Acre
Gladson diz que obras da BR-364 é uma conquista da bancada federal e confirma visita do diretor do DNIT
O senador Gladson Cameli (PP-AC) disse nesta segunda-feira (05) que o início das obras de restauração e manutenção da BR-364 no trecho entre Sena Madureira e Tarauacá é uma conquista da união da bancada federal fundamental para a integração rodoviária do Acre.
Dia 12 de junho será iniciada a primeira frente de serviço no trecho entre Sena Madureira/Manoel Urbano, avançando rumo ao município de Feijó. À convite de Cameli, o diretor-geral do DNIT em Brasília, Walter Casimiro Silveira, visitará o Acre no dia 19 de junho quando será lançada a segunda frente de obras saindo de Tarauacá em direção a Manoel Urbano. O senador defendeu a fiscalização rigorosa dos serviços que serão executados como forma de garantir qualidade e trafegabilidade de inverno a verão na rodovia.
“As duas frentes de serviços anunciadas pelo DNIT são conquistas importantes e resultados de uma luta de toda a bancada federal que se empenhou para o início das obras. “A visita do diretor do DNIT em Brasília, Walter Silveira, será fundamental para que o governo federal vejam ainda mais a importância da rodovia para o nosso estado. Nosso trabalho será incansável pela liberação do restante dos recursos para que essa obra chegue até Cruzeiro do Sul”, acrescentou o senador.
Gladson Cameli classificou como legítimos os movimentos que fecharam a rodovia em Manoel Urbano e Tarauacá no último fim de semana e explicou que o forte inverno causou o atraso no cronograma de manutenção. “O mês de maio foi atípico, com muitas chuvas. Qualquer intervenção significaria perda de recursos. O produtor, o taxista, o caminhoneiro, quem precisa realmente da rodovia, tem o direito de cobrar, afinal nosso maior engenheiro na Amazônia chama-se verão. Nosso papel é transformar essa voz das ruas em resultados positivos”, comentou.
Ainda de acordo Cameli é importante que a sociedade participe desse esforço conjunto que inclui o governo federal para viabilizar além das obras de manutenção o projeto de reconstrução da BR 364 que liga o Juruá ao restante do país. “Com a superintendência do DNIT no Acre ganhamos em termos de planejamento, uma vez que a integração entre a sociedade e o governo federal vai ajudar a viabilizar ainda este ano o projeto de reconstrução de toda BR-364. Essa luta não tem cor partidária, pois é de todos os acreanos”, argumentou o progressista.
Cameli visitou a rodovia diversas vezes nos últimos anos para conversar com populares e ver de perto as condições da BR. Numa de suas agendas esteve acompanhado dos deputados estaduais do PP, Gehlen Diniz, Nicolau Júnior e Wendy Lima. Em Brasília, o senador manteve uma agenda constante com lideranças do Ministério dos Transportes e DNIT, juntamente com deputados federais e senadores para garantir o envio de recursos para recuperação da BR-364.
Obras estruturantes – Gladson Cameli chama atenção para obras estruturantes com cronograma mantido pelo governo federal, importantes para o desenvolvimento do estado, como a ponte sobre o Rio Madeira, as obras de ampliação do aeroporto internacional de Rio Branco e o Anel Viário de Brasiléia/Epitaciolândia.
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Acre
Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392
Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art
O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.
Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.
Critérios da pesquisa
A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.
Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.
A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
| Ano | Renda Média (Brasil) |
|---|---|
| 2022 | R$ 1.625 |
| 2023 | R$ 1.893 |
| 2024 | R$ 2.069 |
| 2025 | R$ 2.316 |
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O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.
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Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.
Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Renda per capita no Acre | R$ 1.392 |
| Posição no ranking nacional | 26º lugar (entre 27 UFs) |
| Comparativo com a média nacional | R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316) |
| Estados com menor renda | Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392) |
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
| Posição | Unidade da Federação | Renda per capita |
|---|---|---|
| 1º | Distrito Federal | R$ 4.538 |
| 2º | São Paulo | R$ 2.956 |
| 3º | Rio Grande do Sul | R$ 2.839 |
| 4º | Santa Catarina | R$ 2.809 |
| 5º | Rio de Janeiro | R$ 2.794 |
| … | … | … |
| 25º | Ceará | R$ 1.316 |
| 26º | Acre | R$ 1.392 |
| 27º | Maranhão | R$ 1.219 |
Análise dos Dados
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Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.
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Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).
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Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.
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Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.
Fonte dos Dados
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Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes
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Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
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Ano-base: 2025
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Divulgação: 27 de fevereiro de 2026
Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.
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Acre
Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar
Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.
De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.
Conversa com Valdemar
Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:
“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.
Desejo de permanência
Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:
“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .
Carta da direção estadual
Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:
“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada
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Acre
Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre
Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito



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