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Acre

Grupo que matou indígena é transferido para Tarauacá após ameaça de linchamento

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Por Antônio Malvadeza

Numa operação rápida e eficiente, um avião conseguido pela Secretaria de Polícia Civil, numa situação de emergência, resgatou quatro adultos que estavam presos e um adolescente que estava apreendido na Delegacia Geral de Polícia de Jordão os levando para Tarauacá, onde ficarão sob responsabilidade das forças de segurança.

Os cinco estão envolvidos no assassinato do índio da etnia Kaxinawá João Barbosa Marcelino, de 25 anos, morto com 36 facadas na madrugada de sábado (7). É que a polícia descobriu que índios iriam invadir a delegacia, retirar os presos e matá-los, como forma de vingar a morte de João Barbosa.

De acordo com o delegado Claudiney Soares, de Tarauacá, responsável pelo inquérito que apura o caso, tudo aconteceu durante a madrugada de sábado, quando devido uma rixa os cinco amigos encontraram o indígena na rua e o mataram a facadas.

A polícia agiu rápido e prendeu todos os envolvidos. Arnaldo Souza da Silva, de 21 anos, Fernando de Lima Ferreira, o “Poti”, de 18, Francisco Pereira de Souza, de 21, e Idson Leão da Silva, de 19, além do menor J.P.S., de 16 anos, foram recolhidos ao xadrez.

No final da tarde do mesmo dia chegou ao conhecimento da polícia que dezenas de índios estavam reunidos e que iriam invadir a delegacia para retirar os presos e matá-los no meio da rua, como forma de vingar a morte do amigo.

Diante da situação, o policiamento foi reforçado e o fato comunicado à alta cúpula da polícia. Nas primeiras horas da manhã de domingo (8), um avião chegou ao Jordão e levou os cinco envolvidos no crime para Tarauacá.

Nesta segunda-feira (9), os quatro maiores foram encaminhados ao presídio Moacir Prado e o menor para uma unidade socioeducativa.

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Acre

Fortalecimento da cafeicultura no Acre resulta em crescimento de mais de 390% no Valor Bruto da Produção do café

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Como resposta ao apoio a produtores de café e o compromisso de concretizar o fortalecimento da cafeicultura no Acre, o Estado apresenta dados significativos que comprovam o crescimento dos investimentos, e que as políticas públicas refletiram diretamente no desempenho econômico do setor. Reflexo disso é que de 2019 a 2025 o Valor Bruto da Produção (VBP) do café saiu de R$ 28,3 milhões para R$ 139,1 milhões, um salto de 391,5%.

Para manter o diálogo e fortalecer ainda mais o setor, o governo realiza uma reunião com produtores de café ligados à Cooperativa de Produtores de Café do Vale do Juruá (Coopercafé), nesta terça-feira, 19, na Sala de Governança da Secretaria de Planejamento (Seplan), às 14h,onde será realizada a assinatura do edital de credenciamento da compra de mudas do fruto por meio do Programa Estadual de Compras Governamentais da Agricultura Familiar e Economia Solidária no Estado do Acre (Pecafes).

Iniciativa integra a política de desenvolvimento rural sustentável adotada pelo Estado. Foto: Arquivo/Secom

A iniciativa integra a política de desenvolvimento rural sustentável adotada pelo Estado, que vem consolidando o fruto como uma das principais cadeias produtivas da economia acreana.

O governador Gladson Camelí reforça que a cafeicultura se tornou uma política de Estado e representa uma oportunidade concreta de geração de renda, inclusão social e desenvolvimento regional. “O café é hoje uma das grandes forças do nosso campo. Estamos falando de uma atividade que gera emprego, fixa o produtor na zona rural e movimenta a economia local, especialmente no Juruá, onde o cooperativismo tem papel fundamental nesse crescimento”, afirmou.

A vice-governadora Mailza Assis ressaltou o impacto social da cadeia produtiva do café, especialmente para a agricultura familiar. “Mais de 90% dos nossos cafeicultores são agricultores familiares. Apoiar a Coopercafé é investir diretamente em quem vive da terra, em mulheres, homens e jovens que hoje assumem a gestão das propriedades, agregam valor ao produto e ajudam a transformar a realidade social do Acre”, pontuou.

Da muda à xícara

Nos últimos anos, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), tem garantido ações estruturantes em toda a cadeia produtiva, no modelo conhecido como “Da muda à xícara”, com assistência técnica contínua, distribuição de mudas, modernização da legislação, incentivos fiscais e realização de eventos estratégicos como o QualiCafé, que projetou o café acreano em mercados nacionais e internacionais.

O secretário de Agricultura, Luis Tchê, disse que é importante que o governo ouça o setor e entenda as demandas para que juntos, produtores e Estado, possam buscar soluções e alternativas viáveis.

“A realidade é que o café mudou a vida das pessoas. Hoje temos 45 mil famílias que sobrevivem da agricultura familiar no estado e o café veio para mudar a vida, dar dignidade. A Seagri tem várias políticas públicas voltadas à cafeicultura como forma de apoio e geração de renda, compramos mudas, doamos as mudas aos produtores, entregamos calcário, diminuímos imposto sobre a questão da irrigação, enfim, são várias ações”, disse.

