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Gladson Cameli encaminha projeto de lei que concede abono de R$ 16,6 mil a profissionais da Educação

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O dia 23 de novembro de 2021 é histórico para a Educação pública do Acre. Diante de uma plateia eufórica, que tomou o auditório da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE), em Rio Branco, o governador Gladson Cameli assinou e encaminhou à Assembleia Legislativa o projeto de lei que concede abono salarial de R$ 16.609,18 a profissionais da área. Terão direito a receber o inédito benefício 8.530 contratos, totalizando R$ 161,1 milhões em investimentos.

Dia histórico para a Educação acreana. Projeto de lei que concede abono de R$ 16,6 mil para servidores da área é assinado pelo governador Gladson Cameli Foto: Marcos Vicentti/Secom

Com recursos provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o abono reconhecerá professores, especialistas em educação, coordenadores de ensino, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e servidores cedidos que estejam na função de magistério e direção escolar (lotados nas unidades de ensino).

A concessão do benefício foi examinada pelo Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que autorizou o cumprimento da obrigação constitucional de utilização de 70% dos recursos do Fundeb no pagamento dos profissionais em efetivo exercício de suas atividades descritos no artigo 61 da Lei Federal nº 9.394/96 e no artigo 1º da Lei Federal nº 13.935/2019.

Projeto de lei assinado pelo governador Gladson Cameli será encaminhado à Assembleia Legislativa Foto: Marcos Vicentti/Secom

Esforço dos servidores da Educação é reconhecido pelo governador

Em seu pronunciamento, o governador Gladson Cameli não economizou palavras para agradecer o empenho e dedicação dos servidores. Mesmo diante das dificuldades enfrentadas em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o gestor enalteceu o papel desempenhado pelos servidores para que os jovens acreanos continuassem tendo acesso a um ensino público de qualidade e destacou os incessantes investimentos do governo em prol da Educação.

“Sou extremamente grato por tudo que vocês têm feito em prol do desenvolvimento do estado. Nunca na história do Acre um governador pôde dar um abono tão substancial como esse de R$ 16.609,18 para os nossos professores. Isso alguns dias depois de já termos distribuído computadores novos para cada um de vocês”, afirmou.

Gestão Gladson Cameli tem sido marcada por audaciosos investimentos e valorização do ensino público do Acre Foto: Marcos Vicentti/Secom

“E qual é o significado de tudo isso? É que o nosso governo valoriza a educação. Não quero ser apenas conhecido quando terminar o meu mandato como o melhor governador da nossa história para os nossos servidores. Quero também deixar uma marca como um governador dedicado à educação”, completou o gestor, que foi calorosamente aplaudido.

A secretária de Educação, Socorro Neri, pediu agilidade na votação do projeto de lei, já que o abono deve ser pago, obrigatoriamente, até o próximo 31 de dezembro. “Certamente, a bancada estadual dará o apoio necessário na recepção e celeridade na votação para que ele possa se concretizar ainda neste exercício”, argumentou.

Presente à solenidade, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Nicolau Júnior, assegurou celeridade na tramitação. “Essa é uma pauta prioritária para nós. Eu tenho certeza que os 24 deputados estaduais são sensíveis a essa causa da Educação e vamos dar a nossa contribuição para que esse benefício seja concedido”, enfatizou.

Presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado estadual Nicolau Júnior assegurou celeridade nos trâmites e votação do projeto de lei Foto: Marcos Vicentti/Secom

O líder do governo na Aleac, deputado estadual Pedro Longo, lembrou que também é professor e aproveitou para celebrar a conquista dos servidores da rede estadual. “O momento é de muita alegria para todos vocês e eu também só tenho a comemorar. Contem com o meu empenho para que este projeto seja aprovado no menor tempo possível”, pontuou.

O procurador-geral do Estado, João Paulo Setti; o secretário de Planejamento e Gestão, Ricardo Brandão; o secretário de Assuntos Governamentais, Alysson Bestene; e os deputados estaduais Antônio Pedro, Cadmiel Bomfim, Luiz Gonzaga e Manoel Moraes também participaram da solenidade.

Profissionais comemoram conquista histórica

O coordenador pedagógico da Escola Estadual Berta Vieira, Antônio Mesquita, era um dos mais entusiasmados com o anúncio feito pelo governador Gladson Cameli. Como o servidor possui dois contratos de trabalho, ele tem direito a receber o abono de maneira dobrada. O profissional já tem planos de como utilizará o valor a ser pago.

