Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Governo encaminha ao Congresso acordo de cooperação policial no Mercosul
O texto foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores dos quatro países-membros do Mercosul: Ernesto Araújo, do Brasil; Jorge Marcelo Faurie, da Argentina; Antonio Rivas Palacios, do Paraguai; e Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai.

O texto foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores dos quatro países-membros do Mercosul: Ernesto Araújo, do Brasil; Jorge Marcelo Faurie, da Argentina; Antonio Rivas Palacios, do Paraguai; e Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai.
Rudá Moreira, da CNN, de Brasília
O Palácio do Planalto encaminhou ao Congresso Nacional um pacto que visa aproximar as forças de segurança dos países-membros do bloco econômico sul-americano.
A mensagem publicada na edição desta quarta-feira (2) do Diário Oficial da União trata do Acordo de Cooperação Policial Aplicável aos Espaços Fronteiriços entre os Estados Partes do Mercado Comum do Sul (Mercosul).
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De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, um dos objetivos do pacto é o de promover o apoio técnico mútuo entre os países, “por meio do intercâmbio de metodologias e tecnologias”.
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O governo brasileiro explica ainda que o pacto pode promover ações coordenadas de investigação, operações e diligências. Inclusive, a possibilidade de perseguições policiais através das fronteiras.
Segundo a nota encaminhada pelo Planalto, outro foco do Mercosul com a assinatura do acordo é de fomentar a capacitação policial “por meio do desenvolvimento de cursos e treinamentos destinados à prevenção, detecção e repressão de delitos nas regiões de fronteiras” e o intercâmbio entre os países de informações que possam prevenir crimes.
A Secretaria-Geral informou que o acordo foi firmado há cerca de um ano, em 5 de dezembro de 2019, no município de Bento Gonçalves (RS). O texto foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores dos quatro países-membros do Mercosul: Ernesto Araújo, do Brasil; Jorge Marcelo Faurie, da Argentina; Antonio Rivas Palacios, do Paraguai; e Rodolfo Nin Novoa, do Uruguai.
A reportagem aguarda uma manifestação oficial do Ministério das Relações Exteriores sobre o assunto.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.








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