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Fim do mistério. Bolsonaro escolhe partido pelo qual vai se candidatar à Presidência em 2018

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Deputado Jair Bolsonaro vai se filiar ao Partido Ecológico Nacional, o PEN. Sigla deve mudar de nome para Patriotas ou Prona, resgatando a legenda que projetou o ex-deputado Enéas

 gazetadopovo

Jair Bolsonaro e o presidente do PEN, Adilson Barroso, fazendo com as mãos o 51, número do partido. Divulgação

Acabou o mistério. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) irá se filiar ao Partido Ecológico Nacional, o PEN, que é registrado com o número 51. Mas, com sua filiação, o partido vai mudar de nome e deverá se chamar Prona (Partido da Reedificação da Ordem Nacional), cujo ex-líder Enéas é admirado pelo deputado, ou Patriotas. A mudança de nome é uma formalidade e basta uma convenção do partido para a troca se efetivar. Por essa nova legenda Bolsonaro disputará a presidência da República em 2018.

O deputado autorizou seus auxiliares a confirmarem a troca, já discute o novo nome e até já posou numa foto ao lado do presidente do PEN, Adilson Barroso, fazendo com as mãos o número 51. “Nós vamos casar logo após o caso Temer”, disse Bolsonaro a amigos, se referindo à votação da denúncia contra o peemedebista na Câmara, que ocorre nesta semana.

Leia também: Sete pontos para decifrar o que Bolsonaro faria se fosse eleito presidente

Bolsonaro conversou na manhã deste domingo (30) com o advogado Paulo Fernando Melo, que atua na Justiça Eleitoral e será o responsável pelos protocolos burocráticos da mudança do nome da legenda. Melo confirmou à Gazeta do Povo a filiação de Bolsonaro ao PEN e também que o partido mudará de nome.

O presidente nacional do PEN, Adilson Barroso, afirmou que está “99,9%” fechado. “O noivado vai de vento em popa e só falta assinar o contrato de casamento, que acontecerá em alguns dias, com sua assinatura da ficha de filiação. Faremos uma grande festa”, disse à Gazeta.

A tendência é que o partido passe a se chamar Prona, dada a ligação de Bolsonaro com as ideias de Enéas, que morreu em maio de 2007, após contrair uma leucemia. Enéas foi três vezes candidato a presidente da República, sempre com poucos segundos de tempo de TV. Ficou conhecido por seu bordão “Meu nome é Enéas” e por suas propostas nacionalistas. Na disputa para o Planalto em 1994, Enéas obteve 4,6 milhões de votos, ficando em terceiro lugar. Em 2006, o Prona se fundiu ao Partido Liberal (PL) e ambos passaram a se chamar PR, que existe até hoje.

“Não vejo como o nome do nosso novo partido não ser Prona. É um partido que já foi aceito pela população e que já obteve quase cinco milhões de votos com o Enéas”, disse Barroso, que explicou o “ecológico” de seu atual partido. “Tem ecológico no nome, mas não é um radical da ecologia”.

Além de Patriotas o outro nome pensado foi o de “Pátria amada, Brasil”, mas foi descartado por Bolsonaro.

Barroso disse que a filiação de Bolsonaro vai permitir a coligação com partidos médios para a disputa da Presidência da República e a legenda irá atrair também muitos vereadores e deputados estaduais e federais. “Até um senador já me ligou”, disse.

Paulo Fernando Melo afirmou que a mudança do nome é simples. “É legal e não há segredo. Assim como o PFL virou DEM e, agora mais recente, o PTN virou Podemos, o PEN vai também mudar de nome”.

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IBGE sofre debandada de cargos às vésperas da divulgação do PIB

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Divulgação/IBGE
Foto de agente e sede do IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vive mais um embate entre servidores e a direção do órgão às vésperas da divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 2025, prevista para o início de março.

Na última segunda-feira (19/1), a diretoria determinou a exoneração da coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis, em um ato considerado sem justificativa. O departamento é responsável por calcular grandes indicadores da economia, como o PIB, dados sobre renda, investimentos, entre outros. A então gestora estava à frente da função há 11 anos.

Após a saída, outros três servidores da mesma área entregaram cargos em solidariedade a Palis. São eles: Cristiano Martins, gerente de Bens e Serviços do IBGE e vice da Coordenação de Contas; Claudia Dionísio, gerente das Contas Nacionais Trimestrais; e Amanda Tavares, gerente substituta.

O Metrópoles apurou que os técnicos se comprometeram a permanecer nos postos, e contribuirão com a transição de cargos até a divulgação do próximo PIB Trimestral. Eles devem ser realocados para outras funções no instituto.

Críticas

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge) questiona decisões da atual diretoria, comandada pelo professor e economista Marcio Pochmann. Segundo Clician do Couto Oliveira, dirigente da entidade, a saída de Rebeca se soma a outras exonerações que vêm ocorrendo de forma “injustificada”.

