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Hamas lança mísseis contra Tel Aviv, em ofensiva contra a capital israelense

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Hamas lança mísseis contra Tel Aviv, em ofensiva contra a capital israelense
ESTADÃO CONTEÚDO

Hamas lança mísseis contra Tel Aviv, em ofensiva contra a capital israelense

O Hamas lançou foguetes contra a região central de Israel, na tarde deste domingo (26), disparando sirenes de ataque aéreo na área de Tel Aviv pela primeira vez desde o final de janeiro. O ataque mostra que o grupo terrorista mantém mísseis de longo alcance, após mais de sete meses de guerra de Israel contra o grupo em Gaza.

Os militares israelenses disseram que pelo menos oito foguetes foram disparados da cidade de Rafah, no sul de Gaza, onde as forças israelenses têm avançado em uma operação contra o Hamas. Mais de 800 mil palestinos fugiram de Rafah em face da ofensiva israelense, aprofundando a crise humanitária no enclave, de acordo com as Nações Unidas.

As defesas aéreas israelenses derrubaram vários foguetes, de acordo com os militares israelenses, e não houve relatos imediatos de grandes danos. O Magen David Adom, serviço de emergência de Israel, disse que duas mulheres ficaram levemente feridas quando fugiam para um abrigo antibombas.

O braço armado do Hamas, as Brigadas Qassam, assumiu a responsabilidade pelos disparos de foguetes, dizendo que eles vieram “em resposta aos massacres contra civis” . Os líderes israelenses insistem há meses que uma operação terrestre em grande escala em Rafah é necessária para erradicar as brigadas de militantes do Hamas que permanecem na cidade.

O governo de Joe Biden, as Nações Unidas e os grupos de direitos humanos expressaram séria preocupação com a ofensiva, que, segundo eles, ameaçava a segurança dos civis que se abrigavam no local. Na sexta-feira (24), o Tribunal Internacional de Justiça pareceu ordenar que Israel interrompesse sua ofensiva militar em Rafah, embora alguns juízes do tribunal tenham dito que as operações limitadas poderiam continuar, apesar da decisão.

O exército israelense disse que suas tropas iram a lutar em Rafah e nos arredores durante o fim de semana, envolvendo-se em tiroteios. Neste domingo, o ministro da Defesa de Israel visitou a cidade, no que poderia ser visto como um ato de desafio. Yoav Gallant recebeu uma avaliação da situação das tropas no local e foi informado sobre o “aprofundamento das operações” , de acordo com uma declaração de seu gabinete.

“Nossos objetivos em Gaza são enfatizados aqui em Rafah – destruir o Hamas, devolver os reféns e manter a liberdade de operação” , disse ele às tropas, de acordo com a declaração.

Os políticos israelenses também disseram que os disparos de foguetes demonstraram a necessidade da ofensiva em Rafah . Benny Gantz, membro do gabinete de guerra de Israel, chamou o incidente de prova de que “onde quer que o Hamas esteja, os militares israelenses devem agir” .

O ataque de foguetes interrompeu brevemente a vida cotidiana na região central de Israel, onde muitas pessoas se acomodaram em uma espécie de rotina de guerra. Milhares de israelenses convocados para as reservas militares após os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro voltaram para casa, e os ataques com foguetes têm sido direcionados principalmente às comunidades próximas à fronteira com Gaza e com o Líbano.

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Fonte: Nacional

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Brasileiro diz ter sido coagido a servir no Exército russo após promessa de emprego

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Família afirma que jovem de Roraima foi atraído por oferta de trabalho como motorista e pede apoio do governo brasileiro para repatriação

A família do brasileiro Marcelo Alexandre da Silva Pereira, de 29 anos, natural de Roraima, afirma que ele foi atraído por uma proposta de trabalho como motorista na Rússia, mas acabou sendo obrigado a servir no Exército russo após chegar ao país. Os parentes pedem apoio do governo brasileiro para trazê-lo de volta a Boa Vista, onde vivia com a esposa grávida e três filhos pequenos.

Segundo a família, Marcelo deixou Roraima após receber a oferta de um amigo brasileiro que também mora na capital roraimense. No entanto, ao desembarcar em Moscou, no dia 3 de dezembro, ele teria sido informado de que precisaria atuar no serviço militar. Já no dia 9, afirmou ter sido coagido a assinar um contrato com o Ministério da Defesa da Rússia, mesmo sem experiência militar e sem falar russo ou qualquer outro idioma estrangeiro.

A esposa, Gisele Pereira, de 24 anos, suspeita que o marido tenha sido vítima de tráfico humano. Ela relata que o passaporte foi emitido com apoio de um homem ligado a uma empresa com registro em São Paulo, que se apresenta nas redes sociais como assessoria para ingresso no Exército russo. A passagem aérea também teria sido comprada pela mesma empresa.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a Embaixada do Brasil em Moscou acompanha o caso e presta a assistência consular cabível ao cidadão brasileiro.

