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“Faremos o maior mutirão de cirurgias da história do Acre”, afirma Gladson Cameli
O governo do Estado se prepara para dar início ao maior mutirão de cirurgias eletivas já realizado pelo Sistema de Saúde acreano. Com R$ 56 milhões em recursos assegurados, o principal e histórico objetivo é zerar, até o fim deste ano, a atual fila de espera, que possui aproximadamente dez mil pessoas do Acre e até mesmo de alguns municípios do Amazonas e Rondônia.

Gladson Cameli: “Objetivo é zerar a fila de espera”. Foto: Diego Gurgel/Secom
No comando dessa ousada iniciativa, está o governador Gladson Cameli. O gestor vem se empenhando com afinco para que a população tenha serviços públicos de excelência e atendimento de qualidade. O chefe do Executivo demonstra grande entusiasmo com o mutirão, cujo início está planejado para junho.
“Como governador, estou muito empenhado e tenho cobrado da minha equipe agilidade para iniciar logo essas cirurgias. Se for preciso parar as obras, vamos parar porque o bem mais preciso é a vida. Com muita determinação, trabalho e fé em Deus, o Estado realizará o maior mutirão da história do Acre”, declarou.
O mutirão contemplará pacientes dos 22 municípios, nas áreas de cirurgia-geral, pediatria, cabeça e pescoço, ginecologia, urologia, ortopedia, otorrinolaringologia e oftalmologia, entre outras especialidades. Além de Rio Branco, os procedimentos serão realizados em hospitais da rede estadual em Brasileia, Cruzeiro do Sul, Senador Guiomard e Tarauacá.

Governo planeja iniciar mutirão de cirurgias em junho. Foto: Odair Leal/Secom
“Quero agradecer ao senador Marcio Bittar, pelos recursos que conseguiu com sua articulação em Brasília, e ao presidente Bolsonaro, que tanto tem ajudado o Acre. O governo do Estado também está fazendo a sua parte. Por meio do Detran, destinamos R$ 25 milhões para custear boa parte das cirurgias”, enfatizou Gladson.
Segundo a secretária de Saúde, Paula Mariano, muitos pacientes aguardam por cirurgias há mais de uma década no estado. Para que toda essa demanda reprimida seja atendida o quanto antes, o governo trabalha na melhoria dos hospitais.
“Queremos que os pacientes sejam cirurgiados na cidade onde moram ou na regional a que seu município pertence. O Estado tem equipado as unidades para que os procedimentos sejam realizados com sucesso. Somente nos meses de março e abril, foram feitas mais de 300 cirurgias na Fundação [Fundhacre], em Brasileia e Tarauacá. Essa é uma verdadeira conquista proporcionada pelo governo para quem aguardava na fila há anos”, afirmou.
Na Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), a meta é realizar 500 procedimentos por mês. Além das salas cirúrgicas do maior complexo hospitalar do estado, parte da estrutura do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) será utilizada durante o mutirão.

Presidente da Fundhacre, João Paulo Silva afirmou que meta é realizar 500 cirurgias por mês na unidade hospitalar. Foto: Danna Anute/Secom
“Nos próximos dias, o governador Gladson Cameli fará o lançamento oficial do nosso mutirão de cirurgias. Em junho, chamaremos as pessoas que aguardam pelo procedimento para novas avaliações, exames pré-operatórios e a cirurgia em si. Somente na Fundação, contaremos com 50 profissionais envolvidos nesse grande mutirão”, explicou o presidente da Fundhacre, João Paulo Silva.
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Duas brasileiras são presas em Cobija com cocaína ao tentar retornar para Epitaciolândia
Droga estava escondida em bolsa durante abordagem na Avenida Internacional; suspeitas foram transferidas para presídio na Bolívia