No ano passado, a direção também promoveu desligamentos no Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI), substituindo quadros com anos de experiência por servidores recém-aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU).

“[O IBGE] vem em uma sequência de exonerações em cargos de confiança, todos sem justificativa, na mesma toada. É um órgão público, então os atos têm que ter transparência, publicidade”, avalia Couto Oliveira, ao Metrópoles.

A executiva da Assibge ainda critica a falta de um plano de transição para continuidade dos trabalhados na Coordenação de Contas. “Essa transmissão de cargo precisa estar acompanhada por um plano de transição e isso não foi acordado”, ressaltou.

Em um comunicado, o IBGE informou que o servidor Ricardo Montes de Moraes será o novo coordenador de Contas Nacionais. Ainda segundo o órgão, o cronograma de transição entre a atual e o futuro coordenador está em andamento, “garantindo o cumprimento integral do Plano de Trabalho e plenamente o cronograma de divulgações para o ano de 2026”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Flávio celebra encontro com Netanyahu durante conferência em Israel

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Conferencia-flavio-eduardo-israel

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), participou, nessa segunda-feira (27/1), com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo. Em publicação, Flávio agradeceu o convite para participar da conferência e publicou sequência de fotos do encontro.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) também esteve presente no evento.

Flávio publicou no X que foi uma honra se encontrar o Netanyahu e com “autoridades que levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade”.

“O combate ao antissemitismo é uma responsabilidade de todos nós. O Brasil precisa estar ao lado das nações que não se calam diante do ódio e da perseguição”, afirmou o filho 01 de Jair Bolsonaro.

Fico muito grato pelo convite para participar da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo em Israel.

Foi uma honra me encontrar com o primeiro-ministro @netanyahu e com autoridades que levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade.

O combate ao… pic.twitter.com/ZXNw0X7mhq

— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 27, 2026

Eduardo Bolsonaro também usou as redes sociais para celebrar o encontro e o retorno do último corpo que ainda estava sendo mantido refém em Gaza.

“No Brasil, as pessoas não têm ideia — nem poderiam — do que aconteceu ontem nos corações dos israelenses. Em 26 de janeiro de 2026, Israel recebeu de volta o último corpo que ainda estava sendo mantido como refém em Gaza: o do herói Ran Gvili, que matou 14 terroristas no 7/OUT/2023, seguiu em combate mesmo com o braço quebrado”, escreveu o ex-deputado.

🇮🇱🤝🇧🇷A reunião bilateral com o Primeiro-Ministro @netanyahu foi muito, mas muito especial!

No Brasil as pessoas não têm ideia – e nem poderiam – do que ocorreu ontem no coração dos israelenses.

Em 26/JAN/2026 retornou para Israel o último corpo ainda sequestrado em Gaza, o do… pic.twitter.com/txU60iftAe

— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) January 27, 2026

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Embraer firma acordo com grupo bilionário para abrir fábrica na Índia

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Imagem colorida de instalações da Embraer em Gavião Peixoto, interior de SP

A Embraer firmou uma parceria com uma das empresas do grupo indiano Adani para fabricar aeronaves, atuar na cadeia de suprimento e também realizar treinamento de pilotos. O anúncio do compromisso foi feito pela empresa brasileira nesta terça-feira (27/1).

A parceria deve resultar, entre outros frutos, na instalação de uma unidade de produção de aeronaves na Índia. A ideia é que, com o tempo, a ampliação da produção ocorra em suporte ao programa de Aeronaves de Transporte Regional (RTA, na sigla em inglês).

Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, Arjan Meijer detacou a importância do mercado indiano para a companhia brasileira.

“A Índia é um mercado fundamental para a Embraer, e esta parceria reúne nossa experiência no setor aeronáutico às sólidas capacidades industriais da Adani e ao seu compromisso com o desenvolvimento da indústria local”, afirma Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.

O grupo Adani possui conhecimento em infraestrutura aeroportuária, produção aeroespacial, treinamento de pilotos e manutenção, reparo e revisão geral.

“A aviação regional é essencial para o crescimento econômico. Com a ampliação da conectividade aérea em metrópoles regionais e cidades do interior do país, a criação de uma estrutura robusta para a aviação regional tornou-se ainda mais necessária na Índia”, celebrou o diretor da Adani Defence & Aerospace, Jeet Adani.

A Embraer já está presente na Índia com 50 aeronaves de 11 modelos distintos que operam na aviação comercial, de defesa e executiva, além da Força Aérea Indiana.

Brasil de olho na Índia

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chefiará uma missão internacional à Índia, entre os dias 19 e 21 de fevereiro.

A intenção do Brasil nas relações com o décimo maior importador brasileiro é ampliar o escopo de produtos negociados, mas também a promoção de parcerias em diferentes áreas e a redução da dependência econômica dos líderes globais Estados Unidos e China.

Para a tarefa, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) abriu uma chamada para o credenciamento de até 200 empresários que possam integrar o grupo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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