Cotidiano
Governo do Acre inaugura novos prédios do Idaf e reforça modernização da defesa agropecuária no estado
Em um marco de modernização e fortalecimento da infraestrutura pública, o governo do Acre inaugurou, na manhã desta terça-feira, 7, dois novos prédios anexos do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), em Rio Branco. As novas estruturas, uma destinada ao setor administrativo e outra ao departamento de transportes, representam um investimento de quase R$ 3,8 milhões, oriundos da arrecadação própria do Instituto.

Os novos prédios inagurados pelo governo do Acre visam modernizar as ações de defesa agropecuária no estado. Foto: Diego Gurgel/Secom
Com área total de 2.200 metros quadrados, o terreno utilizado é cedido pela Superintendência do Patrimônio da União (SPU). Os espaços contam com instalações modernas, climatizadas e planejadas para proporcionar mais conforto e bem-estar aos servidores, além de escritórios equipados, uma garagem ampla para a frota do órgão e recursos de acessibilidade, como rampas e elevadores, garantindo conforto e agilidade também no atendimento aos produtores rurais.

Local foi cedido pelo governo federal por meio da SPU, com a área total de 2.200 metros quadrados. Foto: Alefson Domingos/Secom
Durante a solenidade de inauguração, o governador Gladson Camelí destacou o papel estratégico do Idaf para o desenvolvimento econômico do Acre e celebrou o avanço da instituição. “O Idaf é hoje um exemplo de reestruturação e compromisso com o desenvolvimento do Acre. Quando olhamos para essa evolução, vemos o resultado da união, da determinação e do trabalho de uma equipe que acredita no agronegócio como motor da nossa economia. Essa transformação mostra que, com gestão e compromisso, é possível alcançar grandes resultados”, afirmou o governador.

“Hoje o Idaf é um exemplo para todo o estado do Acre, sempre se aprimorando e garantindo um trabalho de qualidade diretamente com a população”, ressaltou Camelí. Foto: Diego Gurgel/Secom
A vice-governadora Mailza Assis ressaltou que o fortalecimento do órgão reflete o compromisso do governo com o desenvolvimento sustentável e com os trabalhadores do campo. “O Acre tem vocação para a produção sustentável, para a preservação das florestas e para o cuidado com o produtor rural. O fortalecimento do Idaf reforça essa missão, garantindo estrutura, equipamentos e profissionais qualificados para atender melhor quem vive e trabalha no campo”, disse.

Vice-governadora prestigiou a inauguração e declarou: “Essa entrega é símbolo de consideração pelos servidores. Nosso governo atua em sintonia com a valorização da floresta e do homem do campo”. Foto: Diego Gurgel/Secom
O presidente do Idaf, Francisco Thum, destacou que o instituto vive um novo momento de modernização e fortalecimento técnico. “Com o apoio do governador, conseguimos modernizar nossa estrutura, renovar toda a frota e investir em tecnologia, oferecendo melhores condições de trabalho aos servidores e mais eficiência no atendimento ao produtor rural. Nosso objetivo é continuar entre as instituições de defesa agropecuária mais eficientes do país”, afirmou.

Presidente do Idaf, Francisco Thum, declarou: “Hoje é um dia de alegria e um reflexo do nosso trabalho. Temos procurado fazer um trabalho de renovação em todos os municípios, impulsionando o trabalho diário de muitos técnicos”. Foto: Diego Gurgel/Secom
Ele também acrescentou que os resultados alcançados refletem o empenho dos servidores do Idaf. “As conquistas que o governo do Acre vem realizando na área animal e vegetal, com novas linhas de produção e exportação, são fruto do trabalho constante de nossa equipe, que realiza um controle de excelência e é referência em todo o Brasil.”

Na solenidade, o servidor mais antigo do Instituto foi homenageado pelas autoridades. Foto: Diego Gurgel/Secom
Durante a cerimônia, o servidor mais antigo do Instituto, Agagildo Paiva, foi homenageado pelas décadas de dedicação à defesa agropecuária do estado. “Quero parabenizar a todos aqueles que fazem a diferença para elevar o nome do Idaf, desde os nossos governantes até os técnicos que trabalham constantemente”, declarou.
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Fase de classificação da Copinha Arasuper terá sequência no Sesc
Depois da parada para o Carnaval, a fase de classificação da Copinha Arasuper volta a ser disputada neste domingo, 21, a partir das 8 horas, no ginásio do Sesc. A 5ª rodada do torneio nas categorias Sub-10, 12 e 14 deve definir os primeiros classificados para a segunda fase. “Vamos ter jogos decisivos. Isso valoriza ainda mais a rodada deste domingo”, declarou o coordenador da …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Semulher do Acre repudia decisão do TJMG que absolveu homem acusado de estuprar criança de 12 anos
Secretária Márdhia El Shawwa afirma que entendimento da Corte mineira “fragiliza o sistema de proteção às vítimas” e contraria legislação brasileira

