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Governo do Estado define entrega de obras e anuncia pacote de investimentos

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O mês de março será marcado por uma série de entrega de obras e grandes investimentos por parte do governo do Acre nas áreas da saúde, educação, infraestrutura, saneamento básico e esporte. Todo esse empenho reforça o compromisso da administração de Gladson Cameli com o desenvolvimento do estado e a melhoria da qualidade de vida da população.

Após mais de uma década em obras, o governo inaugurará a última etapa do Pronto-Socorro de Rio Branco. O maior hospital de urgência e emergência do Acre contará com mais 120 leitos de enfermaria para ampliar o atendimento aos pacientes. O investimento na nova ala é de R$ 9,4 milhões.

Governo do Estado entregará em março a última etapa do novo Pronto-Socorro de Rio Branco. Nova ala contará com 54 leitos de enfermaria. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Ainda na capital, serão entregues os serviços de pavimentação em tijolo, drenagem, calçada e meio-fio com sarjeta nos bairros Benfica, Canaã e Portal da Amazônia. Na Cidade do Povo, os moradores serão contemplados com um centro comunitário. Haverá também a reinauguração da brinquedoteca do Hospital da Criança.

Em Cruzeiro do Sul, o Estado entregará a reforma do Polo Naval, Polo Moveleiro, Colônia de Pescadores e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além de um reservatório elevado com capacidade para 60 mil metros cúbicos de água no bairro Aeroporto Velho, assegurando melhorias na distribuição e abastecimento da comunidade.

Hospital Dr. Abel Pinheiro, em Mâncio Lima, recebeu R$ 4 milhões em investimentos por parte do governo acreano. Foto: Cedida

Em Mâncio Lima, o governo inaugurará a ampliação do Hospital Estadual Dr. Abel Pinheiro. Com recursos próprios, o Estado investiu R$ 4 milhões no local, que será referência no atendimento para cerca de 20 mil pessoas. A partir deste mês, Xapuri contará com unidade própria da Defensoria Pública Estadual e a presença permanente de um defensor público.

Mais investimentos em todas as regiões do estado

Nos próximos dias, diversas ordens de serviço serão dadas pelo governador Gladson Cameli. São obras em todas as regiões do estado. Destaque para o programa estadual de pavimentação de ruas. O governo investirá R$ 30 milhões na melhoria das vias urbanas da capital e interior.

O pacote contempla a construção de creches, quadras de grama sintética, sistemas de abastecimento de água, centro de treinamento esportivo, sede da Colônia de Pescadores de Rio Branco e Centro Administrativo de Brasileia, entre outras obras.

Neste sábado, 5, governador assinará a ordem de serviço para construção da Ponte da Sibéria, em Xapuri. Arte: Deracre

Neste sábado, 5, o governador Gladson Cameli assinará a ordem de serviço para a construção da Ponte da Sibéria. Uma obra histórica, aguardada há muitos anos pela população de Xapuri. Orçada em R$ 40 milhões, a futura estrutura sobre o Rio Acre possuirá 340 metros de extensão, facilitando o acesso entre os dois distritos da cidade. No mesmo dia, será autorizado ainda o início do novo cercamento do aeródromo do município.

Na capital, o governo abrirá licitação para a construção da orla do bairro Quinze. Orçada em R$ 18 milhões, a benfeitoria conterá a erosão do Rio Acre naquela região e trará mais uma opção de lazer. Os recursos já estão assegurados e são provenientes de emenda parlamentar da deputada federal Wanda Milani.

Governo abrirá licitação do viaduto entre as avenidas Ceará e Getúlio Vargas, em Rio Branco Arte: Sedur

Outra grande obra que será posta para concorrência pública é o viaduto no cruzamento das avenidas Ceará e Getúlio Vargas. A intervenção representa um marco na mobilidade urbana e será fundamental para dar mais fluidez ao trânsito na região central, principalmente nos horários de pico. Serão R$ 22 milhões em investimentos garantidos por meio de emenda parlamentar do deputado federal Alan Rick.

