Acre
ICEC: Empresários acreanos estão mais otimistas, diz Fecomércio-AC

No Acre, variação positiva na confiança do empresário é 14,7% maior do que o observado nacionalmente
O empresário demonstrou, em novembro de 2022, mais confiança na geração de negócios, pelo menos segundo pesquisa divulgada, em dezembro do ano passado, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo o assessor da presidência Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, no penúltimo mês do ano, observou-se uma elevação no Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) em todo o País, de modo a atingir a marca de 113,3 pontos, indicando que houve 0,8% de variação mensal, acumulando, ao longo do ano, 10,9% de expectativas positivas.
Em relação ao Acre, numa prévia de índice de confiança do empresário do comércio, ainda segundo Egídio, a variação de novembro para dezembro de 2022 foi de 7,2%, acumulando, ao longo do ano, uma variação positiva na confiança do empresário do comércio em 14,7% maior do que o observado nacionalmente.
“Vários fatores alavancaram esse índice, entre eles, a expectativa do aumento de vendas no final do ano, iniciando-se com a Copa do Mundo de Futebol, seguida pela Black Friday e culminando com o Natal”, reforçou Garó, relembrando que outros elementos são utilizados para o cálculo do ICEC.
De acordo com as definições da CNC, podem ser compreendidos como: a confiança no momento econômico, expectativa de contratações, nível de estoque, setor e nível de investimento, sendo divididos em três subitens: o primeiro Índice aponta as Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC), comparam a situação econômica do País, do setor de atuação e da própria empresa em relação ao mesmo período do ano anterior; o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (ICEC) avalia os mesmos aspectos, mas em relação ao futuro no curto prazo; por fim, o Índice de Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC), que abordam questões mais específicas, como a expectativa de contratação de funcionários para os próximos meses; o nível de investimentos em relação ao mesmo período do ano anterior; e o nível atual dos estoques diante da programação de vendas”, explicou Egídio
A avaliação de todos os itens descritos, ainda de acordo com Garó, permite apontar o índice de confiança dos empresários do setor, mas o assessor reforça que tais resultados não significam que todos os índices elencados tenham apresentado resultados positivos. “Senão, vejamos a exemplo, o momento econômico. Em novembro passado, esse indicador apresentou 110,8 pontos e, em dezembro, tal indicador indicou 116 pontos. Um resultado positivo de 4,69%, acumulando ao longo de todo o ano, 22,4%. Contudo, o Índice de Investimentos do Empresário do Comércio, notadamente no que tange aos estoques, apresentou variação negativa comparando-se dezembro com novembro, de -1,81%, acumulando uma redução de -3,35% no acumulado do ano”.
Egídio Garó finalizou afirmando que, de maneira geral, empresários do comércio acreano são os que apresentam expectativas mais otimistas, destacando-se das demais regiões do País”. “O que indica possibilidade de expansão, crescimento, investimentos e, consequentemente, recuperação dos estoques”.
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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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