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Estado empossa nova diretoria da Agência de Negócios do Estado do Acre
A Agência de Negócios do Estado do Acre (Anac) é uma Sociedade de Economia Mista, empresa vinculada à estrutura governamental, que trabalha para estabelecer parcerias com o setor privado de forma alinhada às políticas, programas e projetos do governo do Estado do Acre.
Com a missão de contribuir com o desenvolvimento sustentável regional por meio de investimentos em empreendimentos, com base na modernização tecnológica da produção, capaz de acessar mercados em escala nacional e mundial, a Anac está vinculada à Secretaria de Estado de Indústria, da Ciência, do Comércio, do Empreendedorismo e do Turismo do Acre (Seicetur). A composição societária conta com cinco sócios privados, e tem como acionista majoritário, o governo do Estado.

Vinculada à Seicetur, a Anac busca apoiar empreendimentos de serviços, comércio e indústria, para ampliar a participação dos empreendimentos no mercado brasileiro e exterior. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
Nesta quarta-feira, 18, os acionistas reuniram-se em Assembleia Geral, para dar possa à nova diretoria, atualmente presidida por Waleska Bezerra. A agenda contou com a participação do presidente da Federação da Indústria do Estado do Acre (Fieac), José Adriano, do secretário de Estado de Produção e Agronegócio, Luis Tchê, e do secretário de Indústria, da Ciência, do Comércio, do Empreendedorismo e do Turismo, Assurbanipal Mesquita, naquele momento, representando o governo do Estado do Acre.
Segundo o titular da Seicetur, as iniciativas e ações que visem a geração de oportunidades de emprego, trabalho e renda para a população estão entre as prioridades da gestão Gladson Cameli. “Nesse sentido a Anac exercerá um papel de grande importância na atração e promoção de negócios acreanos e atração de investimentos. Então estamos muito felizes com a eleição da nova diretoria, que sabemos já tem um plano de trabalho estabelecido, para cumprir o seu papel e contribuir para o desenvolvimento do nosso estado”, destacou Assurbanipal Mesquita.
Para a presidente recém-empossada da Anac, Waleska Bezerra, “esse foi momento importante para a Agencia de Negócios, que tem como foco apoiar, incentivar e fomentar o desenvolvimento das empresas acreanas, ampliando a participação dos empreendimentos locais no Brasil e no exterior”.
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Tensão no Oriente Médio começa a impactar preço dos combustíveis no Acre
Alta do petróleo no mercado internacional já provoca aumento no custo de compra de gasolina e diesel para postos

Foto: reprodução/Poder360
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Operação Pax: Polícia Civil do Acre integra ação da FICCO que cumpre mais de 30 mandados contra organização criminosa

Polícia Civil do Acre e forças integradas cumprem mandados durante a Operação Pax em municípios do estado. Foto: Emerson Lima/ PCAC
Nesta terça-feira, 10, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, em conjunto com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Estado do Acre (FICCO/AC), da Operação Pax, que resultou no cumprimento de mais de 30 mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pela Vara do Juiz das Garantias do Estado do Acre.
A ação ocorreu nos municípios de Rio Branco, Sena Madureira e Rodrigues Alves, com o objetivo de desarticular parte da estrutura administrativa e financeira de uma organização criminosa com atuação no estado.
De acordo com as investigações, os envolvidos operavam a partir de unidades prisionais e também em bairros das cidades de Rio Branco e Sena Madureira, coordenando atividades voltadas à manutenção financeira do grupo criminoso.

Investigação identificou esquema de arrecadação por “mensalidades”, “rifas” e “caixinhas” para financiar atividades criminosas. Foto: Emerson Lima/ PCAC
A investigação, fundamentada na análise de dados e em diligências de campo, revelou que a organização atuava de forma estruturada para manter o fluxo de caixa da facção. Entre os mecanismos de arrecadação identificados estão cobranças de “mensalidades”, realização de “rifas” e formação de “caixinhas”, administradas por meio de grupos de mensagens instantâneas.
Ainda segundo os investigadores, essas atividades eram organizadas com divisão hierárquica e regionalizada, garantindo recursos para o financiamento de práticas criminosas e para o suporte logístico a integrantes custodiados no sistema penitenciário acreano.

Forças de segurança do Acre atuam de forma integrada para desarticular organização criminosa com atuação no estado. Foto: Emerson Lima/ PCAC
Os investigados poderão responder judicialmente pelo crime de integrar organização criminosa, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados no decorrer das investigações.
A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal do Brasil, Polícia Civil do Acre, Polícia Militar do Acre e Polícia Penal do Acre, atuando de forma integrada no combate às organizações criminosas no estado.
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Homem de 69 anos recebe alta após dez dias intubado por intoxicação com planta tóxica em Rio Branco
Oséias de Souza Lima comeu trombeta roxa com esposa e filho no quintal da vizinha; família ainda apresenta sequelas como sonolência e alucinações

Após a intoxicação, as três vítimas foram levadas ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Foto: captada
Após dez dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Oséias de Souza Lima, de 69 anos, recebeu alta do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Acre (Into-AC). Ele havia sofrido intoxicação grave ao comer um fruto da planta trombeta roxa (Datura metel), conhecida popularmente como saia roxa, no último dia 26 de fevereiro, no bairro Belo Jardim II, em Rio Branco.
A informação foi confirmada à reportagem por uma cunhada de Oséias, que preferiu não se identificar, nesta segunda-feira (9). Segundo ela, o idoso ainda não está totalmente recuperado e apresenta sequelas.
“Após a alta, percebemos que ele ainda está com bastante sono, por isso fica bocejando direto e também segue meio lento”, relatou.
O caso aconteceu quando Oséias, a esposa Gelzifran da Silva Lima e o filho do casal, de 13 anos, ingeriram o fruto da planta tóxica que estava no quintal da vizinha. Todos foram socorridos e internados.
Gelzifran permaneceu internada por alguns dias e, segundo familiares, também enfrentou complicações. Mesmo após receber alta, ela apresentou períodos de alucinações, dificuldade para se alimentar por conta do gosto amargo na boca e insônia. O estado de saúde do adolescente não foi detalhado.
A trombeta roxa é uma planta ornamental que contém substâncias alucinógenas e altamente tóxicas se ingerida. A ingestão pode causar quadros graves de intoxicação, com sintomas que vão desde alucinações até complicações respiratórias e cardíacas.
Planta ‘Trombeta Roxa’
Conforme o professor e coordenador do Programa de Pesquisa em Biodiversidade da Amazônia Ocidental (PPBio) da Universidade Federal do Acre (Ufac), o biólogo Marcos Silveira, o fruto não pode ser ingerido por conta das toxinas.
“A trombeta roxa é da família Solanaceae, a mesma do tomate, da batata, da pimenta de cheiro e do manacá. Ela é uma planta asiática naturalizada em várias partes do mundo. É altamente tóxica, mas em doses controladas é usada como analgésico e antiespasmodico”, afirmou.
Ainda segundo o especialista, a planta é considerada invasora, visto que cresce com facilidade e se espalha rapidamente. Ele destacou também que por ter atropina, uma substância usada para tratar batimentos cardíacos lentos e em colírios para dilatar a pupila, o fruto da trombeta roxa causa intoxicação grave.

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