De acordo com a família, Marcelo estaria atualmente em Luhansk, região da Ucrânia ocupada por forças russas, onde passa por treinamento militar. Gisele afirma que consegue falar com o marido de forma esporádica por meio do Telegram e que ele insiste no desejo de retornar ao Brasil.

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Quatro parlamentares do Acre assinam pela criação da CPMI do Banco Master

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Deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte e senadores Alan Rick e Marcio Bittar oficializaram apoio à comissão que vai apurar possível interferência na segurança jurídica

Senadores Alan Rick e Márcio Bittar e deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte apoiam investigação sobre possível interferência política e judicial no banco. Foto: captada 

Parlamentares da bancada federal do Acre manifestaram apoio à criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e sua relação com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Até o momento, quatro representantes acreanos oficializaram o apoio: os deputados federais Coronel Ulysses (União) e Roberto Duarte (Republicanos) e os senadores Alan Rick (Republicanos) e Marcio Bittar (PL).

A comissão terá como objetivo apurar possíveis interferências que possam comprometer a segurança jurídica e a estabilidade do sistema financeiro nacional. O requerimento para a criação da CPMI segue em tramitação no Congresso Nacional e busca esclarecer a atuação do banco e eventuais vínculos com autoridades do Judiciário.

Posicionamento dos Parlamentares

Os congressistas que defendem a iniciativa argumentam que a transparência é essencial para a preservação das instituições. Confira as principais declarações:

  • Roberto Duarte: O deputado destacou que a investigação é necessária diante de suspeitas de fraudes bilionárias e impactos em fundos de previdência de servidores. “O Brasil precisa de transparência e responsabilização. Defender o interesse público é meu compromisso”, afirmou.

  • Marcio Bittar: O senador enfatizou a gravidade do caso, sinalizando que a investigação não recuará diante de figuras de autoridade. “Muitas pessoas poderosas estão envolvidas e vamos até o fim”, declarou.

  • Coronel Ulysses: Foi o primeiro parlamentar da bancada acreana a assinar o requerimento, dando início à mobilização no estado.

  • Alan Rick: O senador confirmou sua adesão ao pedido de abertura da comissão, reforçando o coro pela fiscalização da instituição bancária.

Objetivos da CPMI

A proposta de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e sua relação com o ministro do STF Alexandre de Moraes tem como objetivo central esclarecer denúncias de interferência política e judicial no sistema financeiro. Para os parlamentares acreanos que apoiam a medida — os deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte e os senadores Alan Rick e Marcio Bittar —, a comissão é vista como o instrumento adequado para oferecer respostas à sociedade sobre a gestão de grandes ativos e o cumprimento das normas legais.

Os defensores da CPMI argumentam que a investigação é necessária para avaliar os riscos que eventuais relações entre instituições financeiras e o Judiciário podem trazer ao cenário econômico brasileiro, especialmente em relação à segurança jurídica e à estabilidade do sistema. A proposta segue em tramitação no Congresso Nacional.

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Prefeitura de Rio Branco inicia desmobilização de abrigos das famílias atingidas por enxurradas

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, iniciou na manhã desta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, a desmobilização dos abrigos provisórios destinados às famílias atingidas pelas enxurradas causadas pela elevação dos igarapés

Neste primeiro momento, estão retornando para suas casas as famílias dos bairros da Paz, Parque das Palmeiras, entre outros que foram diretamente afetados. Foto: Secom

Prefeitura de Rio Branco, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, iniciou na manhã desta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, a desmobilização dos abrigos provisórios destinados às famílias atingidas pelas enxurradas causadas pela elevação dos igarapés.

Neste primeiro momento, estão retornando para suas casas as famílias dos bairros da Paz, Parque das Palmeiras, entre outros que foram diretamente afetados. A ação segue orientação do prefeito Tião Bocalom e mobiliza diversas secretarias municipais, entre elas a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb), a Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade e a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que vêm prestando apoio desde o início do sinistro, ocorrido no dia 26 de dezembro.

De acordo com o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a desmobilização ocorre de forma planejada e segura.

“Estamos seguindo todos os protocolos de resposta para garantir que as famílias retornem às suas casas com segurança, recebendo o suporte necessário neste momento de transição”, destacou.

As famílias que deixam os abrigos continuam recebendo apoio humanitário, como forma de assegurar assistência básica durante o processo de retorno. Foto: Secom

As famílias que deixam os abrigos continuam recebendo apoio humanitário, como forma de assegurar assistência básica durante o processo de retorno. Segundo a Defesa Civil, a medida integra o protocolo municipal adotado em situações de emergência provocadas por enchentes e enxurradas.

Nesta etapa, estão sendo desativados os abrigos que funcionavam na Escola Municipal Álvaro Vieira da Rocha e na Escola Municipal Anice Dib Jatene.

De acordo com o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a desmobilização ocorre de forma planejada e segura. Foto: Secom

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