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Filho de prefeito de Bujari denuncia o próprio pai por suposta compra de votos nas eleições de 2020
Segundo Jairo Pinheiro, presidente do MDB no município, familiares de Wemerson tentaram convencê-lo a retirar a denúncia. No entanto, ele seguiu com a acusação registrada oficialmente

Wemerson Gomes de Lima, filho do atual prefeito de Bujari, João Edvaldo Teles de Lima (PDT), conhecido como “Padeiro”, denunciou o próprio pai por suposto envolvimento em um esquema de compra de votos durante as eleições municipais de 2020. A denúncia, formalizada em cartório, envolve ainda a vice-prefeita Maria Aparecida e alguns vereadores.
De acordo com o documento registrado com firma reconhecida, eleitores teriam sido persuadidos a votar na chapa por meio de promessas de benefícios futuros. Além disso, testemunhas relataram episódios de chantagem e coação eleitoral. A denúncia veio à tona após publicação do site O Palaciano.
A gravidade das acusações motivou a atuação de diferentes órgãos: Justiça Eleitoral, Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal foram acionados para investigar o caso. O diretório municipal do União Brasil em Bujari e a coligação “Oportunidades e Respeito para Todos” — composta por União Brasil, Republicanos, MDB, Federação PSDB-Cidadania e PSD — também foram notificados.
Segundo Jairo Pinheiro, presidente do MDB no município, familiares de Wemerson tentaram convencê-lo a retirar a denúncia. No entanto, ele seguiu com a acusação registrada oficialmente. “Ele registrou a denúncia em cartório com firma reconhecida. No decorrer do processo, a mãe e a família tentaram contornar a situação, mas o documento está assinado. O juiz da zona eleitoral vai chamá-lo para confirmar ou não o que declarou. Se ele voltar atrás, pode se complicar ainda mais”, afirmou Pinheiro ao Palaciano.
Caso a Justiça determine a cassação da chapa eleita em 2020, o segundo colocado na disputa, Michel Marques, do União Brasil, poderá assumir a prefeitura de Bujari. A denúncia adiciona um novo capítulo à instabilidade política vivida no município e deve ter desdobramentos nas próximas semanas.
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Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.
Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.
Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.
Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.
Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.
O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.
Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.
Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.
A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.
Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.
Resistência
A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.
A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Trabalhador fica pendurado e é resgatado a 130 m de altura em Goiânia. Veja o vídeo

Goiânia – Um trabalhador técnico em altura passou um grande susto nessa terça-feira (10/2) na capital goiana. O homem ficou pendurado a 130 metros de altura, após o cabo de rapel no qual ele trabalhava se romper.
O caso aconteceu em um prédio no Jardim Goiás. O trabalhador estava no 43º andar do edifício, no entanto, não conseguia nem subir ou descer. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.
Resgate
Para o resgate do homem, duas equipes especializadas com seis bombeiros foram acionadas. Foi montado um sistema de rapel, com ancoragens para puxar o trabalhador, que foi içado para uma das sacadas do prédio.
De acordo com os bombeiros, ele não sofreu ferimentos, e o socorro durou cerca de 30 minutos.
A corporação reforçou a importância de respeitar as normas de segurança neste tipo de trabalho e usar os equipamentos adequados para evitar acidentes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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