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Governadores de nove estados destacam atrativos no Lide Brazil Investment Forum

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Governadores de nove estados destacam atrativos no Lide Brazil Investment Forum
Redação GPS

Governadores de nove estados destacam atrativos no Lide Brazil Investment Forum

Governadores de nove estados participaram do painel “As opções no Brasil para novos investimentos internacionais” , durante o Lide Brazil Investment Forum . O foco das exposições foram as propostas e os potenciais regionais, com a oportunidade para que cada liderança estadual expusesse os fatores de crescimento de sua região aos 300 empresários presentes no Harvard Club, em Nova York.

Wilson Lima, governador do Amazonas, falou aos convidados do Lide especialmente da exploração do gás natural no estado. “Investimos mais de R$ 2 bilhões e teremos muito mais em retorno. O Amazonas também é fundamental para garantir a segurança alimentar, mas, para isso, precisamos de fertilizantes a preços competitivos para a recuperação de determinadas áreas” , avaliou.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, destacou a agricultura como prioridade , com destaque para as produções de café, gengibre, celulose e pimenta-do-reino no estado. “Somos um estado pequeno, mas forte e grande no agronegócio” , acrescentou. Relembrando as enchentes do Rio Grande do Sul, Casagrande enfatizou, também, a preocupação com possíveis catástrofes climáticas.

“Estamos atentos e preocupados com projetos para atender e restabelecer a normalidade em casos de situações como essa em nosso estado” , ressaltou.

Ronaldo Caiado, governador de Goiás, destacou o atual caixa de R$ 12 bilhões e o fato de o estado ser um dos que mais investem em educação, além do avanço na segurança pública e as características locais que permitem grande potencial energético. Por sua vez, o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes frisou que seu estado está no centro da América Latina e tem um dos principais potenciais agrícolas do País.

“Alcançamos o topo dos estados com a melhor gestão fiscal e investimos 19% de toda nossa receita. Somos, hoje, os maiores produtores de várias das commodities agrícolas. Ao falar de segurança alimentar, o Mato Grosso é líder da produção de alimentos e também vai se transformar no maior produtor de biocombustíveis. Na esteira desse crescimento são criadas grandes oportunidades” , avaliou.

Eduardo Riedel, governador do Mato Grosso do Sul, projetou o crescimento do PIB do estado em 5,82% para este ano. “Temos a responsabilidade fiscal como premissa. Além disso, temos R$ 27 bilhões dedicados a investimentos em novos projetos estruturantes” , ressaltou. Romeu Zema, governador de Minas Gerais, falou dos desafios de aumentar a receita sem o aumento de impostos.

“Em 2018, saímos de um déficit crônico e, agora, vamos romper a barreira da geração de mais de 1 milhão de empregos com carteira assinada” , afirmou Zema

Helder Barbalho, governador do Pará, relembrou que Belém, capital do estado, será sede do maior evento de mudanças climáticas do mundo, em 2025, a COP30. “Estamos aproveitando para construir a estruturação de um novo tempo para o estado, com combate ao desmatamento. Na comparação entre abril de 2024 e abril de 2023, tivemos uma redução de 67% no desmatamento. Estamos construindo um ambiente de oportunidades, e uma delas é o mercado de carbono do estado” , avaliou.

O governador do Paraná, Ratinho Jr., destacou que o estado foi o que mais cresceu no país no último ano, cerca de 7,8%. Ele também falou de sustentabilidade e educação na sua exposição. “Somos o primeiro estado em educação. Estamos construindo um berçário de mão de obra para mais investimentos” , disse. Ratinho Jr. também destacou as privatizações e concessões feitas no estado nos últimos anos.

O último a fazer sua exposição no painel foi Claudio Castro, governador do Rio de Janeiro. “Estamos reconstruindo o estado, que tem números impressionantes: somos a capital energética do Brasil, responsável pela produção de 83% do petróleo brasileiro. Se o Rio de Janeiro fosse um país, seria o 10º maior produtor de petróleo do mundo. No entanto, precisamos de estabilidade institucional e leis claras” , concluiu.

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Fonte: Nacional

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PF prende dois homens com cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo em Boa Vista

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Valor apreendido pode estar ligado a fraudes em licitações e desvio de recursos públicos, segundo investigações

Dois homens, identificados como Idinaldo Cardoso da Silva e Ioladio Batista da Silva Neto, foram presos em flagrante pela Polícia Federal em Boa Vista com cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo. A suspeita é de que o montante esteja relacionado a fraudes em licitações públicas.

