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Foragido condenado a quase 10 anos de prisão é capturado pela DCORE em Rio Branco

Cassiano Cruz da Silva descumpriu medidas do regime semiaberto e teve prisão preventiva decretada
Investigadores da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE) prenderam, na manhã desta sexta-feira (21), Cassiano Cruz da Silva, na região do bairro Belo Jardim, em Rio Branco. O foragido, que cumpria pena no regime semiaberto e era monitorado por tornozeleira eletrônica, teve a prisão preventiva decretada pelo juiz da Vara de Execuções Penais por descumprir as regras do regime.

Cassiano foi inicialmente preso em flagrante em 2019, após invadir uma residência no Segundo Distrito da cidade com comparsas. Julgado e condenado a nove anos e nove meses de prisão, ele cumpriu parte da pena antes de progredir de regime. No entanto, na última quinta-feira (20), a Justiça determinou seu retorno ao regime fechado.
Após a captura, o assaltante foi encaminhado à Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC). Neste sábado (22), sua prisão será reavaliada pelo juiz da Vara Estadual das Garantias.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.



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