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Acre

Fecomércio denuncia prática abusiva de preços da Gol Linhas Aéreas nas passagens para Cruzeiro do Sul

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Os diretores da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC) divulgaram nota, na manhã deste sábado, 12, denunciando a prática abusiva de preços de passagens da Gol Linhas Aéreas, no trecho Rio Branco/Cruzeiro do Sul.

Segundo a Fecomércio, a companhia aérea estaria cobrando R$ 1.500 – nas passagens de ida e volta a Cruzeiro do Sul. A nota diz ainda, que a Gol teria se empenhado para monopolizar o trecho, mas atualmente estaria tentando justificar a inviabilidade financeira da operação no Vale do Juruá.

Abaixo, a íntegra da nota da diretoria da Fecomércio:

NOTA DE ADVERTÊNCIA

Na defesa dos interesses dos empresários e da sociedade de Cruzeiro do Sul, a diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC) ADVERTE a classe política do Acre, o Ministério Público e a sociedade em geral da prática abusiva de preços que vem praticando a companhia GOL LINHAS AÉREAS, no trecho Rio Branco-Cruzeiro do Sul-Rio Branco.

Em passado recente, a companhia praticou subpreços e com isso eliminou as concorrentes que também faziam aquele trecho, em razão de não poderem competir em igualdade de condições, ficando a Gol operando sozinha, absoluta.

Entendemos que, com a abertura da BR-364, no trecho que liga a Capital àquela cidade, a empresa perdeu passageiros, e hoje já não tem interesse em continuar operando. Para criar fundamentos preparatórios para sua retirada, vem fixando preços abusivos e, conseqüentemente, afastando os clientes. Por isso acreditamos que o objetivo é justificar a inviabilidade financeira da operação de suas aeronaves para a referida localidade.

Atualmente, os bilhetes estão sendo vendidos ao preço de até R$ 1.500, trecho de ida e volta, o que, convenhamos, é preço de vôo internacional. Em face disso, a aeronave tem decolado com menos de 50% de ocupação. Os empresários de Cruzeiro do Sul são os mais prejudicados, visto que suas viagens, quase sempre, não são programadas, tendo que sucumbir às tarifas cheias da companhia.

Fica, portanto, nossa advertência e pedido para que as autoridades tomem providências, não apenas pela elevada tarifa, mas também pela manutenção do atendimento aéreo, já que, apesar do tráfego rodoviário normalizado, o transporte aéreo se faz necessário, em virtude da distância que separa Cruzeiro do Sul da Capital. Não vamos nos surpreender se a Gol anunciar, a qualquer momento, que não mais fará esta linha aérea.

Fonte: ac24horas

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Acre

Nota pública sobre o Carnaval da Família

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O governo do Estado do Acre informa à população que, em razão da situação atual do Rio Acre, que se encontra acima da cota de transbordamento, não realizará, neste ano, o tradicional Carnaval da Família.

A decisão foi tomada com base na responsabilidade com a segurança da população e na prioridade absoluta às ações de monitoramento, prevenção e atendimento às famílias afetadas ou em risco em decorrência da elevação do nível do rio.

Neste momento, todos os esforços do governo estão concentrados no enfrentamento dos impactos causados pela cheia, garantindo assistência social, logística e suporte às defesas civis municipais.

O governo do Acre agradece a compreensão da sociedade e reforça seu compromisso com a proteção da vida e o bem-estar da população acreana.

Governo do Estado do Acre

 

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Acre

Mapa libera híbrido de milho de alto desempenho para a safrinha no Acre

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 23, uma portaria que atualiza o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do milho de segunda safra e do milho consorciado com braquiária para o ano-safra 2025/2026. A norma inclui oficialmente a cultivar DM2890 entre os materiais aptos ao plantio em diversos estados.

