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Fábio Araújo nega retorno para a base aliada do prefeito Tião Bocalom

Por Marcela Jansen
Durante a sessão realizada na Câmara Municipal de Rio Branco, na quarta-feira (8), o vereador, Fábio Araújo, negou que tenha voltado à base aliada ao prefeito Tião Bocalom. Ele também questionou sobre o andamento do projeto mil e uma dignidades.
“Coloco os esclarecimentos para a população de Rio Branco que na última quinta-feira foi noticiado no jornal sobre o retorno deste parlamento à base do atual prefeito e eu quero deixar bem claro a toda a população de Rio Branco que este vereador não retorna à base do prefeito Tião Bocalom”, disse.
Alegou que como prefeito irá continuar a favor de projetos que sejam em prol da população e só está cobrando o que foi prometido em 2021.
“Continuarei fazendo o trabalho em prol a população de Rio Branco, não estou aqui para deliberar projetos em favor de a ou b estou aqui para ajudar a população, o projeto que vier pra esta casa em favor da população e estiver correto dentro da legalidade, nós vamos analisar e se for a favor da população iremos aprovar, quero mais uma vez dizer para todos que continuarei fiscalizando e cobrando ao executivo que executem e trabalhem em prol da população conforme prometido eu só estou cobrando o que foi prometido em 2021”.
Criticou também as obras realizadas pela prefeitura dentro dos ramais do município. “É uma vergonha o que foi feito dentro do ramal projeto Moreno Maia, quebraram as pontes e até hoje não voltaram para consertar, da prefeitura ninguém espera a mais nada e nós vamos dar continuidade para os relatórios dos ramais que já estão quase prontos e iremos trazer nesta tribuna”.
Por fim, questionou a realização do projeto mil e uma dignidades e solicitou uma comissão para acompanhar o projeto.
“Para finalizar queria falar do projeto mil e uma dignidade, que essa casa aprovou 37 milhões para o projeto mil e uma dignidades e não ouço falar de nenhum convite para essa casa acompanhar o programa e entender como irá funcionar essa construção, são mil e uma casas prometidas a serem entregues em menos de 150 dias, quem que vai construir, a onde vai ser feito, quem está pagando a conta, quem foi contratado e ai quero solicitar que essa casa encaminhe uma comissão para fazer uma visita a esse protótipo, precisamos acompanhar esse projeto.” (Por Fernanda Maia, estagiária de Jornalismo na CMRB)
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Presos do semiaberto estão proibidos de frequentar festas do Carnaval 2026, decide Justiça do Acre
Portaria proíbe monitorados de frequentarem festas, blocos e eventos com grande público entre 13 e 18 de fevereiro. Áreas da Gameleira e Praça da Revolução estão incluídas

Presos do semiaberto não poderão transitar no Carnaval em Rio Branco. Foto: Alexandre Noronha/Arquivo pessoal
Por Renato Menezes – g1 AC
A Justiça do Acre determinou, nesta quarta-feira (4), a proibição da circulaçãode pessoas que cumprem pena no regime semiaberto e utilizam tornozeleira eletrônica durante o período do Carnaval em Rio Branco.
Segundo a portaria, publicada no Diário da Justiça, ficam consideradas áreas de exclusão todas as festividades carnavalescas oficiais realizadas na Praça da Revolução, na Gameleira, região do Segundo Distrito, e em suas adjacências, em um raio de 500 metros.
A medida vale de 13 a 18 de fevereiro, em qualquer horário, e foi oficializada pelo juiz de Direito Bruno Perrotta de Menezes, da Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas em Meio Aberto e Semiaberto da capital.
A restrição também se estende a eventos de carnaval autorizados pela Prefeitura de Rio Branco, realizados em espaços públicos ou privados abertos ao público, além de blocos de rua, trios elétricos e manifestações carnavalescas itinerantes em vias públicas da capital.
Além dos eventos carnavalescos, a portaria estabelece que, no mesmo período, os monitorados do regime semiaberto estão proibidos de frequentar:
- estabelecimentos comerciais de venda ou consumo de bebidas alcoólicas que funcionem após as 22h;
- casas noturnas, boates, danceterias e locais similares de entretenimento noturno;
- eventos abertos ao público, em espaços públicos ou privados, com público estimado ou efetivo superior a 100 pessoas, exceto atividades religiosas.
As restrições valem exclusivamente durante o período carnavalesco. A partir de 19 de fevereiro, os apenados retornam às condições normais do regime semiaberto, salvo decisão judicial em contrário.
A portaria, no entanto, prevê exceções para monitorados que exerçam atividade de trabalho regular em locais enquadrados nas restrições. Nesses casos, será necessário solicitar autorização específica à Direção do Iapen-AC até o dia 10 de fevereiro, mediante comprovação do vínculo empregatício.
“A ausência de vigilância direta não impede a utiliza ção de equipamento de monitoração eletrônica pelo condenado”, complementou o magistrado.

