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Brasil

Governo Federal lança megaoperação contra garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó

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Ação conjunta com mais de 20 órgãos federais busca expulsar invasores, destruir equipamentos e proteger um dos territórios indígenas mais afetados pela mineração ilegal no Brasil.

O Governo Federal iniciou nesta sexta-feira (2) uma ampla força-tarefa para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, situada no sul do Pará. Reconhecida como uma das áreas mais impactadas pela mineração ilegal no Brasil, a região receberá ações coordenadas com o objetivo de retirar invasores e enfrentar as atividades que colocam em risco a integridade do território, dos povos indígenas e dos recursos naturais.

Homologada em 1991, a Terra Indígena Kayapó ocupa cerca de 3,2 milhões de hectares e se estende pelos municípios de São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte, Cumaru do Norte e Bannach. O plano de ação do governo prevê fiscalizações conjuntas, destruição de maquinário irregular, monitoramento aéreo e terrestre, além de estratégias para impedir o retorno dos invasores.

Mais de 20 órgãos federais participam da operação, entre eles a Casa Civil, os ministérios dos Povos Indígenas e da Defesa, a Polícia Federal, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

De acordo com a Polícia Federal, um dos maiores desafios da ação é identificar os financiadores do garimpo, que operam por meio de intermediários, uso de “laranjas” e documentos falsos para movimentar recursos e adquirir equipamentos.

A operação na Terra Indígena Kayapó integra uma série de ações de desintrusão promovidas pelo Governo Federal desde 2023 para retomar o controle de territórios indígenas e combater crimes ambientais.

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Brasil

Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

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UPA em Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).

As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.

Materia em atualização

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

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Juiz juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto - Metrópoles

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.

O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.

Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.

Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.

“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.

Relembre o caso

O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.

O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.

A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

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Projétil foi encontrado no local em que a mulher foi atingida

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.

Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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