Secretária Márdhia El Shawwa se manifestou após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. Foto: captada
A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) se manifestou publicamente neste sábado (21) após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos .
Em nota assinada pela secretária Márdhia El Shawwa, a pasta lamentou o entendimento da Corte mineira e afirmou que decisões dessa natureza fragilizam o sistema de proteção às vítimas e podem desestimular denúncias .
Fundamentação jurídica e reação
Segundo a secretaria, a legislação brasileira é clara ao estabelecer que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais, sendo essa uma proteção considerada absoluta . O artigo 217-A do Código Penal tipifica como estupro de vulnerável a conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento, experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso.
A decisão do TJMG, proferida pela 9ª Câmara Criminal Especializada, aplicou a técnica do distinguishing para afastar a aplicação da Súmula 593 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece a presunção absoluta de violência nesses casos. O relator, desembargador Magid Nauef Láuar, argumentou que o relacionamento entre o acusado e a vítima teria sido “consensual” e contaria com “aquiescência dos genitores”.
Para a Semulher, qualquer interpretação que relativize essa regra coloca em risco a garantia de direitos de crianças e adolescentes.
Impactos e repercussão nacional
A manifestação também destaca preocupação com os impactos sociais da decisão, apontando que ela pode gerar insegurança jurídica e transmitir uma mensagem de permissividade a possíveis agressores .
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já informou que vai recorrer da decisão, sustentando que a vulnerabilidade de menores de 14 anos é absoluta e que a dignidade sexual é bem jurídico indisponível. O caso também gerou reações de parlamentares de diferentes espectros políticos e do Ministério dos Direitos Humanos, que repudiaram a relativização do crime.
A secretaria declarou solidariedade à vítima e à família e reafirmou compromisso com a defesa dos direitos de meninas e mulheres.

Confira a nota na íntegra:
Nota pública sobre decisão proferida pelo TJMG
A Secretaria de Estado da Mulher, no cumprimento de sua missão institucional de zelar pela integridade, lamenta a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que absolveu um homem de 35 anos do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos.
Decisões desta natureza ignoram o trauma sofrido, invalidam a voz da vítima e, principalmente, adulteram a infância de nossas crianças. E para além disso, abre-se um precedente perigoso, criando brechas jurídicas que fragilizam o Sistema de Garantia de Direitos. Adicionalmente, a referida decisão gera insegurança jurídica, visto que desestimula a denúncia e passa uma mensagem de permissividade a potenciais agressores em todo o país.
A legislação brasileira é muito clara ao afirmar que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais. É uma proteção que deve ser absoluta, impedindo a transferência de responsabilidade para as vítimas, uma vez que crianças e adolescentes não possuem maturidade psicológica para tal.
Como instituição pública, não podemos aceitar que o Judiciário, guardião da Constituição e das leis, caminhe em sentido contrário à proteção integral de meninas e mulheres, especialmente na fase da infância e juventude. A justiça deve servir para amparar os vulneráveis, e não para validar abusos sob justificativas subjetivas que ignoram o texto legal.
Manifestamos nossa solidariedade à vítima e sua família e reafirmamos, mais uma vez, o nosso compromisso público na luta pela proteção e garantia de direitos de meninas e mulheres.
Márdhia El Shawwa
Secretária de Estado da Mulher
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Vídeo de criança indígena comendo tanajura encanta redes e valoriza tradição alimentar amazônica
Na gravação, a pequena Yandra Mawe aparece segurando o inseto e explica que “é uma delícia”; tanajura é iguaria típica de comunidades tradicionais do Norte e Nordeste

Nas imagens, a pequena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia”. Foto: captada
Um vídeo publicado no perfil de Yandra Mawe chamou atenção e repercutiu nas redes sociais ao mostrar uma criança indígena comentando, de forma espontânea, sobre o consumo de tanajura — formiga tradicionalmente apreciada em diversas regiões do Brasil, principalmente na Amazônia .
Nas imagens, a pequena criança indígena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia” . Com naturalidade, ela ainda orienta que não se deve comer a cabeça da formiga, explicando que apenas a parte inferior pode ser consumida .
Valor cultural e nutricional
A tanajura, também conhecida em algumas regiões como içá ou saúva, é consumida principalmente durante o período de revoada e faz parte da cultura alimentar de comunidades indígenas e de populações do Norte e Nordeste do país. Rica em proteínas, a formiga é geralmente torrada antes de ser ingerida .
O vídeo repercutiu pela espontaneidade da criança e também por valorizar um costume tradicional que, para muitos, ainda desperta curiosidade .











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