões neste sábado
Apostas podem ser feitas até as 17h e custam a partir de R$ 3.
A Lotofácil da Independência (concurso especial 2.900) pode pagar neste sábado (9) um prêmio de R$ 200 milhões — o maior da história da modalidade. Ganha a bolada a aposta que acertar 15 números. O sorteio da loteria será realizado por volta das 20h.
Por se tratar de um concurso especial, o prêmio não irá acumular. Ou seja, caso nenhum apostador acerte os 15 números da faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores de 14 números — e assim por diante, conforme a regra da loteria.
As apostas podem feitas até as 17h deste sábado e custam a partir de R$ 3.
Essa é a 12ª edição do concurso especial da Lotofácil. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o maior prêmio já pago pela loteria foi em 2022, quando 79 apostas dividiram o total de R$ 177,6 milhões
Como apostar
Os jogadores podem marcar de 15 a 20 números entre os 25 disponíveis no volante. Há também a opção de deixar que o sistema faça a escolha automaticamente, por meio da “surpresinha”.
De acordo com a Caixa, ganham prêmios aqueles que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números — sendo este o valor máximo.
Os jogos podem ser feitos em casas lotéricas ou pela internet, até as 17h. A aposta simples da modalidade custa R$ 3.
Bolão
Os jogadores também podem apostar em grupo por meio de um bolão. Para isso, basta selecionar a opção no volante ou pedir ao atendente da casa lotérica. Ao optar pelo bolão, cada participante terá direito a uma cota, com recibo individual, o que possibilita receber o prêmio separadamente.
Na Lotofácil, os bolões têm preço mínimo de R$ 12. Cada jogo precisa ter no mínimo duas cotas — o número máximo varia conforme a quantidade de números de cada aposta. Veja abaixo:
- Apostas com 15 números: máximo de 7 cotas
- Apostas com 16 números: máximo de 25 cotas
- Apostas com 17 números: máximo de 30 cotas
- Apostas com 18 números: máximo de 35 cotas
- Apostas com 19 números: máximo de 70 cotas
- Apostas com 20 números: máximo de 100 cotas
Os apostadores também podem adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas, solicitando ao atendente a quantidade de cotas que deseja. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.
Quanto rende a bolada?
De acordo com a Caixa Econômica Federal, caso um apostador leve sozinho o prêmio de R$ 200 milhões e aplique na poupança, o rendimento será de R$ 1,3 milhão no primeiro mês.
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Assembleia aprova Projeto de Lei e Estado vai investir R$ 2 milhões no futebol
Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta, 4, um Projeto de Lei onde autoriza o governo do Estado investir R$ 2 milhões no futebol. O repasse será feito para os clubes por intermédio da Federação de Futebol do Acre(FFAC). “Priorizamos esse projetos porque acreditamos no esporte como uma ferramenta transformadora principalmente para a nossa juventude”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior(PP). Proposta encaminhada …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Justiça nega ação de Vini Jr. contra empresa de energia no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro negou uma ação movida pelo jogador Vinícius Júnior que questionava uma cobrança de quase R$ 275 mil da empresa de energia Light.
Vini Jr. foi cobrado em R$ 274.552,23 por obras de adequação elétrica em um imóvel no Rio. O atacante do Real Madrid afirmou ter quitado o valor integralmente, mas alegou que um erro no sistema da Light impediu o reconhecimento do pagamento, gerando novas cobranças indevidas e risco de corte de energia.
O jogador sustentou ainda que funcionários da empresa teriam falado que o cálculo da obra foi superior ao devido, o que geraria um crédito de R$ 162.531,00 ou estorno do valor. No último dia 20 de fevereiro, no entanto, a 7ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca negou o pedido da defesa do jogador sobre a produção antecipada de provas.
Vini Jr. solicitou à Justiça que a Light exibisse uma série de documentos, incluindo gravações de chamadas, protocolos de atendimento e registros sistêmicos, para comprovar a existência de um suposto crédito de R$ 162.531,00 que teria sido informado verbalmente por funcionários da empresa após o pagamento da obra de adequação elétrica.
No entanto, a Justiça recusou o pedido por entender que o atleta não demonstrou a “utilidade concreta” ou a necessidade urgente da medida, uma vez que não comprovou o risco de os documentos desaparecerem, nem apresentou indícios mínimos de que o crédito realmente existia antes de exigir que a empresa produzisse tal prova.
O magistrado ressaltou que a ação de produção antecipada de provas não deve ser utilizada para “diligências investigativas genéricas” ou como substituto de procedimentos administrativos quando a empresa já havia negado a existência de valores a serem devolvidos.
Versão da Light
A Light negou a existência de qualquer crédito disponível para ressarcimento de Vini Jr. A empresa afirmou que a fatura de outubro de 2023 foi refaturada em novembro daquele ano para cobrar apenas o consumo real de energia, inexistindo saldo remanescente ou valores a serem devolvidos ao autor.
Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que o pedido de produção antecipada de provas não preenchia os requisitos legais.
“Verifica-se que o pedido formulado se volta à tentativa de obtenção de elementos para eventual futura demanda, sem que tenha sido demonstrado, contudo, o requisito da utilidade concreta e da necessidade da medida”, registrou a sentença. “Os pedidos foram julgados improcedentes, e, por se tratar de um procedimento preparatório, não houve condenação ao pagamento de honorários de sucumbência”, determinou o juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE
Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida
O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.
A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.
Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.
A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.
“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.
Auxílio financeiro e dados estaduais
Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.
De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.
As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada

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