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Incêndio atinge depósito da Gazin em Boca do Acre e mobiliza moradores

Incêndio atinge depósito da Gazin e mobiliza moradores na Avenida Amazonas, em Boca do Acre. Populares ajudaram a conter as chamas e evitar que o fogo atingisse imóveis vizinhos. Ninguém ficou ferido.
Chamas foram controladas com ajuda da comunidade; ninguém ficou ferido
Um incêndio atingiu o depósito da rede varejista Gazin na manhã deste domingo (8), na Avenida Amazonas, no município de Boca do Acre, no interior do Amazonas.
De acordo com informações preliminares, as chamas começaram na área do depósito da loja e rapidamente chamaram a atenção de moradores e comerciantes da região. Populares que estavam próximos ao local se mobilizaram e ajudaram com apoio de uma equipe do Ibama – Prevfogo, a conter o fogo, evitando que o incêndio se alastrasse para imóveis vizinhos.
A ação rápida da comunidade foi fundamental para impedir que os danos fossem maiores.
Apesar do susto e da grande quantidade de fumaça que tomou conta da área, ninguém ficou ferido.
As causas do incêndio ainda não foram divulgadas. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes para identificar o que pode ter provocado o início das chamas.
O episódio movimentou a Avenida Amazonas e atraiu a atenção de diversos moradores da cidade, que acompanharam a situação enquanto o fogo era controlado.
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Pedestre fica ferido após ser atropelado por motocicleta no bairro Recanto dos Buritis, em Rio Branco

Pedestre ficou ferido após ser atropelado por motocicleta na Travessa Osvaldo Coelho, no bairro Recanto dos Buritis, em Rio Branco. A vítima foi socorrida pelo Samu e levada ao pronto-socorro.
Acidente ocorreu no bairro Recanto dos Buritis; vítima foi socorrida pelo Samu e levada ao pronto-socorro
O pedestre Evilazio Gomes de Souza, de 56 anos, ficou ferido após ser atropelado por uma motocicleta na manhã deste domingo (8), na Travessa Osvaldo Coelho, no bairro Recanto dos Buritis, em Rio Branco.
De acordo com informações da própria vítima, ele tentava atravessar a rua quando não percebeu a aproximação do motociclista. O condutor ainda tentou frear, mas acabou atingindo Evilazio.
Com o impacto, o homem foi arremessado ao solo e sofreu um corte no supercílio esquerdo, além de traumatismo cranioencefálico leve (TCE), escoriações pelo corpo e um edema na região do rosto.
Populares que presenciaram o acidente acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma equipe ao local. Após os primeiros atendimentos e a estabilização da vítima, ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco.
Apesar dos ferimentos, o estado de saúde de Evilazio é considerado estável.
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Trabalhador cai de altura de cinco metros durante obra de elevado na Estrada Dias Martins, em Rio Branco

Trabalhador sofreu queda de aproximadamente cinco metros durante obra do elevado na Estrada Dias Martins, em Rio Branco. Ele fraturou o braço e foi socorrido pelo Samu.
Operário utilizava equipamento de segurança, mas corda do sistema de proteção se rompeu durante o trabalho. Ele sofreu fratura no braço e foi levado ao pronto-socorro.
O trabalhador Francisco Alves Ribeiro, de 46 anos, sofreu um acidente de trabalho no início da tarde desta sexta-feira (6) durante a construção de um elevado na Estrada Dias Martins, nas proximidades da AABB, em Rio Branco.
De acordo com informações de populares, Francisco é funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Prefeitura de Rio Branco na execução da obra.
Durante a realização do trabalho, o operário acabou caindo de uma altura aproximada de cinco metros.
Ainda segundo relatos, a vítima utilizava Equipamentos de Proteção Individual (EPI). No entanto, a corda que fazia parte do sistema de segurança utilizado para evitar uma possível queda não suportou o peso e acabou se rompendo, fazendo com que o trabalhador despencasse da estrutura.
Com o impacto contra o solo, Francisco sofreu uma fratura no braço direito.
Colegas de trabalho prestaram os primeiros socorros e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Uma ambulância de suporte básico foi enviada ao local. A equipe realizou os primeiros atendimentos, imobilizou o braço da vítima e, em seguida, encaminhou Francisco ao Pronto-Socorro de Rio Branco.
Apesar da altura da queda, o trabalhador foi levado à unidade de saúde em estado de saúde estável.
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Reveses no STF e ausências: CPI do Crime Organizado empaca no Senado

