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Idosa morre sem saber que usava pedra de mais de R$ 6 milhões como aparador de porta
Pepita de âmbar foi encontrada pela mulher no leito de um riacho em Colti, na Romênia, e hoje faz parte do acervo de um museu
Uma senhorinha romena vivia no vilarejo de Colti, no sudeste do país, quando encontrou uma pedra avermelhada no leito de um riacho local. O item com 3,5 kg acabou aproveitado por ela como aparador de porta na casa onde morava. No entanto, após a morte da idosa, em 1991, o item chamou a atenção de uma herdeira da mulher, que considerou a hipótese de se tratar de algo precioso.

Pedra de âmbar encontrada por idosa em riacho na Romênia vale R$ 6,2 milhões Divulgação/Museu Provincial de Buzau
Conforme reportado pela versão em inglês do jornal El País, ela então vendeu a pedra ao estado romeno, que a encaminhou para análise de especialistas do Museu de História de Cracóvia, na Polônia, onde ela foi classificada como uma das maiores pepitas de âmbar já encontradas.
Atualmente, ela é avaliada em aproximadamente 1 milhão de Euros — valor equivalente a R$ 6.253.831,61, na cotação atual — e faz parte do acervo do Museu do Condado de Buzau, na própria Romênia.
No entanto, em declaração ao El País, Daniel Costache, diretor da instituição, acredita que a pedra possua valor incalculável: “A descoberta dela representa um grande significado tanto ao nível científico quanto ao nível museológico”, avaliou.
Valor que curiosamente não foi ignorado apenas pela antiga proprietária, mas também por ladrões que invadiram a casa da idosa, quando a pedra de âmbar ainda estava por lá. “Na busca frenética por objetos de valor, eles ignoraram o verdadeiro tesouro”, contaram parentes da mulher.
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PRF apreende 7 mil maços de cigarros contrabandeados no interior do Acre
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PM apreende arma de fogo após ocorrência de agressão em Santa Rosa do Purus
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Suspeito é preso com arma e moto roubada durante denúncia de cárcere privado em Rio Branco
Polícia encontrou revólver municiado, droga e veículo com restrição dentro de residência na Cidade do Povo
Policiais militares da Força Tática do 2º Batalhão prenderam Alan da Silva Cruz, de 23 anos, na noite desta segunda-feira (23), durante atendimento a uma ocorrência no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.
A guarnição foi acionada via COPOM após denúncia de cárcere privado. Segundo as informações, três indivíduos teriam invadido uma residência levando uma pessoa amarrada. Também foi relatado que um dos suspeitos seria foragido da Justiça e que o grupo estaria armado.
Diante da gravidade, os militares solicitaram apoio e se deslocaram até o endereço, localizado na Quadra 08C, nas proximidades de um campo de futebol. Ao chegarem, os policiais ouviram vozes em tom elevado e movimentação dentro do imóvel.
A proprietária autorizou a entrada da equipe. Durante a averiguação, os policiais sentiram forte odor de entorpecente e localizaram uma porção de substância semelhante à maconha sobre o balcão da cozinha.
Questionado, Alan confessou possuir um revólver calibre .32, que, segundo ele, seria para proteção pessoal. A arma foi encontrada debaixo de uma cadeira, municiada com seis cartuchos. Durante a checagem, os policiais identificaram inconsistências na numeração, levantando suspeita de adulteração.
No local, também foi encontrada uma motocicleta com a placa amassada. Após consulta, foi constatado que o veículo possuía restrição de roubo ou furto desde janeiro de 2026. O suspeito afirmou ter comprado a moto, mas não soube informar a procedência.
Diante dos fatos, Alan assumiu a posse dos materiais ilícitos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi apresentado sem lesões.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, conhecido como “Alanzinho”, já é investigado por possível envolvimento em crimes como homicídios e tentativas. Um aparelho celular também foi apreendido para auxiliar nas investigações.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.




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