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Escolas têm um mês para informar número de matrículas para receber livros didáticos

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Por Leônidas Badaró

Ainda sem data definida para a volta às aulas presenciais, as escolas públicas já se organizam no Acre para a retomada do ano letivo de 2020 de forma remota no Acre. Os meses de fevereiro e março serão dedicados ao encerramento do ano letivo do ano passado. As atividades referentes a este ano devem se iniciar em abril.

No entanto, com o objetivo de evitar atrasos na entrega dos livros didáticos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) informa que as escolas públicas de todo o país têm até 1º de março para informar o número de alunos matriculados em 2021 nos ensinos fundamental e médio.

O informe do quantitativo de estudantes deve ser feito por meio da ferramenta “matrícula”, disponível no Sistema PDDE Interativo/SIMEC. Caso a escola não tenha os dados, deve assinalar a opção “não sei informar”.

As instituições de ensino médio, além de informar o quantitativo de alunos, devem declarar quantos livros didáticos foram devolvidos para que o órgão faça um levantamento de reposição para os anos seguintes.

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Oposição do Senado atinge assinaturas para instalar CPI do Master

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Imagem colorida de sede do Banco Master

Michael Melo/Metrópoles

A oposição no Senado atingiu, nesta segunda-feira (19/1), 42 assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do Banco Master.

O requerimento, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), tem o apoio de mais da metade do Senado. Além desse pedido, há no Congresso Nacional um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e um para a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados.

O senador cearense pediu que a CPI tenha 90 dias de duração.

As iniciativas aumentam a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a instalação de um colegiado para investigar a fraude envolvendo o banco, do empresário Daniel Vorcaro, que foi liquidado pelo Banco Central.

Como antecipado pelo Metrópoles, o requerimento da CPMI atingiu o número de assinaturas necessárias para ser oficializado em 31 de dezembro. A iniciativa é encabeçada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).

Parlamentares se articulam durante o recesso para pedir que o requerimento seja lido já na primeira sessão conjunta do ano legislativo de 2026. Para iniciar os trabalhos, os requerimentos para a criação dos colegiados devem ser lidos pelos respectivos presidentes das Casas.

Assinaram o pedido de Eduardo Girão nomes como os líderes oposicionistas do PP, Tereza Cristina (MS); do PL, Carlos Portinho (RJ); do Republicanos, Mecias de Jesus (RR) e do Podemos, Carlos Viana (MG).

Ao mesmo tempo, também assinaram líderes da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como do MDB, Eduardo Braga (AM) e do PSD, Omar Aziz (AM).

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Governo reduz verba para a alfabetização enquanto infla o Pé-de-Meia

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Presidente Lula assina lei - Metrópoles

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Em 2025, políticas consideradas estruturantes na educação básica, como programas de alfabetização e da educação em Tempo Integral, sofreram redução significativa de investimentos por parte do Ministério da Educação (MEC), em meio à forte alocação de recursos no programa Pé-de-Meia, considerado uma das principais iniciativas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reduzir a evasão no ensino médio.

Dados da execução orçamentária mostram que os gastos com alfabetização caíram 42% em 2025 em comparação com 2024, sendo reduzidos de cerca de R$ 791 milhões para R$ 459 milhões, considerando valores ajustados pela inflação.

A situação é ainda mais drástica no caso do ensino em tempo integral. As transferências diretas do MEC praticamente desapareceram em 2025 após o governo aprovar uma emenda constitucional que vinculou uma parte do Fundeb, o principal mecanismo de financiamento da educação básica, a essa política, sem que a pasta precisasse investir recursos próprios.

Dessa forma, as redes de ensino passaram a usar valores que já lhes são garantidos pela legislação, enfraquecendo o papel redistributivo do fundo.

Historicamente, o MEC havia aplicado recursos significativos nesse campo, sendo R$ 2,1 bilhões em 2023 e R$ 2,5 bilhões em 2024, mas em 2025 esse valor caiu para apenas R$ 75,8 milhões em aportes diretos.

O que diz o governo

O ministério afirmou em nota que segue comprometido com o fortalecimento da educação básica, mas reconheceu que os sistemas de gestão orçamentária ainda não foram completamente atualizados, o que dificulta a consolidação final dos números por ministério.

O governo também declarou que buscará recompor recursos suprimidos durante a tramitação orçamentária no Congresso Nacional.

No orçamento de 2026 aprovado pelo Congresso, há reduções em ações como o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que já havia registrado queda de 12% entre 2024 e 2025, além de cortes adicionais em verbas de alfabetização e nas universidades federais.

Programa Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa federal criado em 2024 para oferecer bolsas e incentivos financeiros a estudantes do ensino médio, com o objetivo de combater a evasão escolar e incentivar a continuidade dos estudos, incluindo pagamentos mensais e bônus por conclusão do ano letivo.

No orçamento, o programa passou a ter um custo anual estimado em cerca de R$ 12 bilhões, e sua inclusão nas rubricas oficiais, após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), criou pressão fiscal sobre as contas da educação, já que os recursos tiveram de entrar no orçamento da pasta e competir com outras políticas públicas importantes.

Embora o programa tenha potencial para incentivar a permanência dos jovens na escola, especialistas destacam que a alocação de uma parte significativa dos recursos livres do MEC para esse programa pode limitar a capacidade de enfrentar outros desafios centrais da educação, como defasagem de aprendizagem desde os anos iniciais, que está associada ao abandono escolar.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Carlos Bolsonaro anuncia que participará de caminhada de Nikolas

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Carlos Bolsonaro em frente ao hospital em que o pai, Jair, fará cirurgia

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

O vereador Carlos Bolsonaro (PL) anunciou, na noite desta segunda-feira (19/1), que participará da “caminhada pela liberdade”, ato promovido pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL). A mobilização percorrerá mais de 200 km – vai de Paracatu (MG) até Brasília (DF). A previsão de chegada é no domingo (25/1) e Nikolas disse que espera ser recebido em uma manifestação.

Nas redes sociais, Carlos detalhou que está saindo de Santa Catarina para encontrar Nikolas e apoiadores.

“Amanhã posteriormente também verei minha filha e então meu pai na quarta, mas então volto novamente à caminhada. Me programando. Força”, disse o parlamentar.

Além de Carlos, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), o deputado federal Zé Trovão (PL-SC), o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), vereador Lucas Pavanato (PL-SP) e o vereador Fernando Holiday (PL-SP) também vão participar do ato.

A mobilização percorrerá mais de 200km – vai de Paracatu (MG) até Brasília (DF) pela BR-040. Nas redes, Nikolas mostrou os pés após algumas horas de caminhada e relatou estar com dor de cabeça.

Imagem colorida
Pés do deputado Nikolas Ferreira durante a caminhada

Em justificativa para a mobilização, Nikolas cita a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão, e também a “situação jurídica dos presos relacionados aos acontecimentos de 8 de janeiro”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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