Acre
Friale: onda de frios devem começar a partir de abril; Julho terá temperatura de até seis graus
Luciano Tavares
Esse será um ano de frios intensos no Acre com temperaturas que podem chegar a seis graus no mês de julho, prevê o pesquisador meteorológico Davi Friale.
A onda de triagens começa em abril. No restante do mês março apenas leves frentes frias como a que avançou sobre o estado durante o final de semana.
“Não há perspectiva para este mês de março de uma frente fria mais intensa que gere uma friagem. O que a gente teve foi uma leve frente fria que durante o final de semana, mas para o mês de abril nós estamos esperando uma frente fria que deverá caracterizar uma friagem que não será muito forte, mas pelo menos com a possibilidade de as temperaturas ficarem entre 15 e 18 grau.”
As friagens mais intensas começam a partir do mês de junho “quando teremos massas de ar polar penetrando com bastante intensidade aqui na Amazônia sul-ocidental. É tanto que a agora, dia 17 do mês de março chegou essa massa de ar polar, coisa que não é comum essa época. Como parece que não há mais bloqueios teremos frios intensos principalmente em junho, julho e agosto”, acrescenta.
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.




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