Acre
Gladson e Mailza prestigiam posse da nova superintendente da Polícia Rodoviária Federal
Tomou posse como superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Acre a inspetora Liége Lorenzentt Vieira. A solenidade, realizada no auditório do Sebrae, em Rio Branco, contou com a participação do governador Gladson Cameli e da vice-governadora Mailza.

Governador Gladson Cameli e vice-governadora Mailza prestigiaram posse da nova superintendente da PRF no Acre. Foto: Marcos Vicentti/Secom
O chefe do Poder Executivo acreano enfatizou a integração entre os órgãos como primordial para fortalecer a segurança pública no enfrentamento à criminalidade.
“Entendo que somente por meio do trabalho conjunto das corporações, com o apoio da Justiça, será possível dar à nossa população uma sensação de paz”, pontuou Cameli.

Cameli destacou integração entre as instituições em prol do fortalecimento da segurança pública. Foto: Marcos Vicentti/Secom
Esta é a primeira vez que uma mulher assume o posto de comando no estado. Liége ocupa o cargo no lugar do inspetor Getúlio Azevedo. Em seu pronunciamento, a policial falou sobre os desafios à frente da instituição.
“Enquanto servidores públicos, devemos prestar um serviço de qualidade. Vamos propor um modelo de gestão regional baseada na cooperação, na participação, e oportunizar as qualidades individuais dos colegas policiais rodoviários federais. Além disso, nos empenharemos para solucionar problemas de infraestrutura e recursos”, afirmou.
Nascida em Londrina (PR), Liége ingressou na PRF em 2016, na superintendência do Amapá. Atualmente, estava desempenhando suas funções na 3ª Delegacia do Paraná, em Ponta Grossa, e era membro do Grupo de Educação para o Trânsito (Getran).

Inspetora Liége Vieira foi empossada pelo diretor-geral da PRF, Antônio Oliveira. Foto: Marcos Vicentti/Secom
Antônio Fernando Oliveira, diretor-geral da instituição, assegurou mais investimentos para o Acre. “Vamos melhorar a estrutura física e a presença da PRF no estado”, declarou.
A solenidade contou com a presença do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom; do procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Acre, Danilo Lovisaro; da superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Melissa Machado; e do comandante-geral do 7° Batalhão de Engenharia de Construção, tenente-coronel Breno Victoriano; entre outras autoridades.

Liége ocupa o cargo no lugar do inspetor Getúlio Azevedo
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Acre
Gladson Cameli diz ter recebido PF em casa para esclarecer denúncia sobre processo em escola de aviação
Governador afirma que prestou informações “com tranquilidade e transparência” e que ação visa atingi-lo politicamente; PF recolheu eletrônicos e dinheiro

Camelí disse que “com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas. Foto: captada
O governador Gladson Cameli emitiu nota nesta quinta-feira (5) confirmando que recebeu em sua residência, pela manhã, representantes da Polícia Federal. Segundo ele, os policiais buscavam informações sobre uma denúncia envolvendo processo de avaliação para registro de piloto em uma escola de aviação da qual foi aluno.
Cameli afirmou que “com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas”. Ele acrescentou que os agentes recolheram dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro, de origem privada, que mantinha como reserva financeira, cuja comprovação será apresentada às autoridades.

O governador acrescentou que está “sereno quanto ao ocorrido” e afirma que a ação tem o objetivo de atingi-lo politicamente. Foto: captada
Na nota, o governador disse estar “sereno quanto ao ocorrido” e classificou a ação como motivada por interesses políticos. “Desde já, agradeço as manifestações de apoio da população. Reiterando minha confiança na Justiça, lamento as tentativas de perseguição e, mais uma vez, de estratégia política com o objetivo de me atingir na proximidade das eleições.”
O caso ainda segue em investigação pela Polícia Federal.
Veja publicação feita pelo governador:


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Acre
Rio Juruá mantém estabilidade em Cruzeiro do Sul, mas Defesa Civil alerta para possível elevação
Nível do manancial permanece em 13,43 metros desde terça-feira; águas de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo devem influenciar nova subida
O nível do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, foi registrado em 13,43 metros nesta quarta-feira (4), conforme dados da Defesa Civil Municipal. A marca é a mesma observada desde a manhã de terça-feira (3), às 9h, indicando uma estabilidade momentânea do manancial. No entanto, as autoridades alertam que a tendência ainda é de elevação nas próximas horas.
Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Júnior Damaceno, a possível subida está relacionada à chegada das águas provenientes dos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. “O rio está estabilizado desde ontem, mas a tendência é de subir hoje ainda, porque a água de Porto Walter e de Marechal Thaumaturgo vai chegar até aqui”, explicou.
Desde a terça-feira, a Defesa Civil, em parceria com o Corpo de Bombeiros, passou a realizar a medição do nível do Rio Juruá por meio de uma régua instalada no bairro da Várzea, em Cruzeiro do Sul. A medida foi adotada após a identificação de falhas, inconsistências e oscilações nos dados apresentados pelo aplicativo HidroWeb, da Agência Nacional de Águas (ANA).
De acordo com o coordenador de desastres da Defesa Civil de Cruzeiro do Sul, Iranilson Neri, a divergência entre a régua física e o sistema digital chegou a 13 centímetros. “Diante disso, optamos pela medição direta por meio da régua”, afirmou.
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Acre
Ex-funcionários de fábrica de tacos em Xapuri denunciam atraso em verbas rescisórias
Acordo de pagamento parcelado foi descumprido após primeira parcela; trabalhadores protestam e relatam venda de madeira do pátio enquanto dívida segue em aberto

Após o pagamento inicial, os ex-funcionários afirmam que passaram a enfrentar falta de respostas e ausência de previsão por parte da empresa. Foto: captada
Ex-funcionários da única fábrica de tacos em funcionamento em Xapuri denunciam atrasos no pagamento de verbas rescisórias desde as demissões ocorridas em 21 de agosto de 2025. Segundo os trabalhadores, houve um acordo para pagamento em cinco ou seis parcelas, mas apenas a primeira foi quitada, sem novas previsões de repasse desde então.
Os ex-servidores relataram que a empresa deixou de responder aos contatos e não apresentou calendário para quitar o restante das dívidas. Outro ponto que tem gerado preocupação é que, mesmo com os valores em aberto, a fábrica segue retirando e vendendo madeira estocada em seu pátio — movimento visto pelos demitidos como um agravante à insegurança quanto ao recebimento.
No último sábado (31), um grupo realizou um protesto para cobrar respostas e dar visibilidade ao caso. O pagamento das verbas rescisórias é um direito assegurado por lei. A reportagem informa que o espaço segue aberto para que a empresa se manifeste e esclareça a situação.

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