No Acre, o DM2890 passa a integrar o ZARC do milho de segunda safra, conforme a Portaria SPA/MAPA nº 384, e também o zoneamento do milho consorciado com braquiária – 2ª safra, por meio da Portaria SPA/MAPA nº 398. A inclusão é considerada relevante para o planejamento da produção agrícola no estado, já que o ZARC é referência obrigatória para acesso ao crédito rural, ao seguro agrícola e a outros instrumentos de política pública.

O DM2890 é um híbrido de milho convencional de alto desempenho, desenvolvido pela GDM Genética do Brasil S/A, sob a marca DONMARIO Sementes. Lançado com foco na safrinha da região tropical e no Cerrado brasileiro, o material é reconhecido pelo alto teto produtivo e pela boa adaptação a plantios de abertura característica estratégica para regiões com desafios climáticos semelhantes aos enfrentados no Acre.

Entre as principais características agronômicas do híbrido estão o ciclo precoce e o tipo de grão semidentado, com peso médio de mil grãos de 343,1 gramas. O material também apresenta excelente sanidade foliar e boa tolerância ao complexo de enfezamentos, fatores que contribuem para maior estabilidade produtiva em diferentes ambientes.

Em termos de desempenho, o DM2890 tem registrado produtividades superiores a 170 sacas por hectare em áreas de avaliação no Cerrado, como no município de Rio Verde (Goiás). Além da produção de grãos, o híbrido é recomendado para silagem, ampliando as possibilidades de uso tanto para agricultores quanto para sistemas integrados de produção.

A recomendação técnica do material é voltada especialmente para a safrinha na região tropical e no Cerrado, perfil que se aproxima das condições de parte significativa das áreas agrícolas do Acre. O híbrido integra o portfólio de alta performance da DONMARIO (GDM), que reúne materiais convencionais e com tecnologias adaptadas às exigências produtivas do Centro-Oeste e do Norte do país.

Além do Acre, a Portaria SPA/MAPA nº 3 inclui o DM2890 no zoneamento de estados como Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins, reforçando a abrangência nacional da cultivar na safra 2025/2026.

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Acre

Confaz atualiza base de cálculo do ICMS sobre etanol no Acre a partir de fevereiro

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Foto: reprodução/Poder360

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23) ato que atualiza os preços médios ponderados ao consumidor final (PMPF) dos combustíveis utilizados como base de cálculo do ICMS em todo o país. As novas referências passam a vigorar a partir de 1º de fevereiro, com impacto direto na arrecadação estadual e na formação de preços no mercado.
No Acre, o ato estabelece o PMPF de R$ 5,2254 por litro para o álcool etílico hidratado combustível (AEHC). O valor serve como parâmetro fiscal e não representa, necessariamente, o preço final praticado nos postos, mas influencia diretamente o cálculo do ICMS incidente sobre o combustível no estado.

Segundo o documento, não houve definição de PMPF para outros combustíveis no Acre, como querosene de aviação (QAV), gás natural veicular (GNV), gás natural industrial (GNI) e óleo combustível, o que indica a ausência de adoção desses parâmetros específicos pelo estado neste ato.

O PMPF é utilizado pelos estados para padronizar a base de cálculo do ICMS, reduzir distorções fiscais e combater a evasão tributária no setor de combustíveis. Na prática, mesmo que o preço nas bombas oscile, o imposto estadual é calculado com base nesse valor médio definido nacionalmente a partir de informações fornecidas pelas próprias unidades federativas.

No Acre, onde os custos logísticos e a dependência do abastecimento de outros estados influenciam fortemente os preços, a definição do PMPF do etanol tem reflexos tanto na arrecadação estadual quanto na competitividade do combustível em relação à gasolina.

Enquanto o estado fixa o PMPF do AEHC em pouco mais de R$ 5,22, outras unidades da federação apresentam valores distintos, refletindo diferenças regionais de oferta, logística e consumo. O ato também registra ajustes e reduções de PMPF em determinados combustíveis em outros estados, sinalizando mudanças fiscais em resposta às condições de mercado.

A íntegra do ato foi assinada pelo secretário-executivo do Confaz, Carlos Henrique de Azevedo Oliveira.

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