Além do impacto econômico, a cafeicultura tem se mostrado uma importante ferramenta de transformação social e ambiental. A adoção de Sistemas Agroflorestais (SAFs) contribui para a preservação da floresta amazônica, reduz o desmatamento e possibilita a regularização ambiental de produtores. A cadeia também fomenta os chamados empregos verdes, com oportunidades em agroecologia, processamento de cafés especiais e atividades ligadas ao ecoturismo rural.

O fortalecimento da Coopercafé, aliado aos investimentos em infraestrutura, como melhoria de acessos e implantação de complexos industriais, reforça a estratégia do governo de consolidar o café como motor de desenvolvimento sustentável. A expectativa é que a atividade continue gerando renda, elevando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nos municípios produtores e contribuindo para retirar milhares de famílias da pobreza extrema, por meio da geração de emprego no campo.

O setor cafeeiro do Acre recebeu, em dezembro de 2025, um impulso de R$ 14,7 milhões com a assinatura de um convênio entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Social (ABDI) e a Cooperativa dos Extrativista do Acre (Cooperacre), papel importante no fortalecimento dos produtores rurais e na criação de um ambiente favorável aos negócios.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Acre

Lideranças do agronegócio prestigiam anúncio de pré-candidatura de Bocalom ao governo do Acre

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O anúncio da pré-candidatura do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), ao governo do Acre contou com a presença de importantes representantes do setor produtivo rural, entre eles o pecuarista Jorge Moura e o presidente da Federação da Agricultura e Agropecuária do Acre (Faeac), Assuero Doca Veronez. A participação das lideranças foi interpretada como um indicativo de aproximação e apoio do agronegócio ao projeto político do gestor da capital.

O evento foi realizado nesta segunda-feira (19), no auditório da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa), e reuniu autoridades, empresários e apoiadores. Durante a solenidade, Assuero Veronez destacou a trajetória política e administrativa de Bocalom, ressaltando a credibilidade construída ao longo dos anos de vida pública.

Segundo o presidente da Faeac, o prefeito reúne características consideradas raras no cenário político, especialmente no que diz respeito à probidade administrativa. Veronez afirmou acompanhar a carreira de Bocalom há muitos anos e disse nunca ter visto o nome do gestor envolvido em denúncias de desonestidade ou irregularidades na gestão pública, fator que, segundo ele, fortalece a confiança do setor produtivo rural.

“O Bocalom conhece profundamente o setor agropecuário do Acre. Ele é entusiasta da agropecuária, e tenho certeza de que uma eventual administração dele no governo do Estado pode mudar significativamente o cenário atual. Os produtores precisam de uma política direcionada ao desenvolvimento, e sabemos da vocação do Acre”, afirmou.

O dirigente também ressaltou a proximidade de Bocalom com os produtores rurais e o conhecimento da realidade do campo acreano, avaliando que essa vivência pode ser decisiva na formulação de políticas públicas voltadas ao crescimento econômico do estado.

“O desenvolvimento do Acre passa, necessariamente, pela agropecuária. Os produtores precisam de uma política forte, consistente e comprometida com esse segmento. Fico muito satisfeito, Bocalom, porque a sua candidatura representa essa expectativa para o povo do Acre”, concluiu Assuero Veronez.

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Acre

Vice-prefeito de Brasiléia (PL) reforça apoio a Bocalom e fortalece articulação liberal na fronteira

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A adesão de lideranças municipais, como a de Brasiléia, é vista como essencial para ampliar a capilaridade da campanha de Bocalom e dos candidatos do partido em todo o Acre

O movimento mostra a estratégia do PL de fortalecer uma chapa diante de um cenário eleitoral já disputado por nomes fortes da direita acreana. Foto: captada 

O Partido Liberal (PL) passou a admitir publicamente o lançamento de uma candidatura própria ao governo do Acre nas eleições de 2026, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), confirmou oficialmente nesta segunda-feira (19) sua pré-candidatura ao Palácio Rio Branco, durante coletiva no auditório da Associação Comercial do Acre (Acisa).

O anúncio foi acompanhado pelo vice-prefeito Alysson Bestene e reuniu empresários, pecuaristas e apoiadores da gestão municipal.

Em manifestação pública, o vice-prefeito de Brasiléia Amaral do Gelo, também filiado ao PL, declarou apoio incondicional à pré-candidatura do prefeito Tião Bocalom ao governo do Acre e aos demais nomes do partido que concorrerão a deputados estadual, federal e senador. A movimentação reforça a articulação do projeto político liberal no estado, especialmente na região de fronteira, e sinaliza a estratégia da legenda de fortalecer sua base diante de um cenário eleitoral competitivo, com outras forças de direita já organizadas.

O apoio vem em um momento em que o PL busca consolidar uma chapa unificada, após insatisfações internas com administrações municipais e a percepção de falta de apoio a suas iniciativas politicas. A adesão de lideranças municipais, como a de Brasiléia, é vista como essencial para ampliar a capilaridade da campanha de Tião Bocalom (PL) e dos candidatos do partido em todo o Acre.

O movimento mostra a estratégia do PL de fortalecer e legenda diante de um cenário eleitoral já disputado por nomes fortes da direita acreana.

Nota do presidente do PL/Brasiléia:

Declaração de alinhamento incondicional à pré-candidatura do prefeito de Rio Branco evidencia esforço do partido em Brasiléia para consolidar nome de Tião Bocalom em 2026

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