O dinheiro foi encontrado dentro de uma mochila, dividido em cédulas de R$ 200, R$ 100 e R$ 50. A Polícia Federal não divulgou outros detalhes sobre os investigados.

Segundo a corporação, as investigações preliminares indicam que o valor pode estar ligado a irregularidades em processos licitatórios, além de possível desvio de recursos públicos e pagamento de vantagens indevidas.

Os suspeitos foram autuados pelo crime de lavagem de dinheiro e devem passar por audiência de custódia.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos no esquema. O Ministério Público se manifestou pela concessão de liberdade provisória aos presos.

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Rondônia rejeita subsídio federal ao diesel e aponta falta de garantia de redução nos preços

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Estado cita incertezas sobre efetividade da medida e limitações orçamentárias para não aderir ao programa do governo federal

O estado de Rondônia decidiu não aderir à proposta do governo federal que prevê subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio. A iniciativa tem como objetivo conter a alta no preço do combustível, mas, segundo o governo estadual, não há garantia de que o desconto seja repassado ao consumidor final nos postos.

Até o momento, Rondônia é o único estado da região Norte a recusar a adesão ao programa. Pará e Amapá ainda não se posicionaram oficialmente, enquanto os demais estados já sinalizam participação na medida.

De acordo com a Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), além das dúvidas quanto à eficácia do subsídio, o estado enfrenta limitações orçamentárias que dificultam a adesão neste momento.

O plano do governo federal prevê a divisão dos custos entre a União e os estados, com impacto estimado de aproximadamente R$ 1,5 bilhão nas receitas estaduais ao longo de dois meses. A compensação aos estados seria feita por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). A proposta não inclui redução do ICMS e se soma a outras medidas já adotadas para tentar conter os preços dos combustíveis.

Até agora, 21 estados já aderiram à iniciativa. Mesmo sem consenso entre todas as unidades da federação, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a implementação do subsídio deve ocorrer.

Em nota técnica, a Sefin informou ainda que a decisão de Rondônia segue orientação do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), que aponta incertezas sobre a efetividade da proposta e alerta para possíveis impactos negativos nas contas públicas estaduais.

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Nasa lança a primeira missão lunar tripulada em meio século

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Quatro astronautas decolaram da Flórida nesta quarta-feira (1ª) na missão Artemis 2, da Nasa, em uma viagem de 10 dias de alto risco ao redor da Lua que marca o passo mais ousado dos Estados Unidos para o retorno de humanos à superfície lunar nesta década antes do primeiro pouso tripulado da China.

O foguete do Sistema de Lançamento Espacial (SLS) da Nasa, acoplado à cápsula da tripulação Orion, ganhou vida pouco antes do pôr do Sol no Centro Espacial Kennedy para levar sua primeira tripulação de três astronautas norte-americanos e um canadense ao espaço, em uma subida estrondosa que deixou para trás uma imponente coluna de um espesso vapor branco.

A tripulação da Artemis 2, composta pelos astronautas da Nasa Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch e pelo astronauta da Agência Espacial Canadense Jeremy Hansen, preparou-se para uma expedição de quase 10 dias ao redor da Lua, levando-os mais longe no espaço do que os humanos jamais foram.

Após quase três anos de treinamento, eles são o primeiro grupo a voar no programa Artemis da Nasa, uma série de missões multibilionárias criada em 2017 para construir uma presença de longo prazo dos EUA na Lua a partir da próxima década.

O lançamento constitui um marco importante de mais de uma década para o foguete SLS da agência espacial dos EUA, entregando aos seus principais contratantes, Boeing e Northrop Grumman, a validação de que o sistema de 30 andares de altura pode transportar com segurança seres humanos para o espaço. A Nasa depende cada vez mais de foguetes mais novos e baratos da SpaceX de Elon Musk e de outros.

Construída para a Nasa pela Lockheed Martin, a cápsula Orion, da tripulação, vai se separar do estágio superior do SLS após 3 horas e meia de voo na órbita da Terra.

A tripulação vai assumir, então, o controle manual da Orion para testar sua direção e manobrabilidade em torno do estágio superior separado, tentando o primeiro de dezenas de testes planejados durante a missão.

A missão Artemis 2 é uma etapa inicial do principal programa lunar dos EUA, que tem como meta o primeiro pouso tripulado na superfície da Lua em 2028, na missão Artemis 4.

A Nasa corre para realizar a descida lunar — o primeiro desde a última missão Apollo em 1972 — enquanto a China expande seu próprio programa com um pouso tripulado na Lua planejado para 2030.

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