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Fortaleza consegue virada incrível e vence o América-MG: 3 a 2

Fortaleza vira pra cima do América-MG e soma mais três pontos no Brasileiro – Foto: Mateus Lotif/FEC
Coelho chega a abrir 2 a 0 no primeiro tempo, mas Leão do Pici consegue a virada para entrar no G-6 do Brasileirão
Foi sofrido, mas o Fortaleza venceu o América-MG por 3 a 2 neste domingo (08), na Arena Castelão, pela 26° rodada do Campeonato Brasileiro. O Coelho chegou a abrir 2 a 0, com dois gols de Mastriani. Mas Lucero, Machuca e Bruno Pacheco marcaram para o Leão do Pici e garantiu a virada do time nordestino.
Com o resultado, o Fortaleza entrou no G-6 e segue na briga por uma vaga na próxima edição da Libertadores. Aliás, vale lembrar que o Leão do Pici pode conquistar uma vaga se conquistar a Copa Sul-Americana. Por outro lado, o América-MG voltou para a lanterna da competição, já que o Coritiba venceu o Atlético-MG.
strela de Mastriani brilha no primeiro tempo
Mesmo jogando fora de casa, o América-MG começou em cima do Fortaleza. Afinal, de cabeça, Mastriani mandou a bola à esquerda de João Ricardo com 8 minutos. Aos 9, Everaldo perdeu grande chance cara a cara com João Ricardo. Contudo, a pressão do Coelho só viria a trazer resultado aos 15 minutos. Cazares recebeu dentro da área e finalizou. A bola explodiu nos braços de Brítez. Pênalti assinalado e convertido por Mastriani, para fazer 1 a 0. Sete minutos mais tarde, Everaldo fez linda jogada pela direita e cruzou para o centroavante uruguaio marcar o segundo dele e ampliar para o time mineiro.
Abatido, o Fortaleza só começou a entrar no jogo na reta final da primeira etapa. Assim, aos 30 minutos, Zé Welison cruzou e Lucero subiu mais que todo mundo para cabecear e diminuir. Por fim, Guilherme, em cobrança de falta, e Tinga, de cabeça, tiveram mais duas oportunidades para o Leão do Pici, mas finalizaram para fora.
Fortaleza cresce e consegue virada no segundo tempo
Já na etapa final, o Fortaleza veio determinado a virar o jogo. Logo no começo do segundo tempo, o zagueiro Titi cabeceou no travessão e no rebote, Thiago Galhardo marcou, mas o defensor estava impedido no início do lance. Mas aos 10 minutos não tinha jeito. Afinal, Galhardo recebeu o lançamento pelo lado direito e cruzou rasteiro. A bola passou por toda a área até encontrar Machuca, que escorou para o gol e empatou a partida. Mas o Leão do Pici queria mais. Em linda jogada trabalhada, Galhardo achou Bruno Pacheco dentro da área, que recebeu e fuzilou para, enfim, virar o embate.
Por outro lado, o Coelho não conseguia mais se impor, como fez no início da partida. A melhor chance aconteceu com Juninho, aos 34 minutos. Ele completou o cruzamento com um voleio, mas acabou pegando muito mal na bola e isolou. Por sua vez, o Fortaleza seguia em cima, Thiago Galhardo, nome da partida, além de Sílvio Romero, tiveram boas oportunidades, mas pecaram nas finalizações. Assim, o Leão do Pici conseguiu controlar as ações do jogo até o fim, e confirmar uma virada incrível ao lado de seu torcedor. Mais três pontos para o Laion.
FORTALEZA 3X2 AMÉRICA-MG
26ª rodada do Brasileirão Série A
Data: 8/10/2023
Local: Arena Castelão, Fortaleza (CE)
FORTALEZA: João Ricardo; Tinga, Brítez, Titi e Bruno Pacheco; Caio Alexandre, Zé Welison (Thiago Galhardo, intervalo) e Pochettino (Calebe, 42′ /2ºT); Yago Pikachu (Pedro Augusto,32′ /2ºT), Lucero (João Lucas, 23′ /2ºT) e Guilherme (Machuca, intervalo). Técnico: Juan Pablo Vojvoda
AMÉRICA-MG: Aguerre; Ricardo Silva, Iago Maidana e Danilo Avelar; Rodriguinho (Javier Mendéz, 17′ /2ºT), Juninho, Martínez, Cazares (Wellington Paulista, 25′ /2ºT) e Nicolas (Marlon, 25′ /2ºT); Everaldo (Breno, 17′ /2ºT) e Mastriani (Adyson ,32′ /2ºT). Técnico: Fabián Bustos
Gols: Mastriani, 17’/1ºT (0-1); Mastriani, 22’/1ºT (0-2); Lucero, 30’/1º|T (1-2); Machuca, 10’/2º|T (2-2); Bruno Pacheco, 22’/2º|T (3-2)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (Fifa-RJ)
Assistentes: Anne Kesy Gomes de Sá (Fifa-AM) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
VAR: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Cartões amarelos: Brítez, Machuca (FOR); Ricardo Silva (AME)
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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