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senadoenfrenta dificuldades para manter o ritmo das investigações. Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que limitaram medidas aprovadas pelo colegiado e a ausência de depoentes em sessões recentes têm provocado atrasos na agenda de trabalho da comissão.
Instalada em novembro de 2025, a CPI foi criada para investigar a atuação de organizações criminosas, milícias e esquemas de lavagem de dinheiro no país. A comissão é presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e tem como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O prazo da CPI é de 120 dias, mas esse período pode ser prorrogado desde que haja requerimento assinado por um terço dos parlamentares.
Parte das dificuldades recentes decorre de decisões do Supremo Tribunal Federal que suspenderam medidas de investigação aprovadas pelos parlamentares.
Uma das decisões foi proferida pelo ministro Gilmar Mendes, que interrompeu a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de uma empresa investigada pela comissão, ligada ao também magistrado Dias Toffoli. As quebras dos sigilos eram referentes à empresa Maridt Participações S.A.
O colegiado recorreu da determinação, argumentando que a suspensão compromete diligências consideradas essenciais para o avanço das apurações.
Além do pedido para suspender os efeitos da decisão, os parlamentares ingressaram com uma petição para que o processo tenha a distribuição revista no Supremo.
A dificuldade da CPI do Crime Organizado avançar
- CPI enfrenta paralisação parcial no Senado: decisões do STF e ausência de depoentes têm atrasado as investigações do colegiado.
- STF suspende quebra de sigilos de empresa investigada: ministro Gilmar Mendes barrou acesso a dados da Maridt Participações S.A., ligada a Dias Toffoli.
- Sessões canceladas por falta de depoentes: convocados como Cláudio Castro, Ibaneis Rocha e Roberto Campos Neto não compareceram às oitivas.
- Relator critica impacto das decisões judiciais: Alessandro Vieira diz que impedir quebras de sigilo prejudica a produção de provas da CPI.
Depoentes faltosos
A CPI também tem enfrentado dificuldades para reunir depoentes. Em várias das reuniões previstas, a sessão acabou sendo cancelada após a ausência de convidados ou convocados para prestar esclarecimentos, como o caso do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
Os casos mais recentes de cancelamento da sessão por ausência do depoente foi a de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central (BC), que teve um habeas corpus concedido pelo ministro do STF André Mendonça que o desobrigou a comparecer à sessão.
O colegiado também tinha a expectativa de ouvir o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Entretanto, ele foi preso novamente pela Polícia Federal (PF) no mesmo dia em que deveria prestar esclarescimentos.
Outro depoimento previsto para o mesmo dia era o do cunhado de Vorcaro, o empresário Fabiano Campos Zettel, que também foi preso pela PF.
Alessandro Vieira critica decisões
Ao Metrópoles, o relator do colegiado, Alessandro Vieira, admitiu que as decisões da Suprema Corte atrapalham o andamento das investigações.
“É preciso distinguir as decisões: aquelas que permitem que o convocado, por ser investigado, fique calado ou não compareça, são razoáveis e compatíveis com a jurisprudência. Já as decisões que impedem quebras de sigilo se mostram equivocadas. Estas atrapalham muito o andamento da CPI“, declarou.
O senador explicou que os depoimentos de investigados são ferramentas de defesa, pois fica permitido “calar, omitir e até mentir”. “Já os documentos obtidos com as quebras são provas inquestionáveis e ajudam a montar o quebra-cabeça do fato investigado”, afirmou.
A sequência de cancelamentos e adiamentos tem prejudicado o cronograma da comissão, que depende das oitivas e da análise de dados sigilosos para avançar nas investigações.
Apesar dos entraves, integrantes da CPI afirmam que pretendem reorganizar a agenda de trabalho nas próximas semanas e aguardam uma definição do STF sobre os recursos apresentados pela comissão. A expectativa é retomar as oitivas e ampliar a coleta de informações antes da elaboração do relatório final.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL




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