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Homem que matou esposa revela em depoimento que traiu vítima com a melhor amiga dela

Hitalo Marinho disse a polícia que companheira foi com uma almofada em direção ao filho com o intuito de sufocá-lo e por isso teve a reação de matá-la

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Por Leônidas Badaró

O administrador Hitalo Marinho Gouveia, 34 anos, preso em flagrante ao matar a própria esposa, Adriana da Costa Paulichen, 27 anos, com golpes de faca e estrangulamento na última sexta-feira, 9, revelou em depoimento na Delegacia de Flagrantes (Defla) que teve um caso extraconjugal com a melhor amiga da vítima, Andressa Rocha.

O crime ocorreu na frente do filho do casal de apenas seis meses de vida, na rua Senador Kairala, no bairro Estação Experimental, em Rio Branco.

Na Defla, Hitalo contou que manteve um relacionamento com Adriana durante 2 anos e 11 meses. Segundo ele, o relacionamento começou a ficar violento a partir de novembro de 2020 quando Adriana descobriu que havia sido traída pelo esposo.

Na madrugada do dia do crime, a situação teria se agravado quando Hitalo teria contado, durante uma discussão no apartamento em que moravam, que a traição teria sido com a melhor amiga de Adriana, Andressa que seria casada com um amigo do casal. Os dois casais eram próximos e viviam compartilhando fotos juntos nas redes sociais.

Ao chegarem no escritório onde trabalhavam, Adriana o teria agredido com chutes e tapas e pedido para que o marido fosse embora. Como Hitalo se recusou, a vítima teria pego uma faca e o atingido na panturrilha, o que teria obrigado o esposo a ser atendido na UPA da Sobral e no Pronto-Socorro. No dia em que foi preso, Hitalo foi visto com faixas e curativos na perna esquerda.

Hitalo contou que Adriana teria ligado para o namorado de Andressa Rocha que a teria traído e contado do relacionamento. Neste momento, a vítima fatal teria iniciado outras agressões contra Hitalo e que teria ouvido Adriana dizer à sogra que iria matá-lo.

O marido afirmou que a esposa pediu que ele fosse embora, mas que ao pegar suas coisas no apartamento, disse à polícia que a vítima teria surtado e afirmado que já que marido não iria morrer, ela ia matar o próprio filho.

Ao ir em direção ao filho com uma almofada, como se fosse sufocá-lo, Hitalo afirma que pegou uma faca e atingiu por duas vezes as costas de Adriana. Depois das facadas, o homem contou que ainda aplicou um “mata-leão” na vítima.

Em seguida, Hitalo afirmou que ao perceber que a vítima estava fraca, sem ar, a colocou em um colchão, momento em que Adriana teria novamente o agredido. O marido então apertou o pescoço da esposa por cinco minutos e depois disse que ao perceber que Adriana estava sem vida, ligou para um amigo e uma advogada que chamou a polícia.

LEIA O DEPOIMENTO NA ÍNTEGRA:

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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco

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Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

Mais de 150 atendimentos foram realizados nas duas etapas da ação no bairro São Francisco. Foto: cedida

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.

O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

Vice-governadora Mailza Assis coordena o programa Juntos Pelo Acre, que leva cidadania e serviços essenciais à população. Foto: Dharcules Pinheiro/Secom

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.

Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.

 

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

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PCBA
Imagem colorida de policiais civis

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.

Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.

Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.

Leia reportagem completa no Correio.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana

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Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre manteve, por maioria absoluta, a condenação do agricultor Marcos Antônio Duarte do Nascimento, preso pelo assassinato do peão de fazenda Anderson Felício, de 42 anos. A decisão rejeitou o recurso apresentado pela defesa, que pedia a alteração da dosimetria da pena. Com o julgamento, permanece válida a sentença de 18 anos, 7 meses e 15 dias de prisão em regime fechado.

Marcos Antônio foi condenado em 2025 pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco. Conforme o processo, ele matou o colega de trabalho com um golpe de foice que partiu a cabeça da vítima ao meio, causando morte imediata. O crime ocorreu em uma fazenda localizada no Ramal do Maninho, no km 90 da rodovia AC-90, conhecida como Transacreana.

De acordo com as investigações, autor e vítima eram amigos e trabalhavam na mesma propriedade rural. Na noite de 8 de outubro de 2024, após ingerirem bebida alcoólica, os dois discutiram por motivos considerados fúteis. A briga evoluiu para agressões físicas, momento em que Marcos Antônio pegou uma foice e desferiu um único golpe fatal contra o amigo.

Após o crime, o acusado fugiu e foi preso no dia seguinte por investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa do Acre (DHPP). Durante o flagrante, alegou ter agido em legítima defesa. Mesmo assim, foi levado a julgamento em agosto de 2025 e condenado.

A defesa recorreu à Câmara Criminal com o objetivo de modificar a dosimetria da pena, alegando ausência de fundamentação adequada na valoração negativa das circunstâncias judiciais aplicadas na primeira fase da sentença.

Ao votar pelo desprovimento do recurso, o relator destacou que a personalidade do condenado foi considerada negativa com base em elementos concretos constantes nos autos, que indicaram periculosidade e frieza. O magistrado ressaltou ainda que, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça, não há necessidade de laudo técnico para essa avaliação.

O relator também apontou que as circunstâncias do crime foram corretamente avaliadas de forma negativa, em razão da crueldade empregada e do uso de instrumento de alta letalidade. Segundo o voto, a pena-base foi fixada com fundamentação adequada e dentro dos limites de discricionariedade do juiz sentenciante. O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores.

Com a decisão, Marcos Antônio Duarte do Nascimento permanece preso e segue cumprindo pena em regime fechado.

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