Acre
Ex-soldado ganha ação contra Exército na Justiça
Há mais ou menos quatro anos, Adailson de Freitas perdeu a audição e sofre de transtornos mentais e bipolares. O laudo médico foi atestado em Manaus (AM).
Segundo ele, a doença foi diagnosticada quando ainda estava cumprindo o serviço militar.
Tudo começou em 2009, quando participava da Semana Verde, uma espécie de Operação Boina, na qual os soldados passam por uma série de atividades na floresta.
A pressão foi tão grande que o jovem não suportou e começou a apresentar um comportamento estranho. Adailson fez tratamento no Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac). O Exército oferece uma ajuda de custo de R$ 470 – um terço do salário que recebia, que era de R$ 1,4 mil.
“Vivo com o pouco que ganho. Com esse dinheiro pago a pensão da minha filha, o aluguel de onde moro, e compro os meus remédios. Não da para fazer quase nada. Para comer tenho que pedir na casa de um e de outro”, desabafa o jovem.
O processo sobre o caso já foi julgado em Brasília e teve ganho de causa, mas até agora nada foi resolvido. Dia 25 deste mês ele retorna a Brasília para nova audiência e tentar de fato solucionar o problema.
Fonte: pagina20
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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