Carnaval da prefeitura de Rio Branco deve ocorrer no Centro da capital. Foto: Felipe Freire/Secom
Sanções em caso de descumprimento
A decisão leva em conta dados da Divisão de Monitoramento Eletrônico (DME) do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen-AC), que apontam maior incidência de violações das regras impostas aos monitorados durante períodos festivos de grande concentração popular.
O descumprimento das regras será acompanhado pela DME, que deverá adotar os procedimentos previstos em resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
As abordagens serão individualizadas e incluem registro do incidente, envio de alertas ao equipamento eletrônico, contatos telefônicos com o monitorado e pessoas indicadas por ele, antes de qualquer comunicação ao Judiciário para eventual aplicação de sanção disciplinar.
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Polícia apreende drogas e munições e prende dois em ponto de venda em Sena Madureira
Entre os detidos está homem que já cumpria pena com tornozeleira eletrônica; ação seguiu denúncia de moradores

Dois suspeitos foram detidos no local: um menor de idade e um homem que já cumpria pena em regime de monitoramento eletrônico. Foto: captada
A Polícia Militar, por meio do 8º Batalhão (8º BPM), apreendeu 362 gramas de maconha, três munições calibre 16, dinheiro e materiais usados no tráfico de drogas durante uma ação na noite de terça-feira no bairro Eugênio Augusto Areal, em Sena Madureira. Dois suspeitos foram presos no local.
A operação ocorreu por volta das 23h30 na Rua Avestruz, após denúncias de que uma residência funcionava como ponto de venda de entorpecentes. Após monitoramento, os policiais confirmaram a informação e adentraram o imóvel.
Foram detidos um menor de idade e um homem que já cumpria pena em regime de monitoramento eletrônico. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. A ação integra as operações de combate ao tráfico realizadas pelo 8º BPM na região.
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Sumiço de 50 metros de meio-fio em Sena Madureira vira caso de polícia
Secretaria de Obras registrou BO por furto qualificado após moradores questionarem retirada das estruturas; PC deve investigar

A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Civil após constatar o sumiço dos blocos de concreto que faziam parte da estrutura da via. Foto: captada
O desaparecimento de aproximadamente 50 metros de meio-fio no Beco Beija-Flor, no bairro Jardim Primavera, em Sena Madureira, agora é tratado como caso de polícia. A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência por furto qualificado após constatar que os blocos de concreto foram retirados sem autorização.
Inicialmente, moradores procuraram a prefeitura acreditando que a própria administração municipal havia removido as estruturas. No entanto, a secretaria afirmou que não realizou qualquer intervenção no local e formalizou a denúncia junto à Polícia Civil.
Em depoimento, o subsecretário de Obras destacou que os blocos são pesados, levantando a suspeita de que mais de uma pessoa tenha participado da ação. O caso foi enquadrado no artigo 155 do Código Penal, com o Município de Sena Madureira figurando como vítima.
A Polícia Civil apurar as circunstâncias do desaparecimento, identificar os responsáveis e adotar as medidas cabíveis. O registro oficial busca esclarecer que a prefeitura também foi prejudicada, após a repercussão do caso entre os moradores da região.

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