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Integrante do novo cangaço que escapou de ataque no Acre é executado em Recife

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Anderson Gomes de França Primeiro, trabalhava como motorista de aplicativo em Rio Branco, no Acre.

Ele, que integrava o novo cangaço, uma quadrilha especializada em atacar agências bancárias de pequenas cidades, utilizava o nome falso de José Alfredo Gomes.

Mas a verdadeira identidade e o histórico de crimes do assaltante, vieram à tona, em de dois de junho do ano passado.

Era início da tarde, quando o foragido chegou em casa, em carro modelo Prisma.

Onze segundo depois, um Celta de cor prata, estaciona ao lado do imóvel.

Um bandido desceu do automóvel e fez uma sequência de tiros contra Anderson Gomes.

O ataque ocorreu na rua Perdiz, no Conjunto Ouricuri, em Rio Branco.

Atingido três vezes, a vítima foi socorrida pelo SAMU e encaminhado ao Pronto Socorro.

Mas, no Hospital de Urgência e Emergência, investigadores da Delegacia de Homicídios, descobriram a verdadeira identidade do motorista de aplicativo.

Depois de receber alta médica, Anderson Gomes foi preso pela Polícia Civil. No dia seguinte foi encaminhado para a audiência de custódia.

Mas como nenhum mandado de prisão foi encontrado, acabou liberado.

Seis dias depois, o membro do novo cangaço, foi detido por investigadores da Delegacia de Homicídios.

Ele foi flagrado dentro de um cartório da cidade com documentos falsos, tentando fazer a transferência de um carro, para outra pessoa.

A investigação policial, descobriu ainda que o assaltante tinha dois mandados de prisões preventiva em aberto, expedidos pela Justiça da Bahia e Pernambuco.

No dia seguinte a prisão, Anderson Gomes, foi encaminhado ao presídio de Rio Branco.

Mas em novembro passado, ele progrediu de regime e ganhou a liberdade.

O assaltante voltou ao Estado de Pernambuco, onde foi assassinado.

A defesa encaminhou um documento, pedindo a extinção  do processo, que o réu respondia no Acre, pelo crime de uso de documento falso.

Consta na petição encaminhada pelo advogado ao juiz da 3ª Vara Criminal que Anderson Gomes de França Primeiro, foi assassinado no dia 15 de fevereiro deste ano. O crime aconteceu na rua Sargento Silvino de Macêdo, em Recife.

No atesto de óbito, consta como causa da morte Politraumatismo decorrente de ação perfuro contundente de projéteis de arma de fogo.

O corpo de Anderson Gomes foi enterrado no cemitério Parque das Flôres.

A Justiça deve determinar o arquivamento do processo.

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Deputado Tadeu Hassem visita Capixaba e reforça apoio ao Legislativo municipal

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Parlamentar destacou parceria com vereadores e reafirmou compromisso com o fortalecimento do parlamento mirim

O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) esteve em Capixaba nesta semana, onde participou do retorno dos trabalhos da Câmara Municipal e foi recebido por vereadores do município. Durante a visita, o parlamentar expressou gratidão pelo acolhimento na sede do Legislativo, a quem se referiu como “a casa do povo”.

Em discurso, Tadeu Hassem destacou o carinho recebido e ressaltou a importância simbólica do momento. “Foi um dia especial com pessoas especiais, na volta dos trabalhos da Câmara Municipal de Capixaba, lugar que mora no meu coração”, afirmou.

O deputado também reafirmou seu apoio ao parlamento mirim, ressaltando o papel dos vereadores na escuta das demandas da população. Segundo ele, o Legislativo municipal está na linha de frente do atendimento às necessidades da comunidade e exerce função essencial na representação popular.

Tadeu Hassem agradeceu, de forma especial, aos vereadores Diego Paulista e Dra. Ângela Paula pelo convite e pela parceria institucional. O parlamentar ainda informou que a Câmara de Capixaba já foi contemplada com recursos provenientes de seu mandato e garantiu que novos investimentos continuarão sendo destinados ao município.

