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Governador Gladson Cameli e DJ Alok se reúnem em Brasília

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O governador do Estado, Gladson Cameli, encontrou o DJ Alok nesta sexta-feira, 19, em Brasília, para discutir o projeto de um show beneficente no Acre. A conversa também girou em torno do trabalho do artista na defesa da cultura dos povos originários, tão rica no Brasil e, sobretudo, no Acre. O líder espiritual, ator e músico acreano, Mapu Huni Kuin, que intermediou a reunião, também esteve presente.

Encontro marcou o início de conversa para realização de show beneficente voltado a ações dos povos indígenas. Foto: Pedro Devani/Secom

Segundo Mapu Huni Kuin, a conversa do chefe de Estado com o DJ Alok foi o pontapé inicial para a realização do show beneficente, projeto de sua autoria, que tem o objetivo de arrecadar fundos para investir em ações voltadas às comunidades indígenas no Acre.

“Esse encontro foi muito promissor e vamos continuar falando desse projeto. O governo do Estado realizar um show beneficente do Alok é valorizar a cultura e os artistas indígenas do Acre, que se apresentam no exterior e demais cidades do Brasil. É respeitar e reconhecer esse trabalho”, afirma o líder espiritual.

A ideia do show também seria divulgar o mais novo trabalho do DJ, lançado neste Dia dos Povos Indígenas: O Futuro é Ancestral. O álbum conta com a participação de músicos de oito comunidades indígenas, com cânticos autorais, dentre eles os acreanos Mapu Huni Kuin, Tashka Yawanawá, Matisini Yawanawá e Rasu Yawanawá.

Convite para o encontro partiu do líder espiritual acreano Mapu Huni Kuin. Foto: Pedro Devani/Secom

O projeto do álbum iniciou em 2021 e já teve pré-lançamentos em eventos internacionais, como na sede oficial da Organização das Nações Unidas (ONU), o Global Citizen Live, em Nova York (EUA), e também no Grammy Museum, em Los Angeles (EUA), com a presença dos artistas indígenas que fazem parte do trabalho, que já foi inclusive reconhecido pela UNESCO como ação relevante para a Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032).

Quarto maior DJ do mundo, Alok já esteve em Cruzeiro do Sul, no Acre, e desde seu contato com a cultura tradicional indígena procura dar voz a esses povos. De acordo com ele, seus projetos musicais em parceria com os indígenas são uma forma de amplificar as vozes dos guardiões da floresta, para que eles ocupem espaços sociais, e que ouvir a natureza é fundamental quando se pensa em soluções para reduzir os efeitos das mudanças climáticas.

Ao receber de presente, das mãos do governador, peças artesanais acreanas, dentre eles uma caixa em marchetaria, Alok elogiou o trabalho por tamanha beleza e delicadeza. “Nossa, lindo demais! Mandem meus parabéns para ele (artista plástico Maqueson Pereira, de Cruzeiro do Sul), porque esse trabalho é fenomenal”, frisou.

O governador Gladson Cameli agradeceu e parabenizou a liderança acreana, Mapu Huni Kuin, pela iniciativa do projeto e reafirmou o compromisso com todos os povos indígenas do estado.

Governador fala para Alok sobre a diversidade cultural acreana e o trabalho do governo do Estado voltado aos povos originários. Foto: Pedro Devani/Secom

“Temos uma cultura dos povos originários muito forte. Tenho muito respeito e sou um defensor do fortalecimento do etnoturismo acreano e da valorização das culturas tradicionais, um princípio seguido também pelo Alok, esse grande artista que tem disseminado os conhecimentos da floresta mundo afora. Minha gratidão ao Mapu que proporcionou esse encontro importante e por me apresentar a ideia do show beneficente”, afirma Cameli.

Governador entrega ao artista caixa com artesanato acreano: marchetaria e cocar. Foto: Pedro Devani/Secom

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Polícia apreende 36 quilos de drogas escondidos em sacos de farinha no Amazonas

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Carga incluía maconha skunk e cocaína em embarcação de Tefé para Manaus; cão policial Xerife ajudou na descoberta

Em uma operação realizada neste sábado (5), na Base Fluvial Arpão 3, em Coari (AM), a polícia apreendeu 36 quilos de drogas ocultos em sacos de farinha dentro de uma embarcação. A carga, avaliada em mais de R$ 885 mil, incluía 33 quilos de maconha tipo skunk e 3 quilos de cocaína, transportados da cidade de Tefé para Manaus.

A ação faz parte da operação Protetor das Fronteiras/Fronteira Mais Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). O cão policial Xerife teve papel crucial na descoberta, ao sinalizar a presença de entorpecentes no convés da embarcação F/B América.