Uma das mulheres foi intensificada como Eliza B. dos Santos, as duas foram abordadas na Avenida Internacional após atitude suspeita. Foto: captada.
Duas mulheres de nacionalidade brasileira foram presas na tarde desta terça-feira (3) na Avenida Internacional, em Cobija, na Bolívia, quando tentavam atravessar para o lado brasileiro com destino à cidade de Epitaciolândia, no Acre. Com elas, os policiais encontraram cocaína escondida dentro de uma das bolsas.
A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel Erland Mosterio. Segundo as autoridades, as suspeitas — uma delas identificada como Eliza B. dos Santos — apresentaram atitude suspeita durante patrulhamento na tranca que divide os dois países, o que motivou a abordagem.
A revista pessoal foi realizada por agentes femininas, que localizaram pacotes contendo uma substância branca em uma das bolsas. O material foi submetido a teste de campo pela Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), que confirmou resultado positivo para cocaína base.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel CLN Erland Mosterio. Foto: captada
As duas mulheres foram ouvidas no local e, em seguida, apreendidas e colocadas à disposição das autoridades competentes. Elas vão ser transferidas para a Penitenciária Villa Busch, onde permanecerão à disposição da Justiça boliviana para os procedimentos legais cabíveis.
Veja vídeo reportagem com TV SPC:
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Acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva são condenados a 23 e 12 anos de prisão
André Oliveira da Silva, autor dos disparos, e Denis Tavares, dono da arma, foram julgados pelo assassinato de Cauã Nascimento, morto em fevereiro de 2024 após “tribunal do crime” em Rio Branco

O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira e 12 anos de prisão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Foto: captada
O Tribunal do Júri de Rio Branco condenou, na tarde desta terça-feira (3), André Oliveira da Silva, o “Smith”, e Denis da Rocha Tavares pelo assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O julgamento ocorreu no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.
Por maioria absoluta de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio e participação em organização criminosa. O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira, apontado como autor dos disparos, e 12 anos de reclusão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e tiveram negado o direito de recorrer em liberdade.
O crime
De acordo com a denúncia do Ministério Público e as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. André Oliveira invadiu a residência da tia da vítima, localizada na Rua Baguari, e efetuou diversos disparos contra Cauã Nascimento, que morreu no local.
As investigações apontaram que a vítima teria sido flagrada pichando muros de residências e postes de energia com a sigla de uma facção rival à que dominava o bairro à época. Conforme apurado, Cauã foi submetido a um chamado “tribunal do crime” e recebeu sentença de morte. A execução ocorreu dois dias após essa decisão.
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Objetos estranhos na rede elétrica causaram mais de 150 ocorrências no Acre em 2025
Mais de 61 mil clientes foram atingidos ano passado
Segundo levantamento realizado pela Energisa Acre, cerca de 150 ocorrências foram registradas no estado em 2025 por objetos estranhos na rede elétrica, afetando mais de 61 mil
Entre os materiais encontrados na rede estão tênis, correias metálicas, sacolas e outros objetos levados pelos ventos ou lançados intencionalmente, que se torna um ato criminoso, considerado dano ao patrimônio público, além de ser uma ação muito perigosa, que oferece risco à vida.
Quando entram em contato com a fiação, podem provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos, danos a equipamentos do sistema elétrico, incêndios, choques fatais, além de comprometer o fornecimento de energia da região.
O Gerente de Operação da Energisa Acre, Loureman Azevedo, reforça que a tentativa de retirada desses materiais é extremamente perigosa.
“Quando um objeto entra em contato com a rede elétrica, ele pode ficar energizado e se transformar em um ponto de choque. O risco aumenta quando alguém tenta retirar esse material usando varas, escadas ou qualquer outro recurso improvisado. A orientação é clara: jamais tente remover objetos da rede elétrica. Ao identificar essa situação, mantenha distância e acione imediatamente a Energisa pelos canais de atendimento”, alerta o gerente.
A recomendação da Energisa é simples e pode evitar acidentes
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Não jogue objetos sob ou sobre a rede elétrica;
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Nunca tente retirar materiais presos à fiação;
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Não se aproxime de fios partidos ou cabos no chão;
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Não toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;
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Não solte pipas, balões ou até mesmo fogos de artifício próximo a rede.
Em caso de ocorrência, registre pelos canais de atendimento:
WhatsApp Gisa: (68) 99233-0341
Aplicativo Energisa On
Telefone: 0800 647 7196


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