“Fico muito agradecido ao governador e sua equipe econômica por terem se empenhado para que esse recurso fosse concedido aos profissionais e não retornasse ao governo federal. Esse dinheiro veio em boa hora e será muito importante para custear o tratamento de saúde das minhas duas filhas”, disse.

Para Edson Falcão, coordenador de ensino da Escola Estadual Iracema Gomes Pereira, o reconhecimento fará a diferença no lar de milhares de funcionários da educação. “Tudo que vem a acrescentar ao professor é sempre bem-vindo. O professor é o esteio da sala de aula e merece ser valorizado. Esse abono fará com que o final de ano seja especial para às famílias de muitos profissionais”, comentou.

Edson Falcão disse que todo reconhecimento aos profissionais da área educacional é sempre bem-vindoFoto: Marcos Vicentti/Secom

Professora há 23 anos, Eliane Rego também tem direito a vantagem financeira. A atual coordenadora de ensino da Escola Ayrton Senna revela que a possibilidade de receber uma quantia tão alta durante a carreira não era muito esperada e que a expectativa entre os trabalhadores da Educação é grande.

Servidora da Educação há 23 anos, Eliane Rego será contemplada com o abono. Profissional estava entusiasmada com o anúncio do governador Cameli Foto: Marcos Vicentti/Secom

“É a primeira vez que isso acontece e muitos colegas estão bastante ansiosos. Fiquei surpresa com a notícia e poder receber um valor desse no final do ano é maravilhoso porque vai ajudar muito. Recentemente, pude comprar o notebook com o recurso que o governo disponibilizou e isso demonstra o compromisso do governador com a educação”, salientou.

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Trabalho investigativo da Polícia Civil resulta em pena de mais de 11 anos por tráfico e associação

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira, 17, oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher com as iniciais, J.R.S., de 31 anos à época dos fatos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

Investigação da PCAC resulta em condenação por tráfico, associação criminosa e posse de munição no Acre. Foto: cedida

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.

No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico da PCAC, por meio da Delegacia-Geral, que atuou de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.

Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral, no enfrentamento ao tráfico.

Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.

Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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PM evita “tribunal do crime” em Marechal Thaumaturgo e resgata três vítimas mantidas em cárcere

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Quatro suspeitos foram detidos; grupo pretendia julgar e punir vítimas por furto de celular; anotações apontam cobrança de dívidas do tráfico

Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos. Foto: captada 

Uma ação rápida da Polícia Militar evitou o que poderia terminar em violência grave na tarde desta terça-feira (17), no município de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá. Quatro pessoas foram detidas suspeitas de participação em um chamado “tribunal do crime”, prática ilegal associada a facções criminosas.

Segundo informações repassadas pela PM, os agentes chegaram até o local após denúncia. Ao se aproximarem do imóvel, no bairro Poeirinha, houve uma tentativa de fuga em massa. Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos.

No interior da casa, três pessoas eram mantidas contra a própria vontade. Elas estavam sendo acusadas de envolvimento no furto de um telefone celular e aguardavam a decisão do grupo, que, conforme apurado, previa punições físicas como forma de “disciplina” .

Entre as vítimas, estava uma mulher que havia ido ao local na tentativa de proteger o irmão. Mesmo afirmando acreditar na inocência dele, ela chegou a se comprometer a arcar com o prejuízo do aparelho desaparecido para evitar agressões .

Suspeita confessa participação em facção

Durante a abordagem, uma das suspeitas assumiu participação na organização criminosa e relatou que teria recebido ordens para conduzir o “julgamento”. Ela também revelou atuar na cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas na região. Com ela, os policiais encontraram anotações que somavam mais de R$ 7 mil em débitos atribuídos a terceiros .

Dois adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Todos, juntamente com as vítimas, foram encaminhados à delegacia da cidade para os procedimentos legais .

Alerta da PM

O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar reforçou a importância da participação da população no combate ao crime, destacando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 190 .

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Polícia Civil prende mulher condenada a mais de 11 anos por tráfico de drogas e associação criminosa em Manoel Urbano

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Investigação teve início em 2023 com denúncias anônimas; durante busca, foram apreendidas cocaína, crack, munições e carabina adulterada

A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição. Foto: captada 

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira (17), oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher identificada pelas iniciais J.R.S., de 31 anos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.

Apreensões

No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico dos oficiais de polícia civil, que atuaram de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.

Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre no enfrentamento ao tráfico.

Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.

Pena

Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

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