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AMPAC repudia live de juiz aposentado antes de operação contra o crime organizado no Acre

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Transmissão exibiu comboio policial momentos antes da deflagração de ação do Gaeco e da Polícia Civil, que resultou em ao menos 15 prisões em vários estados

A Associação dos Membros do Ministério Público do Estado do Acre (AMPAC) divulgou, nesta terça-feira (13), uma nota pública de repúdio à transmissão ao vivo realizada pelo juiz aposentado e advogado Edinaldo Muniz momentos antes da deflagração de uma grande operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Civil.

A live, publicada nas primeiras horas da manhã, mostrou um comboio de viaturas e agentes que se preparavam para cumprir mandados judiciais. A operação ocorreu de forma simultânea em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, além de outros seis estados, e resultou na prisão de pelo menos 15 pessoas, atingindo a cúpula de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e cobrança de “taxa de segurança”.

Durante a transmissão, Edinaldo Muniz abordou agentes ainda na madrugada e questionou a movimentação policial, sem obter respostas. Ao final do vídeo, afirmou não ter recebido informações sobre a ação, mas exibiu imagens completas do comboio.

A atitude gerou forte repercussão nas redes sociais e críticas de internautas, que apontaram risco à investigação sigilosa. Em nota assinada pela presidente da entidade, Juliana Maximiano Hoff, a AMPAC destacou que operações de combate ao crime organizado exigem planejamento rigoroso, atuação integrada e absoluto sigilo, devido ao elevado risco enfrentado pelos agentes públicos.

Segundo a associação, a transmissão ao vivo criou uma possibilidade concreta de frustração das medidas judiciais, ocultação de provas e fuga de investigados, além de expor indevidamente os profissionais envolvidos, aumentando o risco de reações criminosas. A entidade afirmou ainda que o único beneficiado por esse tipo de conduta é o próprio crime organizado.

A AMPAC ressaltou que a gravidade do caso é ampliada pelo fato de a live ter sido realizada por um juiz aposentado, com décadas de atuação na magistratura e pleno conhecimento da necessidade de sigilo em ações dessa natureza. Ao final, a associação repudiou veementemente a transmissão, reafirmou apoio às instituições de segurança pública e defendeu que o êxito dessas operações depende de responsabilidade, prudência e compromisso com o interesse público.

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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

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Polícia Civil do Acre e o Ministério Público concederam entrevista coletiva para apresentar detalhes e novos desdobramentos da Operação Casa Maior, que combate o crime organizado com atuação no Acre e em outros estados. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Secom

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos.

No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos.

Até o momento, 15 pessoas foram presas e houve apreensão de dinheiro, arma de fogo, veículos e bloqueio de contas ligadas ao crime organizado. Foto: Emerson Lima/ PCAC

As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos.

Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação.

“As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral.

Arma de fogo e munições foram apreendidos durante a ação policial: Foto: Dhárcules Pinheiro

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor.

As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização.

Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.

 

Fonte: PCAC

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PM e ICMBio prendem caçadores com 11 animais silvestres abatidos dentro de terra indígena no Acre

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Operação na Terra Indígena Kampa do Amônia apreendeu armas artesanais, munições e carne de porcos-do-mato, macacos, jacaré e mutum; indígenas haviam denunciado invasão

Na embarcação, os policiais localizaram cinco armas de fogo artesanais nos calibres 16 e 28, diversas munições intactas e instrumentos usados para caça. Foto: captada 

Uma ação conjunta do 6º Batalhão da Polícia Militar do Acre e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) resultou na prisão de dois homens por caça predatória dentro da Terra Indígena Kampa do Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo. A operação foi acionada após denúncias de indígenas sobre a invasão de moradores da área urbana.

Durante a abordagem no igarapé Arara, foram encontrados jabutis vivos e carne de 11 animais silvestres abatidos — incluindo quatro porcos-do-mato, cinco macacos guariba, um jacaré e um mutum —, além de seis quilos de sal e insumos para conservação. Na embarcação dos suspeitos, os policiais apreenderam cinco armas de fogo artesanais, munições e equipamentos de caça.

Os envolvidos confessaram que estavam caçando há cinco dias dentro da área protegida. Foram presos em flagrante sem resistência e levados à delegacia de Marechal Thaumaturgo junto com todo o material apreendido.

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