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Falta de água atinge moradores do centro antigo de Brasiléia há quase quatro dias

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Depasa atribui problema ao acúmulo de balseiros no Rio Acre e prevê normalização do abastecimento na noite desta terça-feira (10)

Moradores do centro antigo de Brasiléia, na região de fronteira do Acre, enfrentam desabastecimento de água nas residências e em pequenos comércios há quase quatro dias. Em algumas áreas, segundo relatos, não cai água nas torneiras há tempo suficiente para esvaziar totalmente as caixas d’água.

“Para quem tem uma família de quatro pessoas e uma caixa de mil litros, fica muito difícil. Precisamos cozinhar, tomar banho, lavar roupa, e ninguém sabe exatamente o que está acontecendo”, desabafou um morador que vive nas proximidades da igreja católica.

A região central antiga concentra um número significativo de residências e estabelecimentos comerciais, e a falta de água tem gerado transtornos em diversas atividades do dia a dia.

Em contato com a direção do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa) em Brasiléia, a reportagem foi informada de que o problema está relacionado às dificuldades operacionais no sistema de captação. Com a elevação do nível do rio, ocorre o acúmulo de balseiros, que acabam entupindo a válvula da bomba de captaçãoinstalada no Rio Acre.

Segundo o órgão, as constantes paradas no sistema têm atrasado o abastecimento, especialmente quando os entupimentos ocorrem durante a noite, período em que não é possível realizar mergulhos para a desobstrução do equipamento.

Ainda conforme o Depasa, a previsão é que o abastecimento seja normalizado na noite desta quarta-feira (11). A autarquia orienta os moradores a ficarem atentos aos horários de retorno da água, a partir das 20h30, nas seguintes localidades: Rua Marechal Rondon, Rua José Meireles, Bairro Raimundo Chaar e áreas de Epitaciolândia.

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Denúncia anônima leva à apreensão de cerca de 27 quilos de drogas no Segundo Distrito de Rio Branco

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Ação do Tático do 2º Batalhão, com apoio do BOPE, ocorreu no Ramal da Castanheira, no bairro Vila Acre; ninguém foi preso

Uma denúncia anônima resultou na apreensão de aproximadamente 27 quilos de entorpecentes na tarde desta segunda-feira (9), no Ramal da Castanheira, bairro Vila Acre, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações do Tático do 2º Batalhão da Polícia Militar, a guarnição realizava patrulhamento de rotina quando foi abordada por um morador que preferiu não se identificar, temendo represálias de uma organização criminosa. O denunciante informou que, logo após uma ponte de madeira, havia uma residência sem cerca onde integrantes de facção estariam se reunindo para armazenar e comercializar drogas.

Com base nas informações, os policiais solicitaram apoio de outra viatura do batalhão e da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães) do BOPE. As equipes iniciaram diligências em uma área de difícil acesso, com vegetação densa.

Durante as buscas, um homem foi abordado e afirmou residir em uma chácara na região, porém nada de ilícito foi encontrado com ele. Ao chegarem a um dos imóveis citados na denúncia, os policiais sentiram forte odor característico de entorpecente. Pela fresta de uma janela, foi possível visualizar a droga sobre uma cômoda. Como a porta estava apenas encostada, a equipe entrou no local, configurando situação de flagrante.

No interior da residência, foram encontrados 12 tabletes de substância semelhante a skank, acondicionados em um saco de fibra. Em continuidade à vistoria, os militares localizaram outros oito tabletes escondidos dentro de um tambor plástico, além de documentos pessoais e um cartão bancário.

Durante a operação, os policiais identificaram ainda um rastro em meio à vegetação que levava a uma casa abandonada em uma rua paralela. No local, foi apreendida uma mochila contendo seis tabletes de droga, uma espingarda calibre .28, uma balança de precisão e material utilizado para embalar entorpecentes.

Apesar das diligências realizadas na região, nenhum suspeito foi preso. Todo o material apreendido, totalizando cerca de 27 quilos de drogas, foi encaminhado à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DENARC) para os procedimentos legais.

O Tático do 2º Batalhão tem intensificado as ações de combate ao tráfico de drogas no Segundo Distrito da capital, com apoio da população por meio de denúncias anônimas, consideradas fundamentais para o enfrentamento à criminalidade.

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