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Estância Terra celebra 35 anos de história na Expoacre e leva quatro raças para os 50 anos da feira

Por Wanglézio Braga
Neste sábado (26), o pecuarista Valmir Ribeiro, da tradicional Estância Terra, conversou com o Portal Acre Mais direto do Parque de Exposições, onde compartilhou a satisfação de participar da 50ª edição da Expoacre. Com 35 anos de presença contínua na feira, Valmir relembrou sua trajetória que começou em 1992, quando levou apenas seis animais para exposição. Em 2025, ele chega ao evento com um impressionante total de 60 animais de quatro raças diferentes: nelore pintado, brama, nelore padrão e sindi.
“Não é da noite pro dia que a gente constrói um rebanho PO (puro de origem). São décadas de trabalho com genética, embriões e seleção criteriosa”, explicou Valmir, ressaltando a importância da persistência e do investimento contínuo. Ele contou que, nos primeiros anos, levava poucos exemplares, mas foi crescendo passo a passo até atingir o atual volume. “Estamos aqui mais uma vez para o julgamento que vai de segunda a quarta, com muita expectativa, como sempre”.

Sobre os 50 anos da Expoacre, Valmir fez questão de destacar a relevância da feira para o setor agropecuário e para a cultura do Acre. “A Expoacre é a maior festa do estado, é quando a sociedade se reúne. Ela representa resistência e história. Ver um governador que aposta na agropecuária dá esperança pra quem trabalha na lida do campo.”
A Estância Terra se tornou uma das protagonistas da feira, não apenas pelo número de animais levados, mas pelo compromisso de uma vida dedicada à pecuária de qualidade. Para Valmir, cada edição da Expoacre é mais que uma vitrine: é um capítulo da própria história.
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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero
Sandra Assunção
Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.
Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.
Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.
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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.
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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado
Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.
A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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