Acre
Idaf se prepara para barrar monília do cacaueiro
A monília atinge diretamente o caroço ou a semente a parte principal do fruto. Idaf promoveu um encontro para discutir os prejuízos que a monília pode trazer não só para o Acre mais para todo o Brasil. Participaram da reunião técnicos do Idaf, da Embrapa e secretaria de Estado de Produção.
A ordem é monitorar a fronteira com a Bolívia e o Peru para evitar a entrada do fungo causador da monília.
COM ADAÍLSON OLIVEIRA
Uma doença que vem dizimando cacaueiros em vários países da América do Sul e foi detectado em cidades bolivianas a 50 quilômetros da fronteira brasileira. A doença também atinge o cupuaçu, o que já obriga ações de prevenção por parte do Idaf.
Fungo monília ainda não chegou ao Brasil. Por isso, os técnicos de Defesa Sanitária estão sendo instruídos para fazer barreiras nas regiões de fronteira.
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Os técnicos do Instituto de Defesa Agroflorestal do Acre (Idaf) descobriram que existem casos da monília em pelo menos duas cidades bolivianas a 50 quilômetros da fronteira.
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O fungo ataca toda a fruta deixando ela com aparência esbranquiçada. A monília atinge diretamente o caroço ou a semente a parte principal do fruto.
Nessa sexta-feira, o Idaf promoveu um encontro para discutir os prejuízos que a monília pode trazer não só para o Acre mais para todo o Brasil. Participaram da reunião técnicos do Idaf, da Embrapa e secretaria de Estado de Produção.
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A proposta, segundo o técnico do Idaf Pedro Arruda, é conhecer a monília e preparar um plano de contingência caso ele chegue ao Brasil.
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É preciso alertar os pequenos produtores. No Acre, não existem plantações de cacau. Aparece mais o nativo, mas o cupuaçu faz parte da lista de produtos que levam renda para o pequeno produtor.
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Acre
Calor intenso e alta umidade marcam a segunda-feira no Acre, com risco de chuvas fortes
Previsão indica pancadas isoladas em todas as regiões do estado, principalmente à noite e na madrugada, com temperaturas acima dos 30 °C

O início da semana no Acre será marcado por calor intenso e elevada umidade do ar, condições que favorecem a ocorrência de chuvas isoladas e pontuais em diversas regiões do estado nesta segunda-feira (19). Em algumas áreas, as precipitações podem ser fortes, aumentando o risco de transtornos à população, sobretudo durante a noite e a madrugada.
No leste e no sul do estado, que incluem as microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, a previsão aponta sol entre nuvens, períodos de forte calor e chuvas passageiras ao longo do dia, com maior intensidade no período noturno. A umidade relativa do ar deve variar entre 55% e 65% durante a tarde, podendo alcançar entre 90% e 100% ao amanhecer. Os ventos permanecem fracos ou calmos, com predominância do norte e variações entre noroeste e nordeste.
No centro e oeste do Acre, abrangendo regiões como Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o tempo também será quente e abafado, com chuvas isoladas e probabilidade média de precipitações mais intensas. Nessas áreas, a umidade relativa do ar oscila entre 65% e 75% à tarde, chegando a 90% ou até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos seguem fracos, com direção predominante do norte.
As temperaturas continuam elevadas em todo o estado. Em Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, as mínimas variam entre 22 °C e 24 °C, enquanto as máximas ficam entre 31 °C e 33 °C. Em Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba e Assis Brasil, as máximas podem alcançar entre 32 °C e
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Acre
Idoso de 87 anos com problemas de audição desaparece em Rio Branco

Um idoso identificado como Pedro Vilchez, de 87 anos, está desaparecido em Rio Branco. De acordo com familiares, ele foi visto pela última vez no domingo (18), nas proximidades do Café Contri, vestindo calça jeans, camisa branca e chapéu branco.
Pedro possui problemas de audição, o que aumenta a preocupação da família e reforça o pedido de atenção redobrada da população.
A informação sobre o desaparecimento foi confirmada nesta segunda-feira (19) pelo filho do idoso, Marcos Vilchez, que solicita apoio para localizar o pai o quanto antes.

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Acre
Rio Tarauacá fica abaixo da cota de alerta e indica normalização após cheia no município
Nível do rio caiu para 8,30 metros na manhã desta segunda-feira (19), segundo a Defesa Civil, reduzindo o risco de novos alagamentos

Foto: Imagem ilustrativa dos rios Muru e Tarauacá, em Tarauacá I Whidy Melo/ac24horas
O rio Tarauacá ficou abaixo da cota de alerta na manhã desta segunda-feira (19), marcando um avanço importante no processo de normalização após a cheia que atingiu o município nos últimos dias. Conforme atualização divulgada pela Diretoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a medição realizada às 6h apontou que o nível do manancial chegou a 8,30 metros.
O volume representa uma queda de 30 centímetros em relação ao registrado no domingo, quando o rio estava com 8,60 metros. Com esse patamar, o Tarauacá passou a ficar abaixo da cota de alerta, estabelecida em 8,50 metros, e permanece distante da cota de transbordamento, fixada em 9,50 metros.
A marca indica um cenário mais seguro para a cidade, reduzindo o risco imediato de novos alagamentos e trazendo alívio à população, que enfrentou dias de apreensão durante o período mais crítico da enchente.
De acordo com a Defesa Civil, a sequência de quedas observada desde a última sexta-feira demonstra que o processo de vazante vem se consolidando. Após sair da cota de transbordamento, o rio ainda permaneceu por alguns dias acima do nível de alerta, com pequenas oscilações, até registrar agora um recuo mais significativo, suficiente para colocá-lo abaixo do patamar considerado de atenção pelas autoridades.


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