Acre
Grupo de ciclistas gasta 13 horas pedalando de Rio Branco até a fronteira
Alexandre Lima, com vídeo de Almir Andrade
Um grupo de ciclistas da Capital, juntamente com da fronteira, se uniram para realizar um desafio de pedalar cerca de 230 quilômetros pela BR 317, com partida neste sábado, dia 4, por volta das 17 horas e previsão de chegada nas primeiras horas do domingo, dia 5.
O desafio foi feito e o percurso foi realizado em cerca de 14 horas. o ‘Grupo Cicloturismo do Acre’, composto por nove integrante, teve a 10ª pessoa inserida da cidade de Brasiléia, que faz parte do grupo ‘Amigos do Pedal de Brasiléia’.
O itinerário teve Rio Branco como partida, passando por Senador Guiomard, depois Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e finalizando em Cobija. Por onde os ciclistas passavam, eram bem recebidos pelos moradores e simpatizantes do esporte.
A chegada final foi na cidade de Cobija, Capital do estado de Pando, lado boliviano, na praça Piñata, na parte alta da cidade. O retorno aconteceu na tarde de domingo dentro de uma van que vinha dando suporte aos ciclistas.
Veja o nome dos integrantes no link abaixo.
Desafio de ciclismo: grupo vai pedalar de Rio Branco até Cobija
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.















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