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Escolas do município de Brasileia participam do Prova Brasil

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Segundo a secretária municipal de educação, Ramiege Rodrigues, atualmente o IDEB do município de Brasileia é de 5.2 pontos

Está sendo realizado em todo o país as avaliações do Prova Brasil, que são avaliações para diagnóstico, em larga escala, desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) e tem o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos.

A Prefeitura de Brasileia por meio da Secretaria Municipal de Educação, está desde o início do ano realizando capacitações e simulados tanto para os professores quanto para os alunos que irão realizar as provas nesta quarta-feira, 25 de outubro. As provas são realizadas a cada dois anos, e apresenta o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de cada escola, município e estado.

Segundo a secretária municipal de educação, Ramiege Rodrigues, atualmente o IDEB do município de Brasileia é de 5.2 pontos. “A nossa expectativa é que após as avaliações desse ano possamos subir a pontuação para 6. Irão participar das avaliações turmas do 5° e 9° ano do ensino fundamental e as turmas do 3° ano do ensino médio, totalizando a participação de 6 escolas do ensino fundamental, 3 área urbana e 3 área rural, e 5 escolas estaduais presente no município, a exemplo das escola Kairala José Kairala (KJK)”, informou Ramiege Rodrigues.

Atualmente o IDEB do município de Brasileia é de 5.2 pontos

Nos testes aplicados no quinto e nono ano do ensino fundamental, os estudantes respondem a itens (questões) de língua portuguesa, com foco em leitura, e matemática, com foco na resolução de problemas. No questionário socioeconômico, os estudantes fornecem informações sobre fatores de contexto que podem estar associados ao desempenho.

Professores e diretores das turmas e escolas avaliadas também respondem a questionários que coletam dados demográficos, perfil profissional e de condições de trabalho.

A gestora Francisca Oliveira, da escola Élson Dias Dantas, falou da importância da realização do Prova Brasil. “É um momento importante para nós professores, pois a avaliação do Prova Brasil vai nos dar uma média para nossa escola. E a SEME realizando essas capacitações nos motiva para dar continuidade no nosso trabalho”, relatou Francisca.

As provas são realizadas em todo o país e iniciaram no dia 23 de outubro encerrando no dia 3 de novembro. A prefeita destacou a importância de cuidar dos nossos alunos e melhorar o IDEB do município.

“Passamos o ano inteiro trabalhando para que pudéssemos melhorar a qualidade do nosso ensino em Brasileia, tendo como referência a escola estadual Getúlio Vargas que possui o maior IDEB do nosso município, e porque não uma escola municipal possa alcançar essa meta. E esse é o momento em que o poder público precisa investir ainda mais na educação, cuidando do nosso presente, cuidando dos nossos alunos, para que possamos ter um futuro ainda melhor”, destacou Fernanda Hassem.

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Acre

Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392

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Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art 

O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.

Critérios da pesquisa

A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.

Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.

A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
Ano Renda Média (Brasil)
2022 R$ 1.625
2023 R$ 1.893
2024 R$ 2.069
2025 R$ 2.316
  • O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.

  • Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.

Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
Indicador Valor
Renda per capita no Acre R$ 1.392
Posição no ranking nacional 26º lugar (entre 27 UFs)
Comparativo com a média nacional R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316)
Estados com menor renda Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392)
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
Posição Unidade da Federação Renda per capita
Distrito Federal R$ 4.538
São Paulo R$ 2.956
Rio Grande do Sul R$ 2.839
Santa Catarina R$ 2.809
Rio de Janeiro R$ 2.794
25º Ceará R$ 1.316
26º Acre R$ 1.392
27º Maranhão R$ 1.219
Análise dos Dados
  • Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.

  • Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).

  • Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.

  • Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.

Fonte dos Dados
  • Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes

  • Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

  • Ano-base: 2025

  • Divulgação: 27 de fevereiro de 2026

Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.

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Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar

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Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada 

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.

De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.

Conversa com Valdemar

Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:

“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.

Desejo de permanência

Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:

“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .

Carta da direção estadual

Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:

“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada 

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Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre

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Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã deve provocar aumento no preço da gasolina e do diesel no Acre. A afirmação é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Marcelo Moura, que informou nesta segunda-feira (2) ter recebido comunicado indicando reajustes frequentes nos combustíveis durante o período de conflito.

Segundo ele, o fechamento do Estreito de Ormuz impacta diretamente o mercado internacional de petróleo.

“A guerra entre os Estados Unidos e o Irã acabou, por consequência, fechando o estreito de Ormuz. Essa parte do oceano por onde trafegam cerca de 20% do petróleo do mundo agora está fechada, causando um grande congestionamento e uma redução drástica na circulação de barris. O aumento dos preços é consequência imediata. Já fomos avisados aqui que a gasolina e o diesel estão subindo R$ 0,03 apenas pelos efeitos iniciais. Não acredito que fique só nesse aumento, mas esse já é o imediato”, pontuou o dirigente.

Analistas e autoridades do setor citam que um bloqueio na região pode reter entre 20% e 25% do petróleo exportado mundialmente. O volume afetado ultrapassaria 20 milhões de barris por dia, com destino principalmente a países da Ásia, como China, Japão, Índia e Filipinas.

O impacto tende a ser maior no continente asiático, que concentra grande parte da demanda por petróleo do Oriente Médio. Metade do fornecimento da China, maior importadora global, e cerca de 90% do petróleo consumido pelo Japão vêm da região.

Empresas de navegação e grandes companhias petrolíferas passaram a suspender embarques e operações no entorno do estreito. Os envios pela rota foram paralisados após armadores receberem aviso do governo iraniano informando que a área estava fechada para navegação.

Especialistas avaliam que, diante da instabilidade internacional, os reflexos no mercado brasileiro podem continuar sendo sentidos nas próximas semanas, especialmente em estados mais distantes dos grandes centros de distribuição, como o Acre.

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