Cotidiano
Faltou direção! Oportunidades perdidas marcam empate entre Bragantino e Cuiabá

OGol
Em jogo com muitas oportunidades desperdiçadas, principalmente no primeiro tempo, Bragantino e Cuiabá empataram em 0 a 0 em São Paulo. Cleiton e Walter fizeram boas defesas, mas pés não estavam bem calibrados no jogo entre os times que lutam contra o rebaixamento.
A estreia de Fernando Seabra no Red Bull Bragantino não foi com o melhor resultado. O empate não ajudou nenhuma das duas equipes. Mesmo assim, o Bragantino chegou aos 35 pontos e saiu da zona de rebaixamento, mas ainda depende do resultado do Athletico Paranaense para saber se foi o suficiente para fugir do Z-4 nessa rodada.
Já o Cuiabá continua com 28 pontos e está em penúltimo lugar em uma situação muito delicada na tabela. Na próxima rodada, o Massa Bruta enfrenta o lanterna Atlético Goianiense enquanto o Dourado visita o líder Botafogo.
Faltou pontaria
O Bragantino de Seabra começou o jogo com tudo. Os minutos iniciais do Massa Bruta foram de pressão total.
Eduardo Sasha desperdiçou uma oportunidade clara de gol logo no primeiro minuto. Após cobrança de escanteio, o jogador conseguiu dominar a bola e finalizar de frente para Walter, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Quando o relógio marcou cinco minutos, Sasha já tinha perdido mais duas chances de marcar. Ele e Vitinho, com uma, assustaram bastante o goleiro Walter, que fez uma boa defesa nesse período.
O técnico do Cuiabá, preocupado, fez duas substituições que equilibraram de vez a partida. Um minuto depois das alterações, aos 33, Jonathan Cafu, que havia acabado de entrar, recebeu grande passe de Derik Lacerda e chutou forte com muito perigo à esquerda de Cleiton.
Foi a vez do Cuiabá fazer vários ataques em sequência. Pitta finalizou duas vezes por cima do gol e quase marcou. Depois, aos 40 minutos, Sobral tentou driblar Cleiton e ajeitar para trás, mas a defesa cortou antes que algum atacante chutasse.
No último lance, Vitinho cruzou em cobrança de falta, a bola pegou efeito e quase entrou, mas Walter defendeu com as ponta dos dedos. 0 a 0 em jogo com muitas oportunidades para abri o placar
Desespero pelo gol
O segundo tempo não teve tantas chances claras como o primeiro, mas foi intenso. Os dois times não conseguiram construir boas jogadas até os 30 minutos, Vitinho e Hurtado até tentaram, mas sem perigo.
Porém, aos 30 minutos, o jogo se abriu completamente. Devido a situação dos dois times na tabela, as equipes passaram a buscar desesperadamente o gol, cedendo muitos espaços na defesa.
Aos 30 minutos, André Luís cabeceou após escanteio e Cleiton fez um verdadeiro milagre para salvar o Red Bull Bragantino. No ataque seguinte, Gustavinho soltou um torpedo de fora da área e foi a vez de Walter fazer uma defesa espetacular.
A tensão estava no ar e os ânimos estavam exaltados. O jogo passou a ser um “ataque versus ataque”, mas, na hora de finalizar as jogadas, ninguém conseguia marcar.
Isidro Pitta deixou André Luís cara a cara com Walter aos 44, mas, o atacante se enrolou com a bola e não conseguiu finalizar. Então ele rolou para trás para Ramon soltar uma bomba, mas faltou capricho e a bola foi pelo linha de fundo.
O RB Bragantino ainda finalizou mais duas vezes, mas Walter defendeu. Final de jogo dramático no Nabib Abi Chedid, mas o placar terminou da mesma forma que começou: 0 a 0.
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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.
A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.
Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.
Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.
Últimos campeões
O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.
Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
Supercopa Rei
Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.
Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.
A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES
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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado
Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas
Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.
De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.
Trajetória incomum:
Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.
Estilo de gestão:
Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.
Contexto político:
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Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);
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Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;
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Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.
Fé e projeção:
Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.
Desafios:
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Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;
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Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;
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Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.
A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.
A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada
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Cenário difícil no Senado e possível vaga no Ministério da Fazenda podem levar Jorge Viana a desistir da candidatura, avaliam articuladores
Ex-governador estaria cotado para substituir Haddad e evitar derrota eleitoral que mancharia sua trajetória; bancada acreana no Congresso já se movimenta em outras frentes

Ex-governador do Acre, cotado para substituir Haddad, evitaria possível derrota eleitoral e realizaria antiga ambição de comandar uma pasta no governo Lula. Foto: captada
As possibilidades de Jorge Viana (PT) desistir da disputa pelo Senado em 2026 são maiores do que se imagina, segundo análise de articuladores políticos. Além do cenário eleitoral desfavorável apontado por pesquisas e rodas de conversa, o ex-governador estaria cotado para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Fernando Haddad, movimento que evitaria uma segunda derrota consecutiva nas urnas e ofereceria uma saída honrosa para sua trajetória.
Viana, que já demonstrou interesse em integrar o primeiro escalão desde o primeiro governo Lula, tem sua vaidade destacada por críticos, que lembram suas declarações sobre o “fim do Acre” após sua gestão.
Contexto da especulação:
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Viana insinuou publicamente estar cotado para a Fazenda, cargo que almeja desde o primeiro governo Lula;
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Pesquisas internas e rodas políticas no estado apontam um cenário desfavorável para sua eleição ao Senado;
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Uma nova derrota (após perder para Mara Rocha em 2022) poderia manchar sua trajetóriapolítica.
Análise dos motivos:
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Vaidade e legado: Viana é conhecido por seu perfil altivo – chegou a dizer que “o Acre não existe mais, depois dele” – e um ministério seria uma saída honrosa sem risco de vexame;
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Cálculo eleitoral: A força do grupo de Gladson Cameli no estado e a ascensão de novas lideranças tornam a disputa pelo Senado incerta e desgastante;
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Ambição nacional: Comandar a Fazenda realizaria um sonho antigo e o recolocaria no centro do poder federal.
Posicionamento oficial:
Até o momento, nem Viana nem o Planalto confirmaram a movimentação. Assessores do petista dizem que ele “mantém o foco no projeto para o Acre”, sem descartar “qualquer chamado para servir ao país”.
A decisão deve ser tomada nos primeiros meses de 2026, após o lançamento das pré-candidaturas. Se Haddad deixar a Fazenda, Lula terá de escolher entre atender um aliado histórico ou priorizar a continuidade da política econômica.
A possibilidade revela um Jorge Viana mais pragmático que romântico, disposto a trocar uma batalha arriscada no Acre por uma posição de destaque nacional – mesmo que isso signifique adiar, ou abandonar, seu retorno ao Senado.


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