As drogas estavam distribuídas em oito sacos, camufladas em meio a um carregamento de farinha. Ninguém foi preso no momento da apreensão, mas as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte ilegal. A SSP-AM reforçou o compromisso de combater o tráfico de drogas nas rotas fluviais do estado.

 

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Policial Militar e Agente Penal entre presos por esquema de extorsão a garimpeiros no Pará

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Grupo se passava por agentes do Ibama e exigia R$ 900 mil para “suspender fiscalizações”; vítimas desconfiaram e ameaçaram linchamento

Sete pessoas, incluindo um policial militar e um agente penal, foram presas suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra garimpeiros no distrito de Moraes Almeida, em Itaituba (sudoeste do Pará). De acordo com investigações, o grupo se fazia passar por fiscais do Ibama e cobrava cerca de R$ 900 mil em troca de interromper supostas operações ambientais na região.

O crime foi descoberto após um dos empresários do garimpo adiantar R$ 300 mil aos criminosos. No entanto, ao retornarem para receber o restante, os garimpeiros exigiram documentos que comprovassem a identidade dos falsos agentes. Sem conseguir apresentar as credenciais, os suspeitos foram ameaçados de linchamento, e a Polícia Militar precisou intervir para evitar a violência.

Na delegacia, o delegado responsável constatou que o mesmo grupo já havia agido de forma semelhante em garimpos de Uruará, meses antes. Eles foram autuados por extorsão, fraude, falsidade ideológica e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional.

A polícia segue apurando se há mais vítimas e possíveis ligações com outros crimes na região

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Nove membros do B13 são presos na Cidade do Povo suspeitos de planejar ataques contra rivais

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Os detidos seriam integrantes do Bonde dos 13 (B13), facção que rompeu recentemente alianças com grupos rivais, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

A polícia segue investigando a ligação entre o grupo e recentes episódios de violência registrados na capital acreana. Foto: cedida 

Na Hora da Notícias

Uma força-tarefa das forças de segurança prendeu nove homens suspeitos de integrar a facção criminosa Bonde dos 13 (B13) na noite de sábado, 5, em Rio Branco. A ação ocorreu na quadra 8 do Conjunto Habitacional Cidade do Povo, durante patrulhamento policial, e teve como objetivo desarticular planos de ataques contra membros das facções rivais Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).

A megaoperação reuniu diversas unidades, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), a Força Tática do 2º BPM, a Força Nacional, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que disponibilizou um helicóptero para suporte aéreo.

A coordenação entre as equipes possibilitou a captura dos suspeitos no momento em que estariam reunidos para organizar as ações criminosas.

Os detidos seriam integrantes do Bonde dos 13 (B13), facção que rompeu recentemente alianças com grupos rivais, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Foto: cedida

Entre os presos está Francisco Gleidson de Souza Nunes, de 32 anos, identificado pela polícia como um dos líderes do Bonde dos 13. Os detidos na operação foram:

  • Alan da Silva Cruz, 23 anos
  • Alexsandro Cavalcante da Silva, 32 anos
  • Douglas Costa de Carvalho, 29 anos
  • Francisco Gleidson de Souza Nunes, 32 anos
  • Gleidson Francisco de Souza, 27 anos
  • José Pedro do Nascimento Apurinã Filho, 24 anos
  • Kennis Alves Lustosa Lopes, 45 anos
  • Marcos Bruno Braga da Silva, 30 anos
  • Marlon Kelvy Cruz Dantas, 20 anos

Na ação, as autoridades apreenderam um revólver calibre .38 com 17 munições intactas e dois veículos utilizados pelo grupo. Três dos suspeitos — José Pedro do Nascimento Apurinã Filho, Marcos Bruno Braga da Silva e Francisco Gleidson de Souza Nunes — estavam sob monitoramento por tornozeleiras eletrônicas.

Já Marlon Kelvy Cruz Dantas possuía mandado de prisão em aberto, após romper seu equipamento de monitoramento, indicando possível intenção de cometer novos crimes.

As prisões ocorreram durante uma ação da força-tarefa policial na Quadra 8 do conjunto habitacional Cidade do Povo. Foto: cedida

Informações da polícia apontam que o Bonde dos 13 rompeu alianças com outras organizações criminosas nos últimos dias, desencadeando confrontos na região. A operação foi planejada para impedir uma escalada de violência, com foco em ataques direcionados a integrantes do PCC e do CV, que disputam o controle do crime organizado no Acre.

Os nove suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para esclarecer o papel de cada integrante e identificar possíveis conexões com os recentes episódios de violência em Rio Branco. Durante a operação, armas, celulares e dois veículos, de modelos Siena e Saveiro, foram apreendidos.

A polícia continua apurando os desdobramentos do caso, e novas informações podem surgir com o avanço das investigações.

Informações levantadas pelo serviço de inteligência indicavam que o grupo estava reunido para planejar atentados contra membros de organizações rivais. Foto: cedida 

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