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Governador torna sem efeito 13 nomeações e exonerações na Saúde
Por Leônidas Badaró
Se por acaso você for cargo comissionado no governo do estado e tiver sido exonerado pelo Diário Oficial, não se desespere. Assim como quem tiver sido nomeado é bom não fazer festa. O conselho é esperar alguns dias e conferir novamente o Diário Oficial.
É que virou quase uma prática do governador Gladson Cameli tornar sem efeitos decretos de nomeações e exonerações assinados por ele mesmo. Nesta segunda-feira, 28, voltou a acontecer. Na última sexta-feira, 25, foi feito uma verdadeira dança de cadeiras de comissionados na Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Ao todo, entre nomeações e exonerações, foram 25 mudanças.
No Diário Oficial desta segunda, 28, mais da metade das mudanças foram canceladas pelo governador Gladson Cameli, que tornou sem efeito 13 decretos publicados na última sexta-feira, envolvendo cargos comissionados da Sesacre.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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