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Esclarecimento público
Eu, Joaquim Lira de Carvalho, venho a público esclarecer alguns pontos relacionados a uma pauta publicada no blog do jornalista Leonildo Rosas, ex porta-voz do governo petista, direcionado à minha pessoa e a empresa o qual eu representava.
Antes de mais nada, quero dizer que, em nenhum momento até hoje, a minha pessoa foi procurada pelo jornalista para que pudesse dar a minha versão dos fatos. Sempre fui alvo da fúria desde cidadão e já é a segunda vez que sou atacado covardemente por este jornalista.
Explicando os fatos:
A dois anos o governo do Estado do Acre, na era petista, procurava uma solução para a devolução aproximadamente 1000 motos estrangerias que estavam apreendidas no lado brasileiro, com várias tentativas infrutíferas de devolução desses veículos, tendo em vista o péssimo estado de conservação das mesmas nunca obteve sucesso porque as autoridades bolivianas não recebiam as motos como assim estavam.
No Convênio feito entre o governo boliviano à empresa e o estado do Acre, representado pelo Detran, foi obtido a guarda de todos esses veículos.
A empresa após firmar todos os acordos inerente a essa operação, apresentou suas documentações e recebeu do Detran/Acre, através de sua diretora, a guarda definitiva desses veículos.
A Empresa buscou a Polícia Militar, Polícia Civil e a Polícia Federal, deixando cópias dessas documentações e explicando o grau de atuação da Empresa.
Acontece que, a Polícia Federal iniciou uma investigação o qual se encontra sobre sigilo de Justiça, chegando ao ponto que até os advogados da empresa estão tendo dificuldades em acessar esses documentos.
Esclarecendo
As 20 e poucos motos mencionada pelo jornalista, se encontram como sempre esteve, no poder da empresa. Acontece que, a tentativa desesperada desse jornalista em ofender a minha imagem de homem público pelo fato de estar atuando no atual governo, está sendo ineficaz, uma vez que por onde passei, sempre deixei a minha marca que é; o trabalho.
Diante dos fatos expostos, estou procurando meus diretos na esfera jurídica, por não permitir que pessoas sem caráter profissional, possa vir a denegrir a minha imagem pública e de pai de família.
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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco
Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol
Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima
Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada
Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .
Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .
De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .
De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .
As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .
Alerta da polícia
Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .
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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil
2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.
Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.
Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.
Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